Eu Amo meus Inimigos

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Erros?Eu não os acho ruins,prefiro chama-los de oportunidades.Oportunidades de aprender com eles e não comete-los mais.

Eu olho em volta e não procuro nada. Só porque eu sei que não há nada. Só porque eu sei que o nada que eu quero tá longe de mim.

"Eu sei cansa quem morre ao fim do mês nossa grana ou nossa esperança..."

Eu e essa minha velha mania de pensar que estaremos juntos no final.

Tome as minhas pernas, mas não a minha Bíblia. Eu posso chegar ao céu sem andar, mas não sem a palavra de Deus.

Eu quero ficar perto de tudo que acho certo, até o dia em que eu mudar de opinião.

De vez em quando choro. É bom chorar. Eu não tenho vergonha, mas em todos os momentos existe a certeza de ter feito uma escolha acertada, de estar caminhando em direção à luz. Não nego nada do que fiz, também não tenho arrependimentos ou mágoas: eu não poderia ter agido de outra maneira — mesmo em relação a você — levando em conta o quanto eu estava confuso naquela época. Também já não tenho aquelas queixas infantis, na base do ‘tudo dá errado pra mim’, ou autopunições como ‘eu sou uma besta, faço tudo errado’. Nada é errado, quando o erro faz parte de uma procura ou de um processo de conhecimento. Gosto de olhar as pedras e os desenhos do vento na superfície da água, gosto de sentir as modificações da luz quando o sol está desaparecendo do outro lado do rio, gosto de sentir o dia se transformando em noite e em dia outra vez, gosto de olhar as crianças brincando no corredor de entrada e das palmeiras que existem no meio da minha rua — gosto de pensar que vou sempre ter olhos para gostar dessas coisas, e por mais sozinho ou triste que eu esteja vou ter sempre esse olhar sobre as coisas. Não sei muito, também não tenho muito, também não quero muito, mas estou aprendendo a respirar o ar das montanhas.

Eu podia ser melhor. Uma pessoa melhor, filha melhor, irmã melhor, tia melhor, sobrinha melhor, mulher melhor, mãe de cachorro melhor. Sinto que não sou boa o suficiente, que não faço o suficiente para o mundo. A gente sempre quer mais. Por que, então, não fazemos mais? O ser humano só quer, quer, quer. E a doação onde fica? E a compaixão? E a ação? Acho que todo mundo podia fazer mais. Além do seu trabalho, o que mais você faz? O que faz efetivamente para melhorar o mundo e as pessoas? Acho que falta colocar a mão na consciência. Não adianta tapar o sol com a peneira e fingir que não vê. Precisamos encarar as coisas de frente. Você precisa se encarar de frente.

Meu estranho sono
(27/10/2007)

O meu sono nunca vem quando eu quero
Ele só chega nas madrugadas mais desesperadoras
Naquelas que eu estou sem inspiração
Naquelas eu estou com raiva ou triste
Naquelas que eu preciso desesperadamente dormir
Para ver se o tempo passa mais rápido.

Mas o sono sempre chega nas horas impróprias
Ele vem forte na hora barzinho
No cinema, na hora de ir para um show
E geralmente também não me deixa acordar para ir à praia.

Ah, esse meu sono é louco!
Parece que ele escolhe o dia que quer que eu durma
E quando não quer,
Literalmente fico a ver estrelas.
Vou para a varando e sento com o meu cachorro
Que ironicamente fica dormindo no meu colo
Quando eu não consigo pregar o olho,
Mesmo quando o olho está ardendo de tanto sono.

Talvez o fato de pensar tanto não me deixa dormir
Por isso que escrevo para ver se alivio um pouco a cabeça
Escrevo para parar de pensar e o sono vim.
Escrevo, porque adoro escrever, porque não páro de pensar.
Escrevo, escrevo e escrevo...depois desenho...
Às vezes o sono vem, mas nem sempre...
Aí quando ele não vem
As madrugadas me esgotam
E mais ainda eu lembro de você
Que nunca esqueço, acordada ou dormindo.

Eu sei que dá vontade, mas de que adianta tantas fotos “felizes” e pegação, se antes de dormir você ainda chora? Se acabou, é porque não era pra ser, continuar num relacionamento falido é mais que perda de tempo, é perda de vida.

Hoje eu vou embora, e vou deixar tudo aquilo que eu construi para trás, eu vou pra naão voltar mais. E, desta vez eu não vou deixar pistas para que você um dia consiga me encontrar, eu não vou te deixar um bilhete pra você não me esquecer e continuar a me amar. Eu esto indo embora, por causa de mim, de você, nós. Eu não quero ficar mais um longo tempo aqui, te amando e não tendo você. Eu não vou mais te esperar todas as noites, eu não vou mais querer você por perto.. eu não vou querer o pra sempre. Eu resolvi ir embora, e desta vez eu não vou pedir um abraço antes de partir. Eu quero ir embora daqui...

Eu, quando visto pelo outro.

