Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
VAMOS FAZER MAIS SARAUS?
Tenho falado muito sobre um costume sadio e divertido que aprendi com meus avós Mineiros, que é FAZER SARAU.
O Sarau é uma reunião de amigos, em lares, clubes ou lugares públicos, como coretos, bares, postos de conveniência, onde as reuniões são marcadas com antecedência e na maioria das vezes com regularidade de uma semana a um mês e seus participantes podem se inscrever previamente, oferecendo a sua participação, seja em instrumentação musical, bandas, poesias, artigos, debates e qualquer assunto de interesse do grupo.
Em São Paulo, tenho feito diversos saraus, onde as discussões são planejadas com um assunto fixo, com um palestrante, com um poeta ou um músico, ou todos juntos e a plateia debatendo os assuntos ao final.
Como se percebe, cada sarau segue a diretriz que o grupo pretende dar.
"Para que isto?", já me perguntaram e eu queria um minuto da atenção de vocês para justificar o porque da insistência.
Não é novidade que o sistema de vida atual nos faz trancafiados em casa, com medo de marginais, com preocupações de gastos extras, tal o custo de vida, escolas desestimulando os diálogos, mestres mal formados, mal remunerados, recitando as 'cartilhas' de programas escolares (des)educadores, maçantes, criando crianças surdas e incapazes de discordar ou questionar aquilo que creem um absurdo.
Assim estamos ficando anti-sociais, temerosos da exposição do quão pouco estamos sabendo e deixando, como faziam nossos pais e avós de trocar experiências após o jantar, com os vizinhos, enquanto a criançada sadia brincava de esconder e de pega-pega.
O Sarau não é, a priori, um momento exibicionista, mas se soubermos escolher os componentes e até frearmos com educação algum 'sabe-tudo', ele servirá de recreação, como adoçante desta jornada difícil que vivemos e até, porque não dizer um canal para troca de informações e cultura.
Em Belo Horizonte existe um bairro que se transformou na maior concentração de bares por metro quadrado do mundo. Falo do bairro de Santa Efigênia. E lá as variedades oferecidas pelos proprietários, variam desde iguarias saborosas até saraus lítero-musicais. É uma delícia ver a concorrência esmerar-se para se superar.
Isto posto, crio uma questão: Por que não fazer reuniões de saraus com nossos amigos, vizinhos ou outros convidados? Medo de não conseguir um bom resultado?
Medo de ter um gasto para manter as pessoas reunidas? Não conseguir adesões? Não encontrar temas importantes?
E quem disse que estes são motivos para nem tentar? Os medrosos!
As reuniões podem ser feitas em casas de amigos e compartilhadas os aperitivos e refrescos por todos, práticas e com custo baixo.
Os temas podem ser qualquer um que interesse ao grupo. Mesmo que as primeiras reuniões possam ser pouco brilhantes, o 'hábito faz o monge'. Em pouco tempo todos estarão buscando superar-se.
Os assuntos podem começar com leituras e discussões de notícias, depois assuntos pertinentes ao grupo e as experiências crescerão e farão momentos alegres.
As poesias, as músicas entoadas por um participante ou por todo o grupo, a execução musical de um ou mais participantes, o concurso de piadas, de desenhos, de composições poéticas ou literárias, enfim qualquer assunto pode ser animador.
Tendo vivenciado a realização de muitos saraus, a convite de amigos, empresários, bares, ex-cinemas reformados, departamentos culturais, secretarias de prefeituras, percebo apenas algo que deve ser evitado: transformar um frequentador em dirigente do sarau. Frequentemente isto serve para esvazia-lo em pouco tempo.
É preciso que impeçamos formar em nós uma auto-crítica severa, onde passemos a ser 'burrinhos de presépio', sem uma participação efetiva, agradável, onde para compensar o esquivamento, após o sarau começa-se a por defeito nas roupas, atitudes, maquiagem, no 'exibicionismo de alguém'.
Costumo dizer que se for a um sarau apenas para ficar alheio, é preferível bigbrodear na tv minúscula mesmo.
Já participei de saraus, onde o tema daquele dia era sobre os problemas da comunidade, como os seus eleitos os abandonaram e em muitas destas situações eles criaram coragem para buscar métodos de protestos, e até de escolha de novos candidatos.
O nosso silêncio, o nosso medo de errar está ensejando catástrofes nas áreas políticas e somos tratados como serventuários obedientes desta canalha que cresce por causa da nossa omissão, pelo fato de esquecermos o que vem a ser um cidadão.
Muitas perguntas não querem calar em minha cabeça e tem me levado a propalar um pensamento que creio intrigarão a muitos:Como conseguir criar filhos que vençam na vida, se deixam acorrentarem-se com ideias de passividade, de raciocínios cômodos, com: "De que adianta tentar mudar?". Creio e sugiro a estes deprimidos, covardes, que busquem nas listas telefônicas o endereço de uma funerária, para começarem a cuidar de seu futuro.
Gente, o mundo está mudando! Estamos sendo esmagados pela agressão que nos devolve a natureza. Nem sabe-se mais educar os filhos, criados num 'faz de contas', onde para verem os pais com um mínimo de aborrecimento, gastam a mais não poder.
Ensinemos a eles que estamos mudando, que somos gente e que podemos pensar, criar, modificar, exigir um comportamento criativo, com crescimento, sem indolência.
Criar é dar o exemplo!
Para começar, que tal um sarau?
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pinfo@drmarcioconsigo.com
Duvidas constantes me assombravam no passado, com você tenho toda a segurança que preciso para que essas duvidas sumam de uma vez por todas do meu coração.Eu amo a maneira como vivemos e amo a maneira como você me faz feliz, porque não tem felicidade maior do que estar do lado da pessoa que a gente ama, amar você é muito bom, saber que o que temos é pra sempre, é melhor ainda!
