Eu Amo meus Inimigos
Sem Pressa
Que meus olhos
nunca tenham pressa
quando a beleza quiser
me ensinar a parar.
E que meu coração
nunca se canse
de amar
tudo aquilo que é bom.
Simone Cruvinel
Já que não falas mais comigo
Não falarei contigo também.
Se estas com o coração ferido
Meus sentimentos por ti também.
Caso um dia queira um Amigo
Eu te quero também.
Senhor, arrependo-me dos meus pecados e peço que transformes meu coração; derrama sobre nós a Tua riqueza trilionária para que, com as mãos cheias e a alma limpa, possamos ser canais da Tua benção e transformar vidas em Teu nome. Amém!"
"Sofro injustiças e perseguições que ninguém vê, mas sigo firme protegendo meus sonhos e minha família."
"Sofro calado, cuido dos meus e sigo honesto; cada pedra que jogam em mim vira degrau para o meu sucesso trilionário."
A vida sem você é mais triste.
Meus dias tornaram-se noites,
As noites em dias.
Fui real, verdadeiro me abri demais,
E te perdi,perdi quando deveria te encontrar.
Agora vivo a sonhar, sonhar contigo estar,
Por Lisboa a caminhar e em fotos posar,
Mais com você gostaria de estar,
Só mais uma vez, ao invés de deixar,
O tempo passar e minha Vida levar,
Para algum lugar não sei, só sei que com,
Você gostei de cada minuto que te fez
Sorrir nas fotos que tirei,
para você levar e guarda para sempre
Onde eu queria estar.
Meus dias sem você são um sofrimento.
O amor que sinto é tão forte, tão verdadeiro, que já não consigo ser eu mesmo.
A tristeza me corrói por dentro, por fora me faz sentir culpa por amá-la,
amá-la tanto assim.
Meu amor, de tão verdadeiro, se tornou um desespero, desespero de viver assim.
Meus próximos perderam a confiança em mim por não saber guardar segredo.
Na verdade o que acontece é que sou bom ouvinte, só que os segredos que me contam ao invés de eu as guardar acabo esquecendo, quando, onde, como, porque e o que me contaram como segredo..
No meio ao segredo foram ditas coisas engraçado que não levei em conta a seriedade do conto do segredo, fiquei mas entretido nas piadas do que no segredo..
Mas já aconteceu mesmo..
Não olhe meus olhos
Você não vai ver minha alma
Você vai se afogar
No lago das lágrimas
Que não choro
Se afogar
Sem retorno
Só se afogar
E nada mais
Dentro dos olhos
Dói menos que no coração
prefiro morrer de amor do que de solidão, prefiro guardar meus problemas e contar só para Deus, não sou de fazer amizade facil mas quando fácil jamás abandono um amigo as pessoas pensam que me conhecem mas não sabem um sexto 1/6 da minha história, porque eu deixo que cada pessoa me conheça até um ponto não por orgulho, nem vergonha é só o meu jeito de ser.
Talvez só você compreenda a tristeza nos meus olhos.
Te ver, talvez fosse um alento, para quem há muito já perdeu o rumo.
QUE A PORTA SE ABRA
Senhor, escuta as minhas preces. Abra os meus caminhos. Que a porta que estava fechada ontem se abra para mim...
- Desculpe te incomodar tão cedo.
Com meus dilemas e preocupações
nesse arrastar de um triste enredo.
- Tomo um gole de fé
enquanto engulo a vida
e o dia me convida.
Parece tão clichê falar de dor.
Ao longe uma melodia, quem deu ao vento o som de poesia? Conhece bem meus lamentos. Abotoou um tempo de guerras e misérias, isolada em meu canto assistindo ao nascer de dias.
Quem deu voz aos poetas para expor sentimentos? Conhece bem a escuridão desses momentos. Quem me deu as asas e calçou meus sapatos
sabe bem a dor dos meus passos…
Sigo meus passos pensando no laço, sonhando com o abraço.
Laço que aperta que uni teu corpo ao meu.
Desejo sem fim.
Então sigo meus passos a sonhar e desejar ficar presa neste laço perfeito que sonho um dia unir você em mim.
"A liberdade é como o ar: só se percebe quando começa a faltar!"
Meus amigos, ouçam bem estas palavras!
A LIBERDADE — esse bem supremo, esse sopro divino que alimenta a alma humana — é, muitas vezes, tratada com descuido, como se fosse eterna, indestrutível, garantida!
Mas saibam: nada é mais frágil do que a liberdade quando o povo se torna indiferente!
Assim como o ar que respiramos, ela é invisível, silenciosa, vital!
Enquanto o oxigênio entra em nossos pulmões sem esforço, esquecemos o privilégio de respirar.
Da mesma forma, enquanto andamos, falamos e pensamos livremente, ignoramos o sacrifício de tantos que deram a vida para que hoje pudéssemos fazê-lo!
Não esperem o sufocamento moral, o cerceamento das ideias, a mordaça disfarçada de ordem — para lembrar do valor do ar que respiramos!
A verdadeira vigilância é o exercício diário da gratidão e da coragem!
É a ação consciente de quem entende que a liberdade não se herda: defende-se!
Portanto, reflita!
O que você tem feito com a liberdade que possui?