Quem sou eu? Eu vivo pra saber. Interessante descoberta que passa o tempo todo pela experiência de ser e estar no mundo. Eu sou e me descubro ainda mais no que faço. Faço e me descubro ainda mais no que sou. Partes que se complementam.

O interessante é que a matriz de tudo é o "ser". É nele que a vida brota como fonte original. O ser confuso, precário, esboço imperfeito de uma perfeição querida, desejada, amada.

Vez em quando, eu me vejo no que os outros dizem e acham sobre mim. Uma manchete de jornal, um comentário na internet, ou até mesmo um email que chega com o poder de confidenciar impressões. É interessante. Tudo é mecanismo de descoberta. Para afirmar o que sou, mas também para confirmar o que não sou.

Há coisas que leio sobre mim que iluminam ainda mais as minhas opções, sobretudo quando dizem o absolutamente contrário do que sei sobre mim mesmo. Reduções simplistas, frases apressadas que são próprias dos dias que vivemos.

O mundo e suas complexidades. As pessoas e suas necessidades de notícias, fatos novos, pessoas que se prestam a ocupar os espaços vazios, metáforas de almas que não buscam transcendências, mas que se aprisionam na imanência tortuosa do cotidiano. Tudo é vida a nos provocar reações.

Eu reajo. Fico feliz com o carinho que recebo, vozes ocultas que não publico, e faço das afrontas um ponto de recomeço. É neste equilíbrio que vou desvelando o que sou e o que ainda devo ser, pela força do aprimoramento.

Eu, visto pelo outro, nem sempre sou eu mesmo. Ou porque sou projetado melhor do que sou, ou porque projetado pior. Não quero nenhum dos dois. Eu sei quem eu sou. Os outros me imaginam. Inevitável destino de ser humano, de estabelecer vínculos, cruzar olhares, estender as mãos, encurtar distâncias.

Somos vítimas, mas também vitimamos. Não estamos fora dos preconceitos do mundo. Costumamos habitar a indesejada guarita de onde vigiamos a vida. Protegidos, lançamos nossos olhos curiosos sobre os que se aproximam, sobre os que se destacam, e instintivamente preparamos reações, opiniões. O desafio é não apontar as armas, mas permitir que a aproximação nos permita uma visão aprimorada. No aparente inimigo pode estar um amigo em potencial. Regra simples, mas aprendizado duro.

Mas ninguém nos prometeu que seria fácil. Quem quiser fazer diferença na história da humanidade terá que ser purificado neste processo. Sigamos juntos. Mesmo que não nos conheçamos. Sigamos, mas sem imaginar muito o que o outro é. A realidade ainda é base sólida do ser.

Sem fôlego para pessoas, apenas socos.
O cinismo voltou e junto com ele a ironia.

Que eu enfrente quem tiver que enfrentar . . .

Ser humano significa ter limites. Eu aprendi uma coisa: quanto mais cuidadosamente você planejar, mais coisas inesperadas acontecem.

Sereias Existem

Num mundo gélido e fatídico eu rastejava
Sofria na alma a não calma
Lagrimas eram maiores que sangue jorrava
Putrefações dos corpos pós traumas

Não deixe minha essência fenecer
Amordaçar a minha fúria antes do amanhecer
Coração batendo 4/4 até doer
Sonos atormentados são assim: Dormimos sem nos mexer

Noites? Dia? Não sei discernir
Tento encaixar as palavras para sentir
Agradeço a todos por me agredir
Arranco meus olhos e enxergo melhor, assim eu não consigo fingir

Poderia este, ser um poema de amor, de dor ou de alegria
Mas nenhuma palavra representaria a melancolia
Explode em ondas minhas reminiscências
De pensamentos indubitáveis, totalidades de sombras e aparências

Os queixos tremulam e mãos petrificadas materializam a dor
Fluidos, pensamentos sugestivos e horror
Destituído da essência comum e sem pudor
Neste turbilhão de exageros retrato a nuance do olor

Eu me pergunto sereias existe?
Queria ludibria-me com um canto épico e sombrio
Jogar-me sem noção de dor atraído pelo doce sombrio assobio
Eu me pergunto sereias existe?

Se eu morrer não chore não, é só poesia.

Lô Borges

Nota: Trecho da música Um girassol da cor do seu cabelo.

Algum dia, quando eu estiver terrivelmente chateado
Quando o mundo estiver frio
Eu me sentirei bem só de pensar em você
E como você está essa noite

Onde babaca é estrela, eu prefiro o anonimato.

Vou tentar caminhar, sem precisar te olhar. Já fiquei tempo demais aqui, cansei de te amar. Eu vou seguir, com ou sem você aqui.

E eu… sempre amarei você
Eu… sempre amarei você
Eu espero que a vida te trate bem
E eu espero que você tenha tudo
Tudo o que você sonhou para ti
E eu lhe desejo diversão
E felicidades
Mas acima de tudo, eu lhe desejo amor