Eu Amo meus Inimigos
Você é a flor mais linda e a unica que rego no meu jardim, pois meus dias sem você são ruim, e eu quero viver assim, regando você minha unica flor até o fim.
''Raony Costa''
Eu fui de encontro ao desencontro.
O peso da despedida ainda esta sobre meus ombros...
Você continua indo embora pra sempre.
E esse pra sempre é tão sem fim...
Quer ler meu coração? Olhe nos meus olhos.
Quer me entender? Me escute.
Quer que eu faça tudo isso por você? Permita-me.
(Fabi Braga, 20 abr 2011)
E se eu dissesse que não sou do tamanho dos meus medos e sim dos meus sonhos?
Que eu não gosto dos 'maneiros' prefiro os 'estranhos'?
Já não sinto mais o que eu sentia , o amor já não é o mesmo , meus olhos já não brilham ao te ver, já nem sei quem é você.
Donde eu vim?
CAPÍTULO IV
Na fase das bonecas
Quando criança ainda, lá com meus 6 ou 7 anos de idade, eu não possuía nenhum brinquedo de fábrica. Todos eram confeccionados em casa, em conjunto com as amiguinhas vizinhas, com meus irmãos e às vezes minha mãe tirava um tempo e nos ensinava a fazer algumas coisas interessantes.
Fazíamos bonecas de sabugo. É, sabugo mesmo, aquela parte que sobra do milho seco depois de debulhado. Escolhíamos o maior de todos os sabugos disponíveis no paiol. Cortávamos retalhos de tecidos cedidos por minha mãe, que sempre os tinha guardados numa sacola pendurada atrás da porta de seu quarto de costura.
Escolhido os tecidos, pegávamos a parte mais grossa do sabugo, o que seria a cabeça da boneca, nele colocávamos o tecido na extremidade, como se fosse uma touca, amarrando firme com uma tirinha, para não se soltar ( porque cola nós não tínhamos). Em seguida, escolhíamos outro "paninho"e fazíamos uma saia, pregueada ou franzida, com as mãos mesmo, nada de agulha ou linha! A coleguinha ajudava a amarrar. Com um lápis preto usado ou mesmo um pedaço de carvão, desenhávamos os olhos e com semente de urucum, a boca.
Pronto! Estavam ali nossas bonecas. Lindas! Cada uma com a sua. Diferentes umas das outras, devido a escolha dos retalhos coloridos. Felizes, íamos brincar por horas a fio...
Mas um belo dia, uma priminha da cidade, veio com meus tios nos visitar, trazendo consigo uma boneca de verdade.
Fiquei encantada! Nunca havia visto uma, e tão linda. De olhos azuis e cabelo cacheado!
Daquele dia em diante minha vida mudou. Não quis mais saber de brincar com boneca de sabugo. Eu queria uma boneca de verdade! A novidade mexeu com meus sonhos, até então acessíveis.
Chorava e implorava para minha mãe. "Quem sabe no Natal", dizia ela. Pedir para meu pai, nem pensar! Para ele brinquedo era desperdício de dinheiro. Era o jeito dele ver o mundo infantil...
Posso jurar, foi o ano mais longo de minha infância: Eu queria minha boneca de verdade e ela só viria no Natal.
Chegou o Natal, como tantos outros, mas para mim seria diferente, eu teria minha boneca de verdade. O "talvez" de minha mãe eu esquecera.
Fomos com toda alegria, ver os presentes debaixo da linda árvore natalina, bem cedinho. Cada um procurando o seu, embrulhados em papel comum, mas nosso nome marcado com a letra de minha mãe.
Porém, cadê a minha boneca de verdade? Ela não veio! Ganhei sim uma sombrinha de criança, que no dia seguinte já estava quebrada.
Chorei... chorei... e ainda levei umas boas palmadas de meu pai. Ninguém me consolou!
Acontece que eu só tinha irmãos meninos ao meu redor e duas irmãs bem menores que não compreendiam a minha tristeza. Minha mãe deve ter percebido, mas como nada podia fazer, não deixou transparecer; apenas prometeu-me que daria um jeito, "talvez" na próxima ida à cidade grande, na época das compras.
Isto não me consolou. Foi sem dúvida, o Natal mais triste de minha infância!
** A boneca? Só no próximo capítulo!
mel - ((*_*))
Donde eu vim?
