Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
Se ainda não tivessem dado nome á felicidade, hoje ela seria batizada por mim, pois, felicidade é o nome que se pode dar ao que eu estou sentindo!
Muitas vezes nós pensamos que a felicidade só existe para os outros, mas, aí é que nós nos enganamos, porque ela sempre está do nosso lado, basta sermos sensíveis o suficiente para poder percebê-la. Não sei, mas o que pode fazer uma pessoa feliz de verdade, é muito menos do que todos imaginam.
Tudo o que ainda faz você sofrer é mais forte que você. Antes de vencer uma adversidade, é preciso vencer a dor que ela infunde.
Amo esse reino dos sonhos
onde você ainda cresce
Essa luz nos meus olhos
onde você aparece
Estar ainda viva
que assim a vida não te esquece
... Ainda que tenhamos muitas dificuldades e provações em nosso cotidiano ... o melhor que podemos fazer é seguir sempre confiante de que dias melhores virão ... mantendo a esperança e alegria eternamente fortes em nossos corações ...
Ainda dói, né?
Mesmo que você não queira, quando encosta na ferida, dói.
Isso porquê a ferida ainda está recente.
Mas calma, que daqui um tempo isso tudo será apenas uma cicatriz.
Alguns ainda nos perguntam: o que vocês querem? Respondemos com três palavras que resumem nosso programa todo. Aqui estão elas: Itália, República, Socialização… Socialização não é nada mais que a implantação do socialismo italiano.
Sobre um Poema
Um poema cresce inseguramente
na confusão da carne,
sobe ainda sem palavras, só ferocidade e gosto,
talvez como sangue
ou sombra de sangue pelos canais do ser.
Fora existe o mundo. Fora, a esplêndida violência
ou os bagos de uva de onde nascem
as raízes minúsculas do sol.
Fora, os corpos genuínos e inalteráveis
do nosso amor,
os rios, a grande paz exterior das coisas,
as folhas dormindo o silêncio,
as sementes à beira do vento,
- a hora teatral da posse.
E o poema cresce tomando tudo em seu regaço.
E já nenhum poder destrói o poema.
Insustentável, único,
invade as órbitas, a face amorfa das paredes,
a miséria dos minutos,
a força sustida das coisas,
a redonda e livre harmonia do mundo.
- Em baixo o instrumento perplexo ignora
a espinha do mistério.
- E o poema faz-se contra o tempo e a carne.
Não precisava de um cara para me completar. Nunca tinha precisado. Apenas não havia tido ainda oportunidade de descobrir isso. Mas agora eu sabia.
PORQUE AMO VOCÊ?
Ainda não descobri porque amo você
Mas até descobrir vou fazendo minhas deduções
Seria por causa do seu cheiro gostoso?
O mesmo que estou sentindo neste momento
Mesmo estando a quilômetros de distância
Ou seria por causa da sua beleza?
Afinal uma menina linda assim
Faz qualquer homem se apaixonar à primeira vista
Às vezes acho que é por causa do teu sorriso
Meigo, sincero, divertido, gostoso...
Esse mesmo que me deixa cada vez mais apaixonado
Não posso me esquecer de falar dos seus olhos
Talvez sejam eles os culpados por tanto amor,
Pois cada vez que me olham, huummmm...
Mas, sendo sincero, deve ser por causa disso tudo junto,
E mais uma porção de coisas que posso citar aqui...
Mas que prefiro dizer no seu ouvido...
“A tua atitude emerge do que costumas dizer: ‘Ainda sou capaz de utilizar quem é por mim. Mas prefiro, por comodidade, mandar o meu adversário para o outro campo e abster-me de agir sobre ele, a não ser pela guerra’.
Ao proceder assim, não fazes mais que endurecer e forjar o teu adversário.
E eu cá digo que amigo e inimigo são palavras da tua lavra. É certo que especificam qualquer coisa, como definir o que se passará se vos encontrardes num campo de batalha, mas um homem não se rege só por uma palavra. Sei de inimigos que estão mais perto de mim ou que me são mais úteis ou que me respeitam mais do que os amigos. As minhas faculdades de ação sobre o homem não estão ligadas à sua posição verbal. Direi mesmo que atuo melhor sobre o meu inimigo do que sobre o amigo: quem caminha na mesma direção que eu, oferece-me menos oportunidades de encontro e de troca do que aquele que vem contra mim, disposto a não deixar escapar a mínima palavra ou gestos meus, que lhe podem sair caros.”
Antoine de Saint-Exupéry, in Cidadela
Coração aflito por não te ver chegar, ainda sinto. Sinto você distante mesmo com os passos em minha direção. Meu coração dispara quando ouço o barulho das chaves sabendo que está chegando até o portão, dispara quando consegue chegar até mim mesmo com a distancia que nos mantém presos um ao outro. Coração dispara quando longe está e no dispositivo móvel aparece na barra de notificação o teu nome para me dizer para estender as roupas que estão centrifugadas na máquina que as deixou batendo antes de sair. Batendo está também meu coração feito um motor á base de amor, bate tanto que tenho medo de ser um problema de saúde, mas pode ser apenas saudades, pode ser cardio-do-amor, da falta. Mas a única coisa que não falta é aquele frio na barriga ao te ver chegar, seja lá onde for, como for, com as chaves nas mãos ou com uma pequena flor que tenha pego no jardim por onde passa todos os dias quando volta pra casa, seja lá como for, ainda sinto, e sinto muito com o coração cheio de batimentos de amor por você.
Gosto de dizer ainda que a escrita é para mim o movimento de dança-canto que o meu corpo não executou, é a senha pela qual eu acesso o mundo.
Às vezes paro, penso, analiso o mundo, e chego à conclusão que ainda se tem razão pra viver. De repente me vem o toque, sim ainda tem, você.
