Eu Amo meus Inimigos
Posso trazer lágrimas aos seus olhos e ressuscitar os mortos. Eu me formo em um instante e posso durar uma vida.
O que eu sou?
Uma memória.
Imperfeita
Eu já o deixe ir quando na verdade eu queria que ele ficasse, aliás eu pedi que fosse.
Eu já chorei todas as dores, todos os amores e todas as angústias. Pensei que não ia passar, mas passou.
Eu já tentei posar de perfeita, mas deu tudo errado e consegui me recompor.
Eu já andei por caminhos que eu tinha certeza. Até que eu percebi que estava na trilha errada.
Eu já procurei mil motivos para ser feliz e os motivos eram tão repentinos que passavam.
Hoje, eu sei com absoluta certeza de que não há nada de errado comigo. Sou imperfeita na tentativa de acertar.
Eu chego a pensar que a melhor definição para o homem é: uma criatura que tem duas pernas e nenhum senso de gratidão.
Insiste em me ignorar e finalmente quando me vou, você luta para me ter de volta.
Quem eu sou?
O tempo!
Ei...
Se um dia eu te disse "pode contar comigo", lembre-se: você pode contar comigo!
Por mais que estejamos um pouco afastados
Por mais que não nos falemos com a mesma frequência
Por mais que não tenhamos a mesma intimidade
Se um dia eu te disse isso, você é importante para mim, e eu não costumo medir esforços para ajudar aqueles que são importantes para mim.
Mergulhe como eu mergulhei.
Nota: Trecho adaptado de outro pensamento da escritora.
Hoje eu acordei mais cedo e fiquei te olhando dormir . Imaginei algum suposto medo para que logo então , pudesse te cobrir . Tenho cuidado de você todo esse tempo . Você está sobre meu abraço e a minha proteção . Tenho visto você errar e crescer , amar e voar , você sabe onde pousar . Ao acordar já terei partido , ficarei de longe escondido .. Mas sempre de perto , de certo , como se eu fosse um humano vivo . Vivendo pra te cuidar , te proteger , sem vc me ver , sem saber quem eu sou : se sou seu anjo ou sou seu amor .
Hoje eu quero ser feliz, quero ignorar quem não deixa eu me demonstrar, cansei de maquiagem, fachada não é comigo.
Quer saber? Hoje eu quero dançar, pular, sem coreografia, quero cantar sem melodia. Hoje eu quero deixar de lado quem me questiona, e falar com meus inimigos, observar o lado criativo deles, suas qualidades e não mais seus defeitos. Quer saber mesmo? Hoje quero ser eu mesma, não quero mais disfarçar a minha pureza, é, sou pura, cresci, mas continuo inocente, inocente de perigos, e ciente de consequências. Hoje vou me importar menos com o que vão falar, vou me arrumar diferente, vou experimentar novos estilos, novas tendencias. Hoje eu quero ser feliz, hoje eu quero minha independência, hoje quero mudar.
Talvez eu saiba, em algum lugar no fundo da alma, que o amor nunca dura. E temos que arranjar outros meios de seguir em frente sozinhos.
Sofri, sofri mesmo. Sofri porque eu acreditei no que eu queria ver. Eu vi um rio, onde só existia uma gota.
E entre me apaixonar e ser forte, eu sempre escolho aguentar firme por mais um tempo. Talvez por não me sentir capaz de amar qualquer coisa, talvez por não ter mesmo escolha, porque eu não consigo abraçar ninguém por muito tempo e ter saudade de coisas que eu nunca vou ter.
Bem hoje que eu resolvi sumir, você apareceu. Eu me rendi à minha personalidade mais real e você gostou.
Não adianta ficar tentando trazer o passado de volta. Já era. Já foi. Eu sei, não é fácil. As memórias ficam dançando na nossa mente. Tão boas. Tão confortadoras. Tão perfeitas. Tão... Passadas. Mas é só isso que restou, memórias. E por mais que sejam as melhores, devemos aprender a deixá-las ir. Supera. Você consegue.
Eu quis tanto ser feliz. Tanto. Chegava a ser arrogante. O trator da felicidade. Atropelei o mundo e eu mesma. Tanta coisa dentro do peito. Tanta vida. Tanta coisa que só afugenta a tudo e a todos. Ninguém dá conta do saco sem fundo de quem devora o mundo e ainda assim não basta. Ninguém dá conta e… quer saber? Nem eu. Chega. Não quero mais ser feliz. Nem triste. Nem nada. Eu quis muito mandar na vida. Agora, nem chego a ser mandada por ela. Eu simplesmente me recuso a repassar a história, seja ela qual for, pela milésima vez. Deixa a vida ser como é. Desde que eu continue dormindo. Ser invisível, meu grande pavor, ganhou finalmente uma grande desimportância. Quase um alivio. I don’t care.
