Estudo
A intenção da loucura é, simplesmente, criar um estudo aprofundado da vida, estranhando o próprio ser em primeiro lugar.
Se continuar assim, em breve teremos a bíblia de estudo mimimi.
Aliás, nos púlpitos de muitas igrejas, de forma oral/interpretativa, ela já existe.
Minha mãe com tão pouco estudo me ensinou coisas que pareciam ser ditas pelo próprio Epicteto. A mais sofisticada filosofia na beleza da fala de uma mulher negra, poderosa e imortal. Sinto falta da minha mãe.
A obra O Homem e seus Símbolos, de Carl Gustav Jung, não é apenas um estudo psicológico, é um chamado ao despertar da consciência. Jung nos ensina que o maior desconhecido do homem não é o universo exterior, mas o universo interior.
Vivemos em uma época que valoriza o que é visível, mensurável e racional. Contudo, Jung revela que a psique humana é tecida por símbolos imagens que brotam dos sonhos, dos mitos, das religiões e até das experiências cotidianas. O símbolo não é fantasia; é linguagem da alma. Ele expressa aquilo que a razão ainda não consegue traduzir.
O homem que perdeu o diálogo com o invisível:
Quando o ser humano deixa de prestar atenção aos seus sonhos, ele perde o diálogo com o inconsciente. E ao perder esse diálogo, torna-se fragmentado. Jung ensina que o inconsciente não é inimigo; ele é complementar.
Assim como o dia precisa da noite, a consciência precisa do inconsciente. Negar essa dimensão é como tentar viver apenas com metade da própria alma.
Quantas decisões tomamos sem saber por quê?
Quantas reações exageradas revelam feridas não reconhecidas?
Jung nos ensina que aquilo que ignoramos em nós ganha força. O que não é iluminado, governa.
A sombra: o mestre oculto:
Entre os ensinamentos mais profundos está o conceito da Sombra. A sombra não é maldade pura; é tudo aquilo que recusamos aceitar em nós. Medos, invejas, desejos, fragilidades.
O problema não é possuir sombra todo ser humano possui. O problema é projetá-la no mundo.
Quando acusamos o outro com intensidade desproporcional, muitas vezes estamos enxergando nele o que reprimimos em nós. A verdadeira transformação começa quando temos coragem de dizer:
“Isso também vive dentro de mim.”
Esse reconhecimento não nos diminui nos torna inteiros.
Individuação: tornar-se quem se é
Jung ensina que o objetivo da vida psíquica é a individuação: o processo de integrar todas as partes do ser. Não se trata de perfeição, mas de totalidade.
A individuação exige:
enfrentar a própria sombra,
reconhecer o feminino e o masculino interior,
dialogar com os símbolos da própria história.
É um caminho de maturidade espiritual.
É sair da superficialidade e assumir a responsabilidade pelo próprio crescimento.
O símbolo como caminho espiritual.
Mesmo sem propor religião, Jung abre uma dimensão profundamente espiritual. Ele mostra que o ser humano precisa de significado. Quando os símbolos religiosos são esvaziados, surgem substitutos: ideologias, fanatismos, idolatrias modernas.
O símbolo saudável eleva.
O símbolo inconsciente domina.
Por isso, o autoconhecimento não é luxo intelectual é necessidade ética.
“O Homem e seus Símbolos” nos ensina que a alma fala.
Ela fala nos sonhos.
Fala nas emoções intensas.
Fala nos conflitos repetidos.
Ignorá-la é adoecer.
Escutá-la é amadurecer.
A grande lição é simples e profunda:
O ser humano não é apenas aquilo que pensa ser. Ele é também aquilo que teme, deseja, reprime e sonha.
E talvez o ensinamento mais transformador seja este:
Quem aprende a dialogar com seus símbolos deixa de ser vítima do próprio inconsciente e passa a ser autor da própria história.
Tenho observado algo que poderia, inclusive, se tornar objeto de estudo: a crescente irritação de muitos homens diante da autonomia e da liberdade das mulheres. Em conversas cotidianas e nas redes sociais, percebe-se um movimento de retrocesso comportamental, quase uma ressurreição da misoginia dos séculos passados.
Homens voltam a repetir que as leis “beneficiam demais” as mulheres, que elas “são o problema dos relacionamentos” e até que “provocam” as próprias violências. Alguns chegam a justificar o feminicídio e a apoiar discursos que reforçam o controle masculino sobre elas. É como se, diante do avanço feminino, parte dos homens reagisse com medo e ressentimento, um verdadeiro backlash (retaliação) contra a igualdade e contra a equidade.
Um homem é seu trabalho, seu caráter e seu estudo. Jamais te envergonhes, tu serás um grande homem!
(Antônio Português de Traz dos Montes)
Obrigado mãe, por não ter desistido do meu estudo, quando eu mesmo quis desistir. Hoje, no futuro, vejo o quanto foi bom ter terminado o curso de inglês.
Qual a fonte de estudo da Teologia? Isto é, como podemos estudar Deus? Através de sua maior revelação! Qual? A Bíblia, as Sagradas Escrituras, é a verdadeira fonte de estudo sistêmico da doutrina de Deus. (Cf. 2 Timóteo 3:16)
"Não confunda estar arrumada com estar preparada. A preparação vem do estudo, do trabalho e do amor ao próximo."
"Se você é inteligente e não faz nada para melhorar de vida, através do estudo e trabalho honesto, VOCÊ É BURRO"
"Ninguém presencia as madrugadas de estudo, as renúncias, os fracassos superados e os anos de perseverança. Vê apenas o instante da conquista e o chama de destino. Mas o destino, muitas vezes, é apenas o nome que damos ao encontro entre uma oportunidade e uma vida inteira de preparação."
Siga sua vibe e seja feliz de verdade, seja no esporte, no estudo ou na arte
Não importa, somente siga sua vibe
A oração, a leitura, a meditação e o estudo da Palavra de Deus são um remédio eficaz para a desintoxicação virtual, porque nos afastam do excesso que distrai a mente e nos aproximam da presença de Deus, renovando o coração, purificando os pensamentos e alinhando a vida com a vontade do SENHOR.
(Cf: Josué 1.8; Filipenses 4.8)
Acredito na sorte.
Um dia ela chega!
Com trevos-de-quatro-folhas,
regados com muito estudo, trabalho e dedicação.
O propósito do estudo teológico não é apenas ampliar nosso entendimento, mas conduzir-nos a um relacionamento vivo com Deus. A revelação foi concedida não para satisfazer nossa curiosidade intelectual, mas para transformar o nosso coração, levando-nos a conhecer, amar e confiar no Deus que se deu a conhecer.
O estudo organiza em palavras aquilo que a inteligência já compreendeu, mas ainda não sabia explicar.
