Eu Amo meus Inimigos

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Você é o sonho mais bonito que meus olhos já viram. Se amar você for fantasia, prefiro viver no mundo da lua do que com os pés no chão sem você.

Confesso o meu crime: amar você. E se houver sentença, que seja passar o resto dos meus dias cometendo esse mesmo erro.

O mundo desaparece quando você chega. Sobram apenas meus olhos famintos, que encontram em você o único banquete capaz de nutrir minha alma.

Hoje acordei com o sol batendo nos meus ombros e, por um instante, a sensação de calor me fez sorrir sozinho. Senti aquela felicidade simples e desarmada que, honestamente, eu só costumava sentir quando era criança — ou agora, quando estou com você.
Sabe, se eu tivesse o poder de embrulhar um dia e te dar de presente, seria um dia exatamente como o de hoje. Um dia onde o céu não tem pressa e a luz faz tudo parecer mais bonito, desde o reflexo na água até o brilho nos seus olhos (mesmo que esse brilho às vezes nos faça lacrimejar um pouco pela intensidade).
Se eu pudesse te contar uma história agora, ela seria curta, sem grandes dramas, mas com um final que te faria sorrir daquele jeito que só você sabe. E se eu tivesse direito a apenas um desejo para a sua vida, eu pediria que o sol brilhasse sobre você o tempo todo. Não só o sol do céu, mas esse calor que você traz para os meus dias e que eu espero conseguir retribuir à altura.
Obrigado por me fazer sentir tão bem quase o tempo todo — e, nos dias em que não sinto, é só lembrar de você que o tempo abre.

Há muito tempo, quando a juventude ainda coloria meus dias, entreguei meu coração a uma mulher incrível. Eu a amava com uma intensidade que as palavras mal conseguem descrever, mas o destino, em sua face mais cruel, traçou caminhos opostos para nós.
Naquele dia da nossa partida, senti como se uma parte vital de mim tivesse sido arrancada. O destino não levou apenas a nossa convivência; ele levou embora um pedaço do meu peito, que nunca mais voltou para o lugar.
Os anos passaram e o mundo mudou, mas, dentro de mim, o tempo parece ter estagnado naquela última despedida. Dizem que o tempo cura tudo, mas, para mim, ele apenas refinou a saudade. Hoje, sinto a falta dela com a mesma força do primeiro dia. Ela continua sendo a dona dos meus pensamentos e a protagonista de todos os sonhos que ainda insisto em sonhar.
Posso ter envelhecido, mas o homem apaixonado que eu era continua vivo aqui dentro, guardando a chama de um amor que nem a distância, nem o silêncio e nem a ausência foram capazes de apagar. Ela foi — e sempre será — o grande e único amor da minha vida.

fechei os olhos. Foi estranho. Em um instante, vi passar tudo o que planejei, todos os meus sonhos e aquela curiosidade boba sobre o futuro. E me dei conta de uma verdade que a gente insiste em esconder sob o tapete: o momento voa. Ele some antes mesmo de terminarmos de senti-lo.
Às vezes me perco na "mesma velha música", correndo atrás de coisas que, eu perdi apenas gotas d’água em um mar infinito. A gente se recusa a ver que muito do que construímos pode cair em pedaços, mas no fundo, o que me assusta não é a fragilidade da vida. O que me assusta é a ideia de desperdiçar o tempo que temos.
Dizem que nada dura para sempre, exceto a terra e o céu. E quer saber? Eles estão certos. Todo o dinheiro do mundo não me daria um minuto a mais ao seu lado se o relógio decidisse parar agora. Eu queria ficar com você pra sempre
Por isso, não quero mais ficar esperando. Se somos "poeira no vento", que sejamos uma dança junta. Que o nosso amor" seja vivido com a intensidade de quem sabe que o amanhã é uma promessa que o universo não tem obrigação de cumprir.
Eu não quero apenas ver a vida passar diante dos meus olhos. Eu quero que, enquanto o vento soprar, ele nos encontre exatamente onde deveríamos estar: um nos braços do outro.

Estou abandonando as redes sociais por tempo indeterminado. Percebi que estava perdendo os meus melhores momentos tentando registrá-los, em vez de simplesmente vivê-los. Onde quer que eu esteja, estarei presente por inteiro, e não através de um perfil.

