Eu Amo Minha Família
Meu pai meu amor
Amava muito e respeitava profundamente o meu pai. Quando ele partiu, senti-me perdido nas sombras, parado no tempo, imerso nas trevas, no limbo da dor. Ele se foi nos meus braços, e ali quase sucumbi. A noite e a escuridão tornaram-se meu cárcere. A vida arrastou-me em duas direções opostas: minha mãe, minha fortaleza, minha lucidez, minha paz, e, do outro lado, a depressão, o pânico e a ansiedade, meus sombrios companheiros. Havia também os amigos noturnos, Mirta e Garde, que pouco conforto me ofereciam, só conseguiam ficar comigo umas duas horas por noite. Por outro lado, os amigos sobrenaturais, os amigos de luz, os verdadeiros. Pode parecer absurdo, mas todos os dias eram uma jornada na escuridão, uma lâmina cortante no peito, com minha alma sangrando. Sentia-me no fundo do poço, próximo ao meu fim. No entanto, há momentos na vida marcados pela angústia, pelo pânico, pelo medo, pela dor, pelo choro, pela escuridão e pelo luto, difíceis de suportar. Mas com paciência, dedicação, força, fé e a luz divina do supremo, surgem instantes, ainda que breves, de suavidade e felicidade. Aprendi ao longo da vida que a felicidade são esses momentos fugazes.
A nossa fraqueza não muda a escolha de Deus;
O nosso erro não anula o amor do Pai;
A nossa prepotência não altera o cuidado do Rei;
A nossa negligência não modifica a atenção do Consolador;
O nosso egoísmo não interfere no perdão do Salvador.
"Você só conhece a si mesmo quando conheci a história dos seus pais! Você é 50% seu pai e 50% sua mãe, biologicamente (genética) e culturalmente (psicogenetica). Esquecer ou desconhecer as histórias deles, é ter um pseudo conhecimento sobre si!"
Prece a São José:
"São José, esposo casto de Maria e pai adotivo de Jesus, rogai por nós pobres e miseráveis pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém."
Ser pai é acompanhar o filho ou filha desde a data de sua concepção, dando-lhe amor, paz, compreensão, mostrando-lhe o caminho certo a seguir, e, nas horas difíceis, estender-lhe as mãos, resgatando-o de todos os perigos, conduzindo-o novamente ao bom caminho. Abraços paternais.
Hoje, dia 26 de Outubro de 2012, se meu pai, José Borges dos Reis, estivesse no meio de nós, estaria completando 100 (cem) anos de existência, já que nascera no dia 26 de Outubro de 1912, na Barra do Pirapetinga, distrito de Bom Jesus do Itabapoana, RJ.
Mesmo assim, por acreditar piamente na vida eterna, dou a ele os meus parabéns, pelo tempo que conosco conviveu aqui na terra. Parabéns papai! Você foi e sempre será o meu herói, o meu norte e o meu espelho de vida. Beijos papai querido! Que Papai do Céu o tenha em seus braços, um dia quem sabe ainda nos encontraremos para contar histórias e poder sorrir juntos daquelas já contadas no passado aqui na terra. Até um dia se Deus quiser.
Não espere por Morfeu, faça como eu, reze um Pai - Nosso, três Ave - Marias e durma bastante de noite ou de dia! Beijos.
Hoje presenciei uma cena triste de um pai desesperado, com o seu filho usuário de Crack, que cortou o meu coração!
Desde muito jovem eu aprendi com o meu velho pai José Borges (in memoriam), que nasceu, cresceu e foi criado no interior: "Não discuta com um burro pois ele sempre vai ter razão até te dar um coice se preciso for". Portanto, amigos e amigas, não percam tempo em discutir política, religião ou futebol, com pessoas mal - educadas e sem escrúpulos. Fica a dica. Abraços fraternais.
Meu velho pai José Borges (in memoriam), me ensinou desde pequeno que política, religião e futebol, não se discute, vive-se e pronto. Abraços.
