Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
Será que ainda vai existe
Alguém que mande no coração?
Ou tudo isso vai continuar sem solução
Pois é muito dificil
Não ter controle sobre o que é preciso
É preciso saber amar
É preciso saber de quem gostar
Mas o coração nunca te deixa enxergar
O que é perfeito para sua vida
Ele procura amar
Aquela pessoa que não se pode amar
Ele procura se apaixonar
Por pessoas proibidas
Quando será que vamos encontrar
Alguém que esse coração possa dominar?
Vou morrer e essa pergunta jamais vai ser respondida.
Darei o melhor de mim para você
Apesar de ainda não te ter
Inesquecível será nossos momentos
Amor vou construir com você
Não vou desistir até te ter
Esperança sempre é a última que morre.
Talvez tudo ainda seja muito incerto
As vezes pensamos muito no passado
Nesse pensar esquecemos do futuro
Inviabilizando nossa felicidade
Amor, vamos viver sem medo.
Amo a todos com intensidade
Nunca desprezo a presença das pessoas
Ainda mais quando são verdadeiras comigo.
O melhor de Deus na nossa história ainda está para vir. Ele tem planos profundos para nossa vida. E nós nem imaginamos o que Deus tem preparado na construção da nossa história.
Viver é sofrer, sorrir, chorar, se alegrar e perceber que ainda respiramos pela graça do Eterno dentro de nós.
Affectus vem do latim e significa afeição, mas o sentido é mais profundo ainda. Significa a maturidade espiritual, ou seja, o estágio que se segue à contrição. É o desejo espiritual que vem do coração humano, o desejo que vem do interior do nosso ser. Affectus é o sentir com Deus, affectus representa uma ligação incondicional com o coração e a vontade de Deus. Quando perdemos o affectus por Deus deixamos de tê-lo em primeiro lugar no nosso coração.
Mal as vaidades desse mundinho belicoso me arranha o emocional, mergulho mais fundo ainda nos labirintos do universo para ver o incômodo todo transformado na preocupação ridícula com uma briga de formigas.
Ingenuidade? Esse não é o refúgio da inteligência. Hermetismo? Menos ainda, pois que revela a limitação própria dos arrogantes. Entre a credulidade e o ceticismo é que as verdades do universo buscam abrigo, pois a lógica cobra análise antes de aceitação, e a rejeição ao improvável não se justifica por crenças instaladas ou pela ausência delas. Ninguém sabe o bastante para transformar seu pensamento unicelular no resumo do Cosmos.
Estás descobrindo que ainda não aprendeste nada sobre a vida? Então aprende mais uma coisa: o ato de viver é uma guerra na qual terás que enfrentar gigantescas e dolorosas batalhas – algumas mais fáceis e outras terrivelmente difíceis – e onde não és posto guerreiro; precisarás aprender a sê-lo por ti mesmo se quiseres sobreviver pelo tempo que te foi dado. Mas não te exasperes nas em que amargaste a derrota, pois estas é que te deixarão capaz de enfrentar as que ainda estão por vir. Lembra apenas de que a ira das guerras é combustível apenas enquanto dura a batalha e, depois dela, veneno, para que não a retenhas em ti como medalhas de bravura. Ao fim de cada batalha dedica teu tempo à cura das feridas e deixa a guerra dentro da guerra, caso contrário a perderás para ti mesmo.
Ainda me dizes que te decepcionas? Ó tola carência humana de ser levada a sério, quando tua extensa trajetória já deveria ter-te convencido de que a natureza humana não é séria!
O naturista, para a sociedade que ainda precisa de regras para exercer o respeito, é esse pioneiro para uma futura geração de cidadãos mais saudáveis, num mundo onde o respeito mútuo está diretamente ligado aos valores que as pessoas desenvolvem, e não aos limites artificiais impostos de fora para dentro.
As suas palavras ainda estão gravadas na minha mente, repetindo várias e várias vezes sem nenhum pudor. Para minha maior inspiração, que compartilhamos o nosso desgosto com gosto salgado das lágrimas:
Fizemos o melhor que pudemos, o melhor que conseguimos.
Pessoas só enxargam aquilo que lhes convém, rotulando e sendo rotulados, cegados pela ganância, vivendo na cidade cinza igualmente seus corações.
Merda de ciência que ainda é incapaz de me fazer esquecer. Os borrões pretos presentes na minha memória me impedem de me fazer lembrar, os espaços vagos ainda me causam agonia, por saber que neles há algo de bom que com o tempo esquici e aprendi a aceitar a não conviver mais com eles.
Ainda que se mostre inteligente para definir objetivos e montar seus planos, o aético é um ignorante funcional, uma vez que não consegue distinguir certo de errado. Daí porque se mostra potencialmente mais perigoso que o antiético, que pelo menos é consciente o bastante para não colocar a mão num vespeiro com maior potencial agressivo do que o dele próprio.
Ainda que passe tal impressão, arrogante é quem se arroga uma competência que não possui, ou esteja imbuído da pretensão de mostrar o que não consegue se impor como verdadeiro. Quem possui o conteúdo que exibe pode não agradar os desprovidos dele, mas nunca poderá ser taxado de impostor, ou ter subtraído o seu legítimo valor.
Ainda sonho com um mundo onde qualquer pessoa não precise mais temer expressar-se de forma diferente da maioria porque simplesmente não haverá mais minorias, mas tão somente igualdades. Onde as críticas não mais se voltem para o tema abordado na obra – que será apenas um dentre tantos possíveis – mas para o talento do autor ao criá-la. E onde este último não precise abrir mão desse talento por conta de pensamentos pequenos que não tiveram o mesmo privilégio com que o universo o presenteou para seguir em frente. A carruagem irá sempre preservar sua nobreza, independente dos cães que ladrem enquanto ela passa.
