Eu Amo meus Inimigos
A frase:
"Falar com os meus botões"
tá fora de moda... A moda gora é:
Falar sozinha, nas redes sociais.
Ela é o cobertor
Em torno de meus ombros quando está frio
Ela é o oceano
Que flui calorosamente em torno de meus dedos
Ela é a estrela
Quem realiza todos os meus sonhos
Ela é as cores
Em arco-íris criados apenas para mim
quero a capacidade de viver
cada um dos meus dias
da maneira mais plena
possível
mas quero, sobretudo, a capacidade de encarar
a finitude com o coração leve e resignado
A pausa não significa parada definitiva, porque a caminhada é longa e os meus objetivos são maiores ainda.
Quando minhas palavras não puder te confortar, use meus ombros para chorar;
Quando minhas mãos não puder suas lágrimas enxugar, use meus braços para te abraçar;
Quando não souber qual caminho trilhar, use meus passos para te guiar;
Quando tiver sem forças para continuar, use minhas mãos para te levantar;
Quando a tristeza te incomodar, use meu sorriso para te iluminar.
dentre as mãos - quisto vivente,
nos encalços dos meus passos,
é o amor que ninguém mais sente,
o soluço de um sorriso calado.
é a dor dos torturados
da opressão e do horror
feito escravo que engole sua dor
sobrevivente de um amor açoitado.
Adeus, adeus
vou deixando os meus
sem dor e cicatriz.
Sorrir, sorrir
o bom da vida é não desistir
das pessoas que me fizeram feliz.
se restar ainda uma verdade
será apenas a saudade.
aonde você estiver guarde meus pensamentos
que lancei aos ventos
guarde-os, para saber que nunca vou te esquecer.
pois não consigo parar de pensar em você.
aos poucos vou perdendo a veneração dos meus amores e o desejo oculto e inquieto que está desvanecendo, vou ficando só e sozinho sentindo os maiores prazeres que podemos alcançar mediante as limitações que nos é imposto, ah quem tanto quero e desejo, faço uma oração a deusa dos prazeres e rogo pra quem te ganhou te fazer feliz e satisfazer toda fantasia que o ser humano inventa...
Se para esquecer um amor é preciso outro amor, prefiro morrer na solidão.
os meus lábios esperam pelos seus, o seu corpo, ah, o seu corpo, sou obrigado a dizer adeus, mas não importa a ilusão, se para esquecer um amor é preciso outro amor, prefiro morrer na solidão.
meus pés tocarão o chão de ruas dobradas em esquinas, iluminada pelo sol adormecido nas água do mar, iluminado pela luz da noite e pelas lágrimas de um tímido luar.
a vida arrisca a sorte no destino das cartas de Tarot e a rebeldia desafia a morte que se faz na arte um mondo novo de horror, a cada rosa que eu despedaço sinto o cheiro de você, amor.
e no silêncio de meus passos, nas palavras caladas que o coração intui, nas esperas pelo sol em frias madrugadas, vou viver o amor, esse esquisito ardor que da vida flui.
Na mansidão de meus olhos vadios, meus dentes saboreando sua carne, calmamente lhe causando arrepios, prazerosamente rasgando-lhe a alma. Sou um leão a deriva em seu furor, domado em teu chicote de amor.
Sei que meus caminhos vão ao encontro teu,
Mas os seus passos fogem dos caminhos meus.
Sigo a essência do poder do teu olhar,
Fecho os seus olhos pra não ver os meus chorar.
Sinto um coração que se pôs a declarar,
Hoje se esvazia, sua voz se fez calar.
Crio uma razão, nova forma de sentir,
Pra que seu coração com o meu possa sorrir.
Fale ô meu amor, pois preciso saber,
Para que assim eu possa escolher.
Vou viver agora a solidão do anoitecer,
Para nunca mais me esquecer de você.
Meu desejo incendeia todo o seu ser.
Em sua fogueira quero feliz morrer.
Um redemoinho sopra forte sem parar,
O nosso amor é forte, e ninguém pode apagar.
Sigo a esperança em sempre te amar
Onde quer que eu vá, hei de te lembrar.
Ah! o Sol que nasce, é de ouro de orfi,
a lua que anoitece os meus abraços tem o cheiro e a presença de mim.
Saí na madrugada fria sentindo o mar contornando o universo, simplesmente, assim, e os pássaros pela manhã que traz o doce afã que tens a mim, arte que venero.
Você é esse céu e meu mistério, meu caminho sem ser meu fim, sozinho.
Nessas doses de vinho.
Se pode desenhar o natal e pintá-lo com lápis de cor? ladrilhando com meus destinos e bordando com meus sonhos em tingimentos que vão-se desbotando nos painéis de minha vida.
Algumas coisas vamos perdendo e vou enxugando minhas lágrimas com outras lágrimas, vitórias ainda pardacentas no equilíbrio de minhas contradições, e o mosaico tecido de minha vida vai ficando de uma só cor que riscam ilusões.
As lutas vão se borrando e vou contornando os pedaços com altivez e bem disposto, e em cada canto clareando com o suor de meu rosto, só pensando em desistir e tentando mais uma vez.
E se pode desenhar o natal e pintá-lo com lápis de cor? o mosaico pardecido, cinzento, mas, renascido, para mais um ano está colorido, meio alegre e destemido, recosturado de amor.
E se pode desenhar o natal, ainda sentindo dor? disfarçado de alegria e com lápis de cor.