CAPÍTULO IV
Na fase das bonecas
Quando criança ainda, lá com meus 6 ou 7 anos de idade, eu não possuía nenhum brinquedo de fábrica. Todos eram confeccionados em casa, em conjunto com as amiguinhas vizinhas, com meus irmãos e às vezes minha mãe tirava um tempo e nos ensinava a fazer algumas coisas interessantes.
Fazíamos bonecas de sabugo. É, sabugo mesmo, aquela parte que sobra do milho seco depois de debulhado. Escolhíamos o maior de todos os sabugos disponíveis no paiol. Cortávamos retalhos de tecidos cedidos por minha mãe, que sempre os tinha guardados numa sacola pendurada atrás da porta de seu quarto de costura.
Escolhido os tecidos, pegávamos a parte mais grossa do sabugo, o que seria a cabeça da boneca, nele colocávamos o tecido na extremidade, como se fosse uma touca, amarrando firme com uma tirinha, para não se soltar ( porque cola nós não tínhamos). Em seguida, escolhíamos outro "paninho"e fazíamos uma saia, pregueada ou franzida, com as mãos mesmo, nada de agulha ou linha! A coleguinha ajudava a amarrar. Com um lápis preto usado ou mesmo um pedaço de carvão, desenhávamos os olhos e com semente de urucum, a boca.
Pronto! Estavam ali nossas bonecas. Lindas! Cada uma com a sua. Diferentes umas das outras, devido a escolha dos retalhos coloridos. Felizes, íamos brincar por horas a fio...
Mas um belo dia, uma priminha da cidade, veio com meus tios nos visitar, trazendo consigo uma boneca de verdade.
Fiquei encantada! Nunca havia visto uma, e tão linda. De olhos azuis e cabelo cacheado!
Daquele dia em diante minha vida mudou. Não quis mais saber de brincar com boneca de sabugo. Eu queria uma boneca de verdade! A novidade mexeu com meus sonhos, até então acessíveis.
Chorava e implorava para minha mãe. "Quem sabe no Natal", dizia ela. Pedir para meu pai, nem pensar! Para ele brinquedo era desperdício de dinheiro. Era o jeito dele ver o mundo infantil...
Posso jurar, foi o ano mais longo de minha infância: Eu queria minha boneca de verdade e ela só viria no Natal.
Chegou o Natal, como tantos outros, mas para mim seria diferente, eu teria minha boneca de verdade. O "talvez" de minha mãe eu esquecera.
Fomos com toda alegria, ver os presentes debaixo da linda árvore natalina, bem cedinho. Cada um procurando o seu, embrulhados em papel comum, mas nosso nome marcado com a letra de minha mãe.
Porém, cadê a minha boneca de verdade? Ela não veio! Ganhei sim uma sombrinha de criança, que no dia seguinte já estava quebrada.
Chorei... chorei... e ainda levei umas boas palmadas de meu pai. Ninguém me consolou!
Acontece que eu só tinha irmãos meninos ao meu redor e duas irmãs bem menores que não compreendiam a minha tristeza. Minha mãe deve ter percebido, mas como nada podia fazer, não deixou transparecer; apenas prometeu-me que daria um jeito, "talvez" na próxima ida à cidade grande, na época das compras.
Isto não me consolou. Foi sem dúvida, o Natal mais triste de minha infância!
** A boneca? Só no próximo capítulo!
mel - ((*_*))
Para o mar quando eu observar os passaros vão cantar ao meu coração como farei meus pés me conduzirem a vitória eminente e procedente com a cabeça conciente eu irei sempre seguir em frente...
Eu sei que um dia você ouvirá o som do meu pensamento e virá até mim. E quando olhar em meus olhos o seu coração ouvirá apenas a batida do meu, então você saberá que os meus pensamentos chamavam por você durante todos esses anos, mesmo sem conhecê-lo. Nesse dia eu quero ser sua Spalla.
OUTRA VEZ
”Ah você foi o melhor dos meus planos e o maior dos enganos que eu pude fazer”. A música mais linda de todos os tempos toca aos meus ouvidos. Percebo que chove, logo corro para janela a fim de ver ela caindo do céu. Involuntariamente penso no que estou passando. A chuva tem esse poder de trazer suas angustias ou alegrias à tona. Por mais que não queria tu pensas no que estais vivendo de mais difícil.