Tem usado sua voz com responsabilidade, com honra, com propósito?
Ou apenas respira, alheio, enquanto outros decidem o ar que você vai respirar amanhã?
A liberdade, meus amigos, é o oxigênio da dignidade humana!
E quando faltar — ah, quando faltar! — será tarde demais para reclamar.
Por isso, defenda-a HOJE, com coragem, com verdade, com o coração ardendo de amor pelo que é justo e pelo que é seu!
Inspirado livremente em Victor Hugo (tradição humanista), em releitura contemporânea.
Meus amigos, eu desejo, eu afirmo, eu proclamo!
Desejo que você ame, mas que ame de verdade, com convicção, com intensidade, com seriedade!
E que sendo amado, seja digno desse amor!
E se não for amado, que tenha força moral para superar, para esquecer, para seguir adiante!
E que esquecendo, não carregue mágoas! Não!
Porque a mágoa corrói, destrói, enfraquece o espírito humano!
Meus amigos, eu desejo que você tenha companheiros!
Companheiros de verdade! Não oportunistas! Não falsos!
Mas que entre eles haja pelo menos um, UM QUE SEJA LEAL!
E também, meus amigos, é preciso compreender:
a vida exige adversários! Exige oposição! Exige contraste!
Para que você saiba quem é, para que você compreenda seus próprios limites!
Desejo que você seja útil! ÚTIL À SOCIEDADE!
Mas não insubstituível, porque ninguém é absoluto neste mundo!
Desejo que você aprenda a tolerar!
Não a fraqueza voluntária, mas a falha humana inevitável!
E que você compreenda: cada fase da vida tem seu valor!
A juventude tem sua energia!
A maturidade tem sua responsabilidade!
E a velhice tem sua sabedoria!
Não se apresse! Não se desespere! Não se destrua!
Meus amigos, eu desejo também que você conheça a tristeza!
Porque quem nunca conheceu a tristeza não valoriza a alegria!
Desejo que você veja a realidade!
Que veja os injustiçados, os esquecidos, os que sofrem à sua volta!
Porque ignorar isso é negar a própria condição humana!
Desejo que você contemple a vida simples!
Um animal, uma árvore, uma semente!
Porque ali está a verdade da existência!
Desejo que você tenha recursos materiais! Sim!
Porque sem eles não há estabilidade! Não há sobrevivência digna!
Mas que nunca seja escravo deles! NUNCA!
E desejo, por fim, que você ame!
Que construa! Que permaneça! Que resista!
Porque se houver amor verdadeiro, consciência e dignidade…
então, meus amigos… não haverá mais nada essencial a desejar!
Meus amigos!
Prestem atenção!
Não estamos diante de uma reflexão comum,
não estamos diante de um exercício retórico vazio—
estamos diante de uma realidade moral inescapável!
Os tempos mudam? Mudam!
As sociedades evoluem? Evoluem!
Os sistemas se sofisticam? Sem dúvida!
Mas há um elemento— um elemento central, absoluto, irrefutável—
que não se altera!
O juízo sobre as ações humanas!
E não se trata de opinião!
Não se trata de interpretação subjetiva!
Trata-se de consequência!
Está escrito— e quando está escrito, meus amigos, exige compreensão:
“Pesado foste na balança, e foste achado em falta!”
Ora, vejam bem!
Não foi por ignorância!
Não foi por ausência de recursos!
Não foi por falta de oportunidade!
Foi por escolha!
Escolha consciente!
Escolha deliberada!
Escolha reiterada ao longo do tempo!
E aqui reside o ponto central— prestem atenção!
Vivemos na era da informação!
Há conhecimento disponível!
Há normas estabelecidas!
Há sistemas estruturados!
Há mecanismos de controle!
E, ainda assim—
o que se observa?
A erosão da integridade!
A flexibilização da ética!
A normalização do desvio!
E não me venham— não me venham!—
com justificativas frágeis!
Não me venham com determinismo social!
Não me venham com a tese de que o meio define o indivíduo!
O homem íntegro—
é íntegro em qualquer ambiente!
Coloquem-no entre corruptos— ele não se corrompe!
Submetam-no à pressão— ele não se dobra!
Ofereçam vantagens— ele não se vende!
Porque integridade—
não é circunstancial!
É decisão!
Agora, eu lhes faço uma pergunta—
e respondam, não a mim— mas à própria consciência:
Quando foram colocados à prova—
o que fizeram?
Escolheram a conveniência?
Ou escolheram a verdade?
Optaram pelo silêncio confortável?
Ou assumiram a responsabilidade do que é justo?
Porque, ao final— e isso é inevitável!—
Não será o sistema que os julgará!
Não será o contexto que os absolverá!
Será algo muito mais rigoroso—
a coerência!
Coerência entre o que sabiam—
e o que efetivamente praticaram!
E contra isso—
não há argumento!
Não há defesa!
Não há fuga!
Portanto—
Se ainda há entendimento— utilizem-no!
Se ainda há tempo— corrijam o rumo!
Se ainda há consciência— alinhem-na com o que é justo!
Porque o futuro— não é previsão!
O futuro é consequência!
E a consequência começa onde?
No presente!
Na decisão correta!
Na postura firme!
Na integridade inegociável!
Reflitam! Ainda há tempo— mas não haverá desculpas!
