Estrutura
Na psicanálise, o corpo examinado é um signo em uma estrutura diferente! Nesse sentido, a vida acadêmica é limitada pelo medo da tragédia do fracasso. Além de abusar de padrões normativos que não abordam o potencial de sua criatividade intelectual. Pacientes com TDAH supostamente diagnosticado e reversível enfrentam o teste como um juiz implacável e cruel. A clínica psicanalítica examina claramente a norma educacional que influencia a questão na loucura traumática do abuso ao ativar a Ritalina.
As adversidades que atravessaram meu caminho podem ter abalado minha estrutura, mas não abalaram minha determinação. Cada vento contrário, cada queda em minha vida foi um teste de resistência, um convite para superar meus próprios limites.
Acredito firmemente que o que está por vir é imensamente grandioso. O universo conspira a meu favor, tecendo os fios invisíveis do destino para que eu possa alcançar meus objetivos. Nada nem ninguém pode deter o imenso potencial que habita em mim...
- Edna Andrade
Nossos relacionamentos, amorosos e de amizade, são reflexos de nossa estrutura psicológica e uma tentativa de preenchimento de nosso sentimento de falta.
O estrago causado por um mau professor e/ou escola sem estrutura é muito mais devastador do que o causado por um médico ruim em um hospital sem estrutura.
"Se o gênero se desvela como uma categoria contingente e uma mimese performativa da estrutura do Dasein, a imposição arbitrária de esquemas classificatórios, heterônomos à identidade subjetiva, não apenas configura uma violência simbólica bourdieusiana, mas transcende essa dimensão ao instituir uma fratura ontológica; um conflito gnosiológico e existencial que irrompe entre a matriz discursiva externa, que busca totalizar o ser, e a estrutura imanente da consciência individual, submetendo-a a uma alienação de seu próprio devir."
Minha e Painho
Hoje vamos falar de Pilar, estrutura, alicerce, eu particularmente tenho três pessoas que devo tudo que sou e que quero ser.
Deus obviamente, Ele ditou os rumos da minha vida e eu permitir que ele o fizesse. Assim ele age, com a nossa permissão, poderíamos todos estar melhores, mas, o ser humano é teimoso e não estamos preparados para essa conversa.
Minha mãe, analfabeta, vinda da zona rural, mas, com um coração imenso, o trabalho árduo dela me deu a possibilidade de estudar, meus olhos se enchem de lágrimas porque ela “falava”: Estude meu filho não tendo “nada” pra te dar e é só o que posso fazer por você. Mal sabia ela que estava fazendo tudo, eu estudei e aqui estou.
Meu pai, homem de riso solto, de amizade farta e carinho incondicional, uma de suas frases preferidas era “exaltar” o quanto o filho dele era inteligente, falava a todos e eu acreditei.
O que quero dizer a vocês hoje é que acreditar é o primeiro passo para nossas conquistas, crer e se alicerçar a pessoas que podem criar valor ao que queremos ser.
Como diria o poeta “somos quem queremos ser” .
"O Senso Comum (ou Orthosapiência) é o lastro que funda a mente e estrutura a holoesfera social; todavia, a expansão autêntica reside na mestria crítica de dominá-lo, perscrutando-o. É nesse domínio que se encontra a capacidade de manifestar o inteiramente inédito – sem ceder à anomia do caos – e de forjar um paradigma mais funcional e verdadeiramente pantagruélico em sua riqueza de possibilidades."
"Não confie na motivação; confie na estrutura. A estrutura é a única que age por você nos dias em que a motivação falha."
“O capacitismo aprança a cegueira moral e o atavismo social de uma estrutura que aferra a valoração humana à funcionalidade corpórea, reduzindo o indivíduo a mero instrumento. Enquanto a diversidade funcional for percebida como obstáculo ou desvio da norma, ignora-se que nenhum ser é intrinsecamente circunscrito, e que a essência humana, em sua ontologia e fenomenologia, transcende classificações simplistas. Consoante o Princípio da Incerteza de Heisenberg, cada indivíduo encerra um espectro de potencialidades que subvertem prognósticos determinísticos, perforando fronteiras impostas, transcendendo rótulos e estreiteza de expectativas, evidenciando a inexaurível liberdade do ser.”
Meu perdão
Eu me perdoo porque não tive quando criança a estrutura necessária.
Eu me perdoo porque culpei por muito tempo pessoas que achava ser necessário quando na verdade não eram.
Eu me perdoo porque por um tempo não conseguia ver a beleza da vida nos detalhes.
Eu me perdoo porque me isolei achando que seria o melhor.
Eu me perdoo porque me vesti com uma capa de fúria achando que era a solução.
Eu me perdoo porque amei pessoas mas do que a mim mesma.
Eu me perdoo porque falhei com a minha essência.
As coisas só são um problema quando não criamos estrutura emocional. Tudo tem o mesmo valor pro divino. Nossa mente que nos enreda dizendo que algo é muito bom ou muito ruim.
Controle e estrutura
Muitas religiões ao longo do tempo se formaram como sistemas organizados de poder e autoridade.
Se a pessoa entende que Deus está nela mesma e que ela não precisa de intermediários, o papel da instituição se enfraquece — e junto com ele, o controle sobre as pessoas.
Pense na mente e no corpo como um aparelho de rádio sofisticado. O corpo é a estrutura física: fios, circuitos, alto-falantes. A mente é o sistema de sintonia. Já o espírito é a fonte do sinal.
No espiritismo, o espírito não nasce no corpo — ele o utiliza. Da mesma forma, o rádio não cria a música; apenas a capta. Quando a sintonia está limpa, o som chega claro. Quando há ruído, interferência ou frequência desalinhada, a música continua existindo, mas chega distorcida.
