Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
O que muita gente ainda não entendeu é que o politicamente correto não passa de uma mordaça política marxista e da elite burguesa. O politicamente correto não está nem ai sobre o conteúdo da discursão, mas é sobre quem está expressando as ideias. Portanto, o politicamente correto é uma mordaça para quem pensa diferente da esquerda e da elite burguesa.
Quem caminha na vida sem perdoar o próximo, demonstra que ainda não experimentou da imerecida Graça de Deus.
Números 13.1-33. É possível ser escolhido, ter talento, ter capacidade, e ainda assim fracassar na missão dada por Deus. Moisés escolheu doze homens que tinham características especiais e específicas para a missão, mas a maioria fracassou. Portanto, um líder por mais que seja de Deus, pode fazer escolhas que terminem em fracasso, mas isso não o desqualifica para liderança, assim como Moisés não foi desqualificado depois desse episódio.
Muitas lideranças ainda não entenderam que a sociedade não escuta somente o que elas falam, mas escutam principalmente o que elas vivem.
Gênesis 15.1-6. Deus falava de nações com Abraão quando ele ainda não tinha nenhum filho. Antes de realizar o sonho de Abraão, Deus o ensinou a sonhar mais alto, contando as estrelas. Primeiro Deus vai te ensinar a sonhar na realidade Dele!
Muita gente ainda não consegue diferenciar Igreja de igreja! Outro erro é confundir desigrejados (grupo de pessoas que não congregam e nem cultuam Deus na instituição ou com outras pessoas) de desinstitucionalizados (grupo de pessoas que congregam e cultuam a Deus fora de uma instituição).
Mas vamos lá:
O templo é o espaço onde a Igreja (gente) se reúne. O CNPJ é natureza jurídica e legal da Igreja (gente) no mundo. O estatuto social é o meio pelo qual a Igreja (gente) se relaciona interna e externamente na sociedade. A denominação é a identificação da Igreja (gente). Os santos (Igreja gente) são o corpo de Cristo pelo qual Deus se move no mundo.
Há muitas pessoas inteiras por fora, mas quebradas por dentro. Algumas, por um milagre, ainda conseguem sorrir, se relacionar e trabalhar, mesmo quando a vontade era desistir de tudo. Por isso, valorize cada esforço das pessoas, pois não sabemos as suas lutas diárias.
O que a maioria das pessoas ainda não discerniu, é que as atuais agências de checagens operam nos moldes das temidas Gestapo e KGB. Será questão de tempo até essas pseudos agências checadoras de fake news terem seus poderes ampliados e começarem a perseguir todos que não se alinham ao programa de controle social dos grupos elitistas que elas representam.
O que os oportunistas gospels e os “especialistas em avivamento” ainda não entenderam é que Asbury não é para gente como eles. Lá não têm palcos, holofotes, cachês, idolatria, confissões de fé, engessamento denominacional, mas apenas uma reunião simples diante do qual estão pessoas sedentas por Deus. É só isso. Voltem para suas empresas da fé e seus mausoléus cessacionistas e deixem Asbury em paz.
Tem promessas em nossas vidas que Deus adia porque não amadurecemos ainda para recebê-las (Gl 4.1-2).
A humanidade ainda não aprendeu a lição que o processo histórico está sempre pronto para se repetir assim que distrairmos com nossa liberdade. Os homens maus (controladores do mundo) não somem num piscar de olhos, como em um passe de mágica; eles apenas se escondem nos bastidores da vida, se adaptando e aguardando uma nova oportunidade de controlar o mundo.
Muitos líderes ainda não entenderam que o chamado pastoral corresponde a SERVIR e a não a ser SERVIDO.
O que muitos ainda não entenderam é que o mundo já não suporta mais uma Igreja Bíblica! É por quê? Porque essa Igreja tem uma mensagem que denuncia o modo degenerado em que esse mundo vive. Estamos às portas de uma nova perseguição nos moldes dos imperadores romanos.
O que alguns teólogos e filósofos ainda não entenderam é que a Escritura é ontologicamente superior à razão humana.
Quem sai murmurando que não gostou do culto, ainda não entendeu que o culto não é para homens, mas para Deus.
(Salmos 95.6-7)
O que muitos calvinistas ainda não entenderam é que um presente pode ser infalível por parte do doador (Deus) e mesmo assim rejeitado e/ou negligenciado pelo receptor (homem caído).
Ainda Sobre o Camelo e o Fundo da Agulha
E a tal porta chamada “fundo ou olho da agulha” que os “teólogos” moderninhos especulam?
Primeira objeção: A hipótese moderninha de que, em Jerusalém, havia uma tal PORTA chamada “fundo ou olho da Agulha”, ao lado do portão principal, muito estreita, em que um camelo só poderia passar despojado de toda sua carga se encontra onde? Onde estão os vestígios dessa tal PORTA? Qual historiador da época falou sobre ela?
Segunda objeção: Se existiu mesmo a tal porta, como os camelos entravam nela, sendo que nos dias do shabat os portões da cidade ficavam fechados para consagração do dia e evitar a entrada de pessoas e comerciantes nela?
Terceira objeção: Caso esse “fundo ou olho da agulha” fosse uma porta como muitos teólogos moderninhos defendem, seria DIFÍCIL a passagem de um camelo, porém não o IMPOSSÍVEL dito por Jesus. Assim, um rico se salvar seria DIFÍCIL, mas não IMPOSSÍVEL.
Quarta objeção: Porque Pedro ficou surpreso e concordou com a metáfora de Jesus se existia a tal porta? Porque Pedro chegou à conclusão que tal feito seria impossível? Porque Pedro disse que haviam largado TUDO por Jesus se existia tal porta ou olho?
Quinta objeção: A teoria moderninha de que a tal porta ou olho de agulha existe no muro de Jerusalém, através do qual pudesse passar finalmente um camelo, depois de muitos puxões, esforços e empurrões, só levaria a conclusão de uma salvação por obras, o que é contrario ao ensino das Escrituras, pois a salvação não é uma realização humana, do princípio ao fim, ela é obra de Deus.
Sexta objeção: Quanto à possibilidade que a expressão camelo, que no grego representa uma pequena modificação de “Kamelos” para “Kamilos”, tratando de uma corda grossa ou um cabo, cai por terra, pois o texto grego de Mateus 19.24 e de Marcos 10.25 fala de uma agulha usada com linha, enquanto que o de Lucas 18.25 usa o termo médico que indicava uma agulha usada nas operações cirúrgicas. É evidente que ali não é considerada nenhuma portinhola, porta ou olho, mas sim, o pequenino buraco de uma agulha de costura.
Porque Jesus fez essa metáfora? Porque na sociedade judaica daquele período, as riquezas eram identificadas como um sinal da aprovação divina e que pobreza era maldição, ou seja, para eles, as chances de um rico ser salvo eram muito maiores.
Portanto, Jesus, em suas parábolas metafóricas, se utilizava das coisas e circunstâncias com as quais o povo convivia, para facilitar o entendimento. Assim, fez a parábola do camelo e o fundo da agulha para representar a dificuldade que seria de um rico se salvar. Essa foi uma metáfora para ilustrar coisas impossíveis para os homens, mas possíveis para Deus!
Agradeço a oportunidade, Marcelo Rissma!
Os que vivem satisfeitos nesse mundo caído são aqueles que ainda não tiveram um encontro real com Cristo.
