Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
Hoje acho que envelheci dez anos,decepção,tristeza,ingratidão,ter que calar para não sofrer ainda mais,por mais que vc faça nunca será suficiente,então resolvi que vou rejuvenescer aqueles dez anos que envelheci,pois tudo tem um porque e a resposta virá no tempo de Deus! E esperar pelo tempo de Deus tem que ser com alegria no coração e Fé!!!!!!!!!!!!
Só peço sua certeza de hoje, ainda que mude amanhã. A dúvida é eterna, corrói a alma, empaca a vida e empata a foda. E o pior, me alucina!
Um livro será sempre útil, ainda que seja, na pior das hipóteses, ser considerado como material reciclável.
Ainda lembro do seu cheiro,do seu jeito,do seu beijo,das mordidinhas no pescoço,das risadas atoa.. Ainda lembro de tudo. Mas o que eu queria, era que essa lembrança parasse de insistir em procurar por nós dois.
Se tivesse escrito uma canção
Que me fizesse lembrar o teu sorriso
Que ainda guardo em minha memória
Que ainda permanece comigo
Mas o tempo passa tão rápido não ?
Nunca paramos para conversar
Não se pode voltar no tempo,nem na mesma hora
Mas podemos inventar um novo momento, escrever uma nova história .
Promete que nos veremos logo?
Que os nossos caminhos se encontrarão novamente ,
Que a distância não vai impedir
E que não vou perdê-la de vista de repente
As flores que eu encontrar no caminho
Vou guardar as melhores que eu conseguir
Pra poder lembrar de você
Pra poder te fazer sorrir ...
"...e no final da história, se pôde aprender que, na vida, há muita poesia, embora ainda a dor exista, pensou a menininha." #micro_conto
"Homenageai alguém ainda quando se faz presente, assim lhe dará a oportunidade dê-lhe agradecer, se um dia ela vir faltar você jamais viverá na ignorância dos tolos e lhe guardará nas lembranças".
E quando você desmarca, por um motivo tão tão justo... deixa pra depois, afinal ainda estarei aqui, talvez. Depois, amanhã é logo ali. Depois de hoje... deixa pra depois!
Eu realmente me sinto ligada a ti!
Agarre-se aos teus sonhos!
As pedras sempre existirão e ainda sim aprenderemos muito com elas. E o que tem a ver está história com as pedras? Explico.
É a cada tropeço ou queda que levantamos e erguemos a cabeça pensando em um futuro que sonhamos com dias bons!
Nem melhores, nem piores. Mas apenas bons!
É a vida, onde contamos uns aos outros nossas dores e alegrias num sobreviver constante às nossas mazelas.
Mas, é a vida!
Não pense que seria diferente, pois ilusão é bom, mas desilusão é dolorida.
O caminho é grande, é cheio de curvas e na caminhada perdemos muito.
Perdemos amores, magoas e queixas, caras alegres e tristes.
Perdemos amigos quase irmãos.
Perdemos a confiança, mas logo recuperamos.
Perdemos algo que nem sabemos, mas é a vida!
Porém, é a mesma vida que nos empurra pro abismo para nos tornar mais fortes, para nos compromissar com o novo sem nos acharmos impotentes ou incapazes...
Acredite sempre em sua força de superação pois ha sempre uma reserva e uma fé inabalável em quem nos pôs na terra para sermos verdadeiros gladiadores ao qual louvamos de chamamos de Deus.
Pense...
É bom controlar seus medos, caso contrario eles o sucumbirão e o que é pior tornando-se reais.
Quando as coisas vão mal, precisamos ter um momento para agradecer todas as outras coisas que ainda estão indo bem.
"Essa é mais uma daquelas histórias sem final feliz, uma vez que ainda não teve fim. Mais uma história quanto tantas outras que vagam pelo universo, cercada de caminhos cruzados e situações antagônicas.