Penso que o maior dos meus enganos, não é o melhor dos meus planos. Como tu conseguiu estragar tudo? A resposta não consegue vim. Não vem porque não sabes ou não consegues enxergar. Muito ambos. Não saber como viver a dois é o mal do homem moderno. Por que moderno? Os homens de antigamente, os da época de meu pai, eles cresciam com um pensamento na cabeça, ser o homem da casa. Hoje, os “homens” não sabem se quer fazer sua companheira feliz.
Mas existem relacionamentos onde os dois são felizes, sim existem. O grande problema é que eles não descobriram a vida a dois. A vida a dois tem que subtrair o eu, e se tornar apenas um, NÓS. Mas para que isso exista, para que o EU saia e dê espaço ao nós é o grande problema.
Viver a dois exige que ambos tenha uma paciência que antes não se experimentava na sua vida sozinho. Um trabalho cognitivo de entrar na intimidade do outro encontrando suas fechaduras e de qualquer forma descobrir sua chave. Exige que abdiquemos hábitos e temperamentos para não machucar sua parceira.
Tu fazes uma reflexão sobre o que tu queres e ver que, é isso que quer, mas não sabes como fazer. Adianta? Claro. É um passo pequeno, para o grande decisão que prestes estais a tomar. Sua vida vai mudar, seus hábitos mudarão, seus pensamentos se modificarão e se tu não acompanhas-te esse desenvolvimento que tua vida te disponibiliza, esse aprendizado que ela te exige que tenhas. Sabes que agora tu não pensas no Eu, e sim no Nós e que compreendeis que se o NÓS não for igual ao EU, tu não estais contribuindo pra que dê certo.
A chuva vem diminuindo e o sono vem cehegando, mas a pergunta que fica:
ESTAIS DISPOSTO?
" Deus um dia me disse para colocar a mão dele em todos os meus erros e meus pecados, eu disse: está aqui Senhor, eu não sou Pedro, Paulo, Francisco, Benedito, Natanael, Sebastião, eu não sou nenhum desses Santos nem outros Santos, eu sou aquele que Tú amas, eu sou aquele que te engana e sente vergonha de te encarar, eu sou aquele fujão parecido com Adão que ouve de longe o teu grito, onde Estás? Deus, eu sou este, eu sou isto uma lágrima disfarçada, uma criatura descarada, mais Deus eu te quero cada vez mais e mais."
Beijo-a no sono — beijo-a
mentalmente não vá eu acordar
a luz dos meus dias.
Eu dormiria fácil nos teus braços,enquanto vc acaricia meus cabelos e me fala o quanto foi bom me conhecer,eu te olho,e no meu silêncio está mais que claro que eu sinto tanta coisa que não consigo sequer falar,então eu fico ali,te olhando,e entre tantos pensamentos que passam na minha cabeça o que fala mais alto é: me ama,me ama como eu te amo. Você pega no sono e eu continuo ali,com a cabeça no teu peito,e nesses momentos que eu vejo que não há nenhum outro lugar no mundo que eu gostaria estar.Pego no sono do teu lado,e é quando eu sinto que depois de tanto tempo encontrei meu ponto de paz.
Eu acreditei.joguei todas as minhas cartas,cruzei meus dedos,pedi as estrelas cadentes que eu via cruzar o céu,juntei trevos de 4 folhas...Até que eu percebi que quando tem que dá certo simplesmente dá,não tem que apelar a sorte,cartas,tarô,Búzios.quando as coisas tem que acontecer elas acontecem,e eu não preciso forçar pra que elas aconteçam.
Valeu te conhecer,te ter,você que só existia em meus sonhos,agora é algo tão palpável,tão real.Se eu pudesse eternizar todos esses momentos que passamos juntos...Cada risada que você arranca de mim, o brilho dos meus olhos que só aparecem quando te olho,meu coração que acelera quando teu corpo encosta no meu.Isso TUDO consegue ser mais bonito do que qualquer sonho que eu ja tenha sonhado um dia..Agora só quero sonhar contigo,um futuro lindo que antes era preto e Branco,e agora podemos. colorir do jeito que a gente quiser.
Perdoe, os meus quadradilhos versos. O amor, um abraço, e, um beijo, nada disso eu te peço, mas o meu coração se alegra e produz, quando você fala que me ama pelo nome de Jesus.
Você sempre teve nome, e eu não sei se é ventania ou brisa, fúria ou calmaria...
Nos meus versos te chamo Amor.