Nossos pensamentos funcionam como o botão de ajuste fino. Emoções densas, culpa, medo e raiva geram ruído. Pensamentos elevados, fé, estudo e caridade afinam a frequência. O corpo sente o resultado dessa sintonia: equilíbrio quando o sinal flui, adoecimento quando a interferência persiste.
A mente, nesse modelo, atua como antena. Quanto mais consciente e disciplinada, maior a capacidade de captar inspirações superiores. Não se trata de misticismo ingênuo, mas de responsabilidade íntima: ninguém controla o sinal universal, mas cada um é responsável pela qualidade da própria recepção.
Cuidar do corpo é manutenção do aparelho. Educar a mente é ajustar a sintonia. E evoluir espiritualmente é aprender, pouco a pouco, a ouvir frequências mais altas — aquelas que não gritam, mas orientam.
O silêncio interior, curiosamente, é o momento em que a antena mais capta. É ali que a consciência percebe que nunca esteve desconectada; apenas precisava sintonizar melhor.
Quando não estamos bem, conversar com pessoas de boa frequência faz toda a diferença. Não porque elas “resolvam” nossos problemas, mas porque ajudam a ajustar a sintonia interna.
Pela ótica do espiritismo — e também da psicologia — emoções são contagiosas. A mente funciona como uma antena sensível: em ambientes carregados de pessimismo, culpa ou julgamento, o ruído aumenta. Já perto de pessoas serenas, lúcidas e compassivas, o campo mental tende a se organizar. O sinal fica mais limpo.
Pessoas de boa frequência não são as que negam a dor, mas as que sabem escutar sem alimentar o caos. Elas não amplificam o sofrimento, não reforçam o papel de vítima e não transformam a queda em morada. Funcionam como referência de equilíbrio, lembrando — às vezes sem dizer uma palavra — que é possível atravessar a turbulência sem perder a direção.
Isso não é misticismo vazio. Estudos em neurociência mostram que interações sociais positivas modulam o sistema nervoso, reduzem cortisol e favorecem estados mentais mais regulados. No espiritismo, diríamos que isso facilita a influência de bons pensamentos e amparadores espirituais.
Por isso, escolher com quem conversamos quando estamos frágeis é um ato de cuidado espiritual e emocional. Em certos momentos, a cura começa não na resposta certa, mas na presença certa — aquela que ajuda a mente a voltar para uma frequência onde a esperança consegue ser ouvida.
Na tua estrutura sublime, uma exposição provocante, a superfície da tua pele, a profundez intensa, emocionante, que floresce na tua alma, reflete na tua personalidade atrevida, uma paixão que se propaga constantemente como uma chama viva, as águas de um lindo mar imponente, as palavras expressivas de um poema que se espalham, livres pela mente
E diante desta tua arte exposta, presto muita atenção, tanto com os meus olhos quanto com a minha compreensão poética, um momento muito satisfatório, edificante, de uma contemplação completa a partir do que é palpável até o que é sentido, um jeito único que desperta naturalmente o meu entusiasmo para um mundo fascinante, onde o essencial é invisível,
Então, este impacto aprazível que provocas é capaz de tornar um instante em um acontecimento memorável, que na lembrança sem faz eterno ainda que o que venha a ser vivido seja temporário, comprovando a relatividade do tempo e o seu valor, principalmente se for bem aproveitado, momentos usufruídos de verdade com cores e sabor, construindo ricos significados.
Espírito profundamente romântico, coração grande, demasiadamente, intenso, estrutura bela e suave, serenidade nos olhos, lindos cabelos, charme incomparável, tem o sentimento de liberdade, porém, não se aparta do devido senso, enxerga a riqueza da simplicidade, possui um amor esplêndido, a natureza de uma rosa apaixonante, curvas sublimes nas suas pétalas, essência forte, floresce apesar dos espinhos, das mudanças de tempo, das pedras do caminho, demonstrando a força de um renascimento constante, superando alguns desafios com vitórias emocionantes, prevalecendo várias vezes, a sua resiliência a cada estação, então, uma mulher exuberante, uma bênção, que fomenta a inspiração como um frescor da renascença.
POESIA DA ESTRUTURA FINA
I
Mandela não libertou um povo
libertou o conceito de grade.
Ensinou que a cela é um estado
de consciência
e que os mesmos pulmões
que respiram ódio
podem assinar tratados
com o ar
se o coração
aceitar ser o prisioneiro
da própria compaixão.
II
Gandhi não teceu algodão
teceu fios de verdade
com a urdidura do sacrifício.
Seu fuso era uma rosa-dos-ventos
apontando para o mesmo norte:
o corpo como bússola moral,
a fome como prece,
o sal como revolução
que cristaliza
no gosto do mar
na língua do império.
III
Wilde não usou espelhos
usou alfinetes de lapela
para pregar etiquetas
nos cadáveres sagrados
da hipocrisia.
Sabia que a beleza
é a última religião
que não pede fé
apenas entrega
à vertigem
de existir
como obra de arte.
IV
E no ponto de costura entre a luz e a matéria
onde o fóton hesita entre ser onda ou partícula
estes três rios
perdão, verdade, beleza
são a mesma água
correndo em direções
aparentemente opostas
num oceano
que sabe
que toda resistência
é uma forma de rendição
ao próprio fluxo.
V
Perguntas qual a sintonia?
É esta:
o universo ajustou
suas constantes
para que um dia
alguma consciência
ousasse dançar
com estes três gigantes
no limiar
entre o infinitamente grande
e o irremediavelmente belo.