Não lembro ao certo como começara o envolvimento entre Maria Beatriz e Pedro Henrique, e não faço muita questão de recordar. Creio que fora em uma festa a qual ele se interessou nos fios do cabelo loiro dela e ela se encantou por aqueles olhos verdes. Trocaram telefones, toques imperceptíveis e risadas esbaforidas. Ele a convidou para uma bebida em seu apartamento, contudo pela primeira vez, sentia-se estranho por não invitá-la com segundas intenções. Maria Beatriz lembrava sua ex-namorada, todavia possuía um certo mistério que a tornava interessante e diferente das outras. Ela, por sua vez, não era aquele tipo de garota fácil que aceitava visitar o apartamento de um desconhecido. Mas algo a instigou a ir. Pelo meio do caminho discutiram sobre o melhor álbum do Metallica e ela ria descontroladamente pela mania que Pedro Henrique tinha de fazer sons estranhos com a boca quando faltava-lhe assunto. Subiram as escadas em silêncio e ao chegar na porta de número 13, Pedro Henrique a encarou por alguns segundos. Maria Beatriz sentia-se incomodada com encaradas bruscas, tomou a liberdade de virar a chave e abrir a porta como se frequentasse a casa de um velho amigo, gostou do que viu e surpreendeu-se com a organização do tal local. Em meio a vinhos e risadas surgiu aquele tipo de envolvimento manso, e de certa forma estranho, dócil e fugaz, deixando aquela sensação de querer novamente. Maria Beatriz acordara cedo e não sabia exatamente como agir com o menino que dormia ao seu lado. Que angelical. Ela queria poder sair correndo ou que o chão se abrisse no meio do quarto. Será que ele gostava de café na cama? Não Maria, não. Ela queria poder voltar a esse espaço em alguma outra oportunidade, então "esquecera" o casaco propositalmente em cima do sofá laranja. Passou-se um tempo. As visitas eram constantes, assim como as idas ao cinema, restaurante, shows, peças de teatro, enfim. Era um mundo novo para Pedro Henrique, Maria Beatriz era como aquela amiga de infância que ele nunca tivera, era aquela amizade colorida a giz-de-cera, meio borrada e com traços não tão definidos assim. Ela pensara em esquecer o casaco novamente no apartamento dele para assim ter sempre um motivo que a fizesse visitá-lo e cuidá-lo. Mas ele era mais esperto, preferia que, ao invés de esquecer o tal casaco, ela pudesse se esquecer um pouquinho por ali. Era tudo uma grande brincadeira. Com o tempo, ela pegou a mania dele de dormir com os pés descobertos, já ele, não passava mais nenhum domingo sem ouvir Florence and the Machine no volume máximo. Ah esse circulo vicioso de imperfeições que unidas formam um ser quase perfeito. Ele gostava do cabelo dela bagunçado pela manhã, entretanto gostava mais quando o mesmo fazia a bagunça. Maria Beatriz vestia suas camisas e ficava abismada com a capacidade dele de jogar as toalhas molhadas em cima da cama. Não, eles não moravam juntos, muito menos tinham algum relação.
Ela tinha medo de que ele não conseguisse explicar o que ela queria entender, ele tinha receio de que ela entendesse o que não tinha explicação. Amor? Não. Era um esquema mais simpático. Amor se finda, amizade permanece e cumplicidade, essa sim atravessa as barreiras de um relacionamento comum. Eles sistematizavam a fidelidade como uma camada fina de emoções momentâneas. Utilizavam-se da lealdade como quem respeita a pureza de uma criança inocente. Trocavam segredos, experiências sem sucesso, mas nunca sentimentos mais fortes, era a regra numero um da boa convivência impessoal. Maria Beatriz e Pedro Henrique nunca tiveram seus nomes marcados em uma música do Legião Urbana e tampouco combinavam. Eles se perdiam em outras pessoas, mas rapidamente conseguiam se encontrar em um abraço quente. Maria Beatriz não sabia o por quê de ser obrigada a ir ao pequeno apartamento, naquela vila tão distante em outra cidade para conseguir paz de espírito. Talvez o "13" estampado na porta era seu número favorito e a outra cidade seja mais receptiva e tranquila. Ou só talvez, passar algumas horas com aquele amor-amigo servisse como uma terapia de choque, que por enquanto ainda não doía. Por enquanto.
Eles dois eram como aquela mágica de encontrar um novo sinônimo para a palavra Amor a cada olhar que trocavam. Mais do que flechar seu coração, ela alcançou sua alma e acomodou-se por lá. Quem diria hein Pedro Henrique. Quem diria que seu coração bateria mais forte pela menina de sardinhas no rosto..”
Você é ainda uma sementinha.
Semente que faz de mim um ser mais iluminado e amado.Você me traz luz,paz,muita paz
Jardim do Éden é onde estou agora
Para mim você é a alegria.É Sacro.Pra você eu cantaria uma canção que falasse de Flores,quem sabe "Alecrim,alecrim dourado."Até que em meus braços você adormecesse.
É...eu ainda não te conheço,mas te amo
E penso que a minha vida será dedicada a você.
Que chegue logo seu tempo
Pela primeira vez sinto como que se nove meses fossem anos.
Anseio que esteja em meus braços.
Bendirei sempre essa gravidez.
Filha(o)você é amada (o).
Ele ainda acreditava no amor
Embora assistisse toda desilusão
Mesmo se decepcionando com as pessoas
E que a futilidade para alguns tem valor.
Para ele, crer no amor as vezes é força
É um objetivo primário e samaritano
Uma energia conhecida por quem se esforça
Num mundo que insiste em engano.
Por horas se pode titubear
Mas não desistir também é ter fé
Se a maldade não se pode frear
Ele estará ali remando contra a maré.
(Livro de Minha Autoria, ainda esta sendo Elaborado, esse é um dos textos que contém nele)
Livro: A Vida e a "Cidade que não volta" - Newton Brito
O Amor Seria algo Ultrapassado?
Toda a Natureza Me Leva a você
Da Pureza Das Arvores a Imensidão do Céu.
Me Sinto APAIXONADO e ao mesmo tempo confuso,
Me Questiono Perdidamente por um Longo Tempo
Se O Ato de "Apaixonar-se" Se tornou algo Anacrônico.
Acredito que a Razão
É Algo que Surge com você,
Assim Como esse Poema Surgiu através de me
Algumas pessoas surgem em Nossas Vidas
Com Muito amor, Carinho, Encanto...
Vivemos a Historia até que Nós questionarmos:
"Será que é o melhor pra mim?"
Desistimos, Lançamos criticas, Deixamos Tudo de lado
E Assim é dado o Ponto Final.
~ Newton brito ~
“Mesmo depois de anos ainda lembro de você, e ainda sorrio ao escutar seu nome, se isso não é amor, por que diabos não consigo te esquecer?”
