Estrófes com a Palavra Sol
SUA MANEIRA DE ME AMAR
Gosto quando diz que sou seu "sol"!
Gosto da sua saudade!
Quando diz que sou sua estrela.
Sou a lua.
Sua flor!
Borboletas no jardim
de intensa primavera.
Que...
Sou vento...
Sou folha caindo da árvore...
Sou mar...
Sou Rio...
Sou música...
Seu coração.
Mas eu me apaixono mesmo e
quando seus olhos não deixam
disfarçar a sua maneira de me amar.
Assim...
Eu me vejo em cada linha de um contexto.
Na sublime poesia.
Numa conexão perfeita.
Apenas me defino...
Nem todo sentimento precisa rimar!
As emoções elevam alma e
coração para um só lugar!
“Pois eu posso dar o nome de ‘sol’ até mesmo para um raio de sol, considerado em si mesmo; mas se eu for mencionar o sol de onde o raio emana, eu certamente devo imediatamente abandonar o uso do nome de sol para o mero raio.”
(Contra Praxeas, cap. 13).
-O meu único desejo era te levar pra ver o pôr do Sol. Sentar contigo na areia e conversar sorrir pras ondas e bater palmas pro pôr.
A terra que tu pisas eu também piso.
O ar que tu respira eu também respiro.
O sol que te aquece também me aquece.
A chuva que cai sobre ti também cai sobre mim.
Enganado está o homem que leva a vida a pensar que a cor de pele de um indivíduo, condição financeira ou classe social lhe faz diferente.
Moramos no mesmo planeta, chamado terra, onde dependemos das mesmas coisas para sobreviver.
É sobrevivendo as dificuldades, florindo o caminho com a persistência que o Sol logo acorda, nos aquece, nos ilumina...
Espalhando na alma uma fé grandiosa de que vamos superar, de que vamos resistir, seguir em paz e protegidos.
É sorrindo por dentro, que regamos o coração,
num desabrochar de vida que pode ser visto no olhar.
Assim acomodando o carinho, a força,
a garra, a humildade...
O essencial nem sempre é visto, mas é sentido e faz total diferença.
Deus nos ama, nos cuida, isso é tudo quanto a gente precisa compreender, e quantas vezes possíveis agradecer!
Eu quero ir pra lá
Pra onde a ventania se acalma
Pra onde as pessoas se amam
Pra onde o sol encontra o mar
No horizonte do teu corpo
Quero desaguar
Quero morrer rio
E nascer oceano.
Naquela cidadezinha
Nas vielas desta cidadezinha
Todos tem tanto a dizer
Sob o sol deste verão
Todos sabem quem querem ser
Nas praças desta cidadezinha
Jovens sonham com um futuro
Eles tem a influência de seus pais
Por isso estabelecem um plano seguro
Mas no lado frio daquela cidadezinha
Outros apenas querem se encaixar
Eles são obrigados a seguir o fluxo
Por isso seu eu são obrigados a encontrar
Então Finjo saber quem sou
Porque não quero fazer parte dos jovens perdidos
Ignoro a imagem no espelho
E contorno meus problemas esquecidos
A poesia nasce
No coração do poeta
Para levar companhia
A vossa alegria
Faça chuva ou faça sol
Faça frio, ou calor
Ela está sempre disposta a diminuir a sua dor
Mente focada
Deu uma olhada
Lá fora e sorriu
Viu que enfrentar todos os escuros
Do sol do meio dia era parte
Saiu de si mesma
Pra ver que o trocar de passos
Era parte do dilema
Seu mundo girava
Enquanto pisava
Passos altos incalculados
Olhou a janela
Do canteiro central
Pensando se aquilo era real
Entendeu que sim
Mas que não definia
Todo o seu momento
De dor e alegria
Sorriu outrora e percebeu
Que rótulos não descrevem
Criou a coragem de acelerar os passos
E viu que mesmo não sendo certa no espaço
Passo alto, salto baixo
Da consciência do que era si
E do que era interferência
Cada dia vivido é uma bênção peculiar...
Quando pela manhã me levanto e vejo o sol brilhar me dá uma energia secular...
A memória se enérgica e a poesia saindo pela pena...
Só posso agradecer este bem maior ao REI dos Exércitos...!
A ELE faço as minhas preces e há RAINHA MÃE do CÉU!
VOS SAÚDO HOJE E SEMPRE...
AMÉM
hoje lembrei os medronhos, enquanto o sol se punha no horizonte, acesos ficaram sonhos, no doido intento de me levar à minha fonte...
O sussurro do vento,
O canto dos pássaros,
Que retornam ao seus ninhos.
O sol já está sumindo no horizonte,
É fim de tarde!
A tranquilidade entra como uma brisa pela janela,
E a paz faz morada em minha alma,
De onde brota o sentimento de gratidão por mais um dia vencido.
Muito obrigado meu Deus!
Beija-flores
Os beija-flores, em festa,
Com o sol, com a luz, com os rumores,
Saem da verde floresta,
Como um punhado de flores.
E abrindo as asas formosas,
As asas aurifulgentes,
Feitas de opalas ardentes
Com coloridos de rosas,
Os beija-flores, em bando,
Boêmios enfeitiçados,
Vão como beijos voando
Por sobre os virentes prados;
Sobem às altas colinas,
Descem aos vales formosos,
E espraiam-se após ruidosos
Pela extensão das campinas.
Depois, sussurrando a flux
Dos cactos ensanguentados,
Bailam nos prismas da luz,
De solto pólen dourados.
Ah! como a orquídea estremece
Ao ver que um deles, mais vivo,
Até seu gérmen lascivo
Mergulha, interna-se, desce...
E não haver uma rosa
De tantas, uma açucena,
Uma violeta piedosa,
Que quando a morte sem pena
Um destes seres fulmina,
Abra-se em férvido enleio,
Como a alma de uma menina,
Para guardá-lo no seio!
A felicidade está escondida em um sorriso, em um raio de sol, e até em uma única gota de chuva. Basta escolhermos vê-la.