Cresci vendo meu pai transformar vidas, e agora é a minha vez de continuar essa missão de amor e justiça.
Continuar o legado de luta e determinação é o meu maior objetivo na vida.
“Pai, tu foste meu herói”
por Sariel Oliveira
O primeiro que eu perdi
Foi o meu herói.
Meu pai.
Doeu demais.
Me rasgou por dentro.
Tentei seguir…
Mas perder um pai que foi exemplo de homem,
De força, de princípios…
É como perder um norte.
Tu dizias:
“Faz o que eu falo, mas não faz o que eu faço.”
Mas, pai…
Tu te enganaste nessa.
Porque eu nunca te vi errar feio.
Nunca te vi decepcionar.
Nem como homem.
Nem como pai.
Nem como marido.
Tu foste o espelho mais limpo que eu já tive.
E eu sempre tive orgulho de ser teu filho.
Tu partiste praticamente nos meus braços.
E ali, no fim, tu ainda pensaste em nós:
“Eu te amo… cuida da tua mãe.”
E eu cuidei.
Cuidei até ela partir também.
E agora, sigo com esse vazio.
Mas cheio de gratidão.
Porque mesmo ausentes,
Vocês vivem em mim.
No que sou, no que escolho,
No que me tornei
“Engole esse choro, porque eu não vou fazer tuas vontades.”
Essa era a frase que meu pai dizia quando eu fazia birra. Na hora, doía. Me deixava triste, achava que ele estava sendo duro demais.
Mas hoje eu entendo… eu precisava ouvir aquilo.
Se não fosse por essa firmeza dele — e da minha mãe — eu talvez tivesse me tornado um homem fraco, mimado, esperando que tudo caísse do céu.
Mas não.
Eles me ensinaram a correr atrás, a não depender de ninguém, a levantar a cabeça e buscar o que eu quero com esforço e coragem.
Hoje sou grato.
Me tornei um cara emocionalmente forte, independente e ciente de que nada na vida vem de graça.
Obrigado, pai. Obrigado, mãe. Vocês me forjaram na realidade. 🙏🏼
Se Deus é nosso pai, por que ele nos deixa sofrer?
Essa pergunta é legítima. E talvez a primeira verdade dura seja esta: nós não somos filhos de Deus, somos criaturas. Segundo a própria Bíblia, o único filho de Deus aqui na terra foi Jesus. Nós fomos criados, não gerados por ele como filhos íntimos.
E sendo criaturas com livre arbítrio, colhemos as consequências das nossas próprias escolhas, e também das escolhas dos outros. Se Deus interviesse toda vez que o ser humano cometesse uma injustiça, o mundo seria feito de robôs, não de consciências livres.
Deus não é o pai humano idealizado que impede todo sofrimento. E talvez o silêncio dele seja exatamente o teste: ver o que fazemos com a liberdade que nos deu.
É duro aceitar, mas se existe um Deus, Ele nos criou, não para sermos mimados por sua proteção, mas para sermos responsáveis, até mesmo quando sofremos por erros que não cometemos
Há um Don de línguas que nos liga com o céu, há uma linguagem celestial que nos aproxima do Pai, de nossa origem em Deus, uma linguagem que o mundo não conhece somente conhecemos no Espírito, como no Espírito somos conhecidos a linguagem que sai de nossas almas sedentas pelo reino e por algo
mais elevado. Uma linguagem que os anjos caídos não sabem não podem decifrar pois é algo celestial algo bom perfeito e agradável.
Um dia vi meu velho pai chorar quis logo saber o teu desgosto. Hoje tenho a resposta, e nesse nosso pranto meu velho pai! Descobri o que te doía tanto... (Patife)
Que nunca nos falte:
O pão de cada dia.
A ceia do final de ano.
A sabedoria de um pai.
O amor de uma mãe.
O valor de uma amizade.
O calor de um abraço.
E o amanhecer de um novo dia...(Patife)
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