Depois que aconteceu,
não quero nem lembrar.
Você pra mim morreu,
Tenho que acustumar
E depois, é normal
Não pode ser tão ruim
Não quero falar mal mais, talvez melhor assim!
Achar um outro alguém
não vai ser fácil não,
Mas ficar sem ninguém
é a pura solidão
Não quero a solidão
Prefiro ate morrer
A furia do meu coração
Não me trará você
Mas, pra que eu vou viver
Se não for, se não for por você
E não dá ja tentei esquecer
Ilusão pra mim é você
É muitos simples para mim, na verdade não gosto de ler.
Não tenho isso como prazer. Tenho como curiosidade é só mais um meio para saber das coisas, Um assunto ou pensamentos. No fim sou egoísta leio por interesse nas respostas que procuro.
Talvez não seja tão egoístas assim, não gosto árvore cortada e muito menos do cheio da tinta no papel.
Por isso quem sabe, quem escreve um livro deve plantar uma arvore e ter um filho. Para tentar se redimir do erro que cometeu. Mostrar ao filho a não os cometer os mesmos erros do pai.
Por isso escrevo na internet.
Que de igual maneira não é nada ambientalista.
Hoje quando acordei pensei na minha vida,
Das coisas que busco, dos sonhos que tenho,
Nos pensamentos que surgem e que se perdem
Ao irem ao seu encontro.
Queria ter o que não tenho aqui,tenho mas não onde estou.
É triste ficar vivendo de lembranças enquanto se pode viver o que é mais lindo viver, o amor correspondido.
A distância não acaba com sentimento apenas intensifica o que sentimos .
Mas vivendo essa ausência,juramos que isso não é verdade.
Com o amor, podemos perder muito e ganhar,
mas o que mais de valor aprendemos ter é a
"PaciênciA" e para aquilo que talvez não suportariamos !
"Sobre o "marketing" tenho muito a falar..
Ele é o produto inicial e final de toda sua personalidade,.
Logo é preciso de uma personalidade como escopo da idéia.
Deste gera ramificações e cria novas personalidades..
Afinal nem todos tem uma para chamar de própria."
Tenho um único fio de cabelo branco. No banho, percebo que vários fios caem. Me pergunto: qual será o dia dele?
Vim pra lhe encontrar,
Dizer que sinto muito,
Você não sabe o voce o amável você é
Tenho que lhe achar,
Dizer que preciso de você,
Dizer que a abandonei
Conte-me seus segredos
Faça-me suas perguntas
Motivação
Agora tenho um motivo, não, tenho um grande motivo para escrever estas coisas,
não é apanas por paixão, porque se fose paixão não teria tanta inspiração.
não é por amizade, porque não seria sincero com essas palavras.
então me pergunto qual é esse motivo?
a minha motivação é algo que permanece oculto, que não pode ver, cheirar, ou tocar,
ela que a cada instante cresce dentro de mim, algo inesplicavel.
mas o maior motivo de todos até memo oque eu sinto é vc.
a pessoa que me motiva a viver.
O sonho
Dando uma volta no futuro ou relembrando o passado, como preferir
Já não tenho mais aquela vontade insaciável de fazer com que as pessoas olhem para mim. Não acho que era algo relacionado com egocentrismo, era vontade de mostrar ao mundo quem era Bruna Vieira. Eu tinha muitas coisas a dizer, precisava de quem as escutasse. O anonimato no fundo sempre me assustou. Eu gostava do que era novo, gostava de descobrir, de começar, de conhecer, de surtar e enlouquecer. De sempre me fazer eterna em meus próprios pensamentos. Confesso que nunca fui do tipo de mulher decidida. Em cada folha de caderno me reescrevia. Diziam que eu era talentosa, mas eu acreditava desacreditando em tudo que diziam.Faltava-me determinação. Sempre me diziam isso também. Mas o destino foi legal comigo e me deu algumas oportunidades. Oportunidades que eu agarrei com todas as minhas forças. De estagiária curiosa a contratada permanente. De mera funcionaria passei a colunista de importância. Passado alguns anos, aprendi pequenas coisas: A neve é mais bonita ao vivo que nas fotos, dormir sozinha perto de uma lareira é a ápice da vontade de estar com quem se ama. Ser previsível demais é um grande defeito. Mudei várias vezes a maneira de ver a vida, mas depois dos trinta descobri que a vida nunca é chata em um sonho, e escolhi então viver sonhando. Voltei ao Brasil, reencontrei o amor da minha vida, tive uma filha. Escrevo livros comohobby, mas já estou aposentada. Talvez não queira saber da minha vida, uma jovem idosa que não tem mais a beleza em suas veias e não desperta mais a atenção da maioria das pessoas. Mas como eu disse: Hoje em dia eu vivo sonhando, e sabe de uma coisa? Você faz parte do meu maior sonho!
Queria...
Queria falar do meu amor,
dos sonhos que tenho,
da tarde que agora vai,
do sol que se põe e da lua
que começa a surgir.
Queria fechar os olhos,
esquecer o relógio
me perder nas horas,
fugir do tempo e ficar assim,
contando as pétalas de uma flor amarela.
Bem me quer, mal me quer...
Queria falar da chuva que cai,
do vento que varre as folhas do chão,
das ondas encrispadas do mar,
do tempo que brinca com a solidão.
Queria, queria, queria...
Mas fiz-me doçura da pétala,
flor pequena em sua mão,
amor que acontece e se enraiza,
crescendo como flor no coração...
Tenho o dom de formar imagens na cabeça dele e, naturalmente, o resto da história é fixada no coração.
P.s.: Ô saudade do seu dengo, meu bichin…
~*Rebeca*~
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