Tua ausência tornou-se o compasso vazio dos meus dias. Há uma melancolia profunda em redescobrir o mundo sem o brilho do teu olhar para iluminar os pequenos detalhes que só nós sabíamos decifrar. Dizem que o tempo cura todas as feridas, mas, para mim, ele tem sido apenas um relógio parado — um eterno inverno que se instalou desde que nossos caminhos se desencontraram.
​Sinto uma saudade latente da simplicidade de sermos, apenas, um só coração. Daquela época em que a nossa maior promessa era o próximo encontro e o meu tesouro mais sagrado era o som da tua risada, que ecoava como música em minha alma. Perdi-me em labirintos de palavras não ditas e em gestos que o orgulho ou o medo adiaram. Hoje, com a clareza que só a saudade traz, percebo que, no afã de viver a vida, esqueci que o meu mundo só possui sentido pleno quando está ancorado no teu porto seguro.
​Não te peço que apagues as cicatrizes ou esqueças as dores, pois elas também narram a nossa história. Peço apenas que permitas que a ternura prevaleça. Lembra-te do toque que desarmava qualquer tempestade e daquela conexão que parecia ter sido escrita nas estrelas, muito antes de os nossos corações aprenderem a bater.
​Se ainda restar, nas profundezas da tua alma, um pequeno refúgio guardado para o que fomos, deixa-me provar que podemos ser ainda mais. Não desejo voltar para o mesmo lugar de antes, mas sim construir um novo destino, como alguém que finalmente compreendeu o valor inestimável do que possuía e que hoje está pronto para lapidar esse sentimento como o mais raro e precioso dos cristais.
​O meu coração, teimoso e eternamente fiel, ainda pulsa no ritmo do teu nome. Estarei aqui, no nosso cais particular, observando o horizonte e esperando para ver se o vento, em um sopro de misericórdia, decide trazer-te finalmente de volta para casa.

A xícara de café está quente entre as minhas mãos, mas os meus dedos continuam frios. Sorrio para a vizinha que passa pela calçada — um sorriso largo, daqueles que enrugam os cantos dos olhos. Ela acena de volta e comenta com outra pessoa sobre como sou "forte" e sigo em frente "como se nada tivesse acontecido".
Mal sabem elas que esse sorriso é apenas o vidro blindado que segura os meus estilhaços.



Nas últimas semanas, perdi o chão, o teto e o ar. Perdi quem eu mais amava, perdi planos de uma vida inteira e o porto seguro que me mantinha de pé. Quando fecho os olhos no escuro do quarto, o silêncio grita tão alto que chega a doer o peito. A sensação de vazio é um peso físico, uma âncora amarrada à minha alma. Morro um pouco mais a cada amanhecer, mas preciso levantar, lavar o rosto e colocar a máscara da normalidade.


Mantenho-me de pé por pura necessidade, blindando o que restou de mim e protegendo quem ainda depende da minha força.
Mas o mundo lá fora prefere julgar a embalagem a tentar entender o conteúdo. Escuto os sussurros nos corredores, os comentários tortos nas redes sociais e os olhares de desaprovação. Dizem que superei rápido demais. Dizem que sou frio. Julgam o meu silêncio como indiferença e o meu esforço para sobreviver como falta de amor.



Como as pessoas conseguem ser tão cruéis com o luto alheio? Quem deu a elas o direito de medir o tamanho da minha ferida pela quantidade de lágrimas que decido não derramar em público?
A maior lição que a dor me ensinou é que a empatia é o artigo mais raro do ser humano. É muito fácil apontar o dedo para o teatro de alguém quando não se conhecem os bastidores do seu inferno. Ninguém vê as noites em claro, o choro abafado no travesseiro para não incomodar ninguém, o nó na garganta engolido junto com a comida que já não tem sabor.



Se você está lendo isto agora e também carrega um peso invisível, saiba que eu vejo você. Eu entendo o cansaço de fingir que está tudo bem. E para você, que olha de fora e se acha no direito de criticar a postura de quem sofre, deixo um pedido: antes de julgar a forma como alguém reconstrói a própria vida, experimente calçar os sapatos dessa pessoa. Caminhe pelas pedras que ela caminhou. Sinta a ausência que ela sente.




A vida é um soco. Hoje eu choro escondido enquanto o mundo me aponta o dedo. Amanhã, pode ser você a precisar de um abraço que ninguém deu. Se não puder ser abrigo, pelo menos não seja a tempestade na vida de ninguém.

Quem me vê tropeçar nos meus erros não imagina a força que tenho para reescrever meus acertos.

O tempo pode apagar os meus passos no teu mundo, mas não limpa o teu rastro no meu peito; se tudo desabar, lembra que meu amor nunca saiu do lugar.

Meus olhos aprenderam a ver o mundo sem você, mas minha memória se recusa a esquecer o seu traço.

Você não faz mais parte dos meus dias, mas continua sendo a dona dos meus pensamentos mais bonitos.

Meus olhos aprenderam a chorar sem fazer barulho para não assustar a saudade que você deixou morando em mim.

Não sei se os teus pensamentos me visitam, mas os meus fazem morada em você todas as noites.

Queria que visse o céu,
Queria que visse as estrelas
E o pôr do Sol,
Através dos meus olhos.
Que enxergasse a beleza de hoje
E a delicadeza das coisas
Penso, que de onde vê as coisas
Possa ver do lado oposto de mim.
No sono dos deuses,.no sono de Hipnos,
Que estejas tu, nos braços de Morfeu.

⁠⁠Meus pontos fracos são arrogância, teimosia, egoísmo, preguiça e inflexibilidade.

⁠Meus pontos fortes são criatividade, apaixonado, generosidade, caloroso, intensidade, alegria e bom-humor.

As nuvens sem cores, mas puras e límpidas esfregam meus olhos com o anúncio de novas bandeiras para empunhar noutro dia!

São simples os meus sonhos....mas existem.