47 frases do Estoicismo (para viver em harmonia consigo mesmo e com o mundo)
"Eles me perguntaram como eu sabia se meu verdadeiro amor era verdadeiro." Essa foi a pergunta que me fizeram naquela tarde de verão enquanto eu observava as nuvens passarem lentamente pelo céu. A verdade é que não sabia como responder. Como explicar o sentimento que eu carregava dentro de mim desde que o conheci? Como explicar a sensação de paz e felicidade que me invadia quando estávamos juntos?
Eu poderia ter dito que sabia que era verdadeiro porque sentia meu coração bater mais forte quando ele se aproximava, ou porque as borboletas no meu estômago nunca desapareciam, mesmo depois de tanto tempo juntos. Poderia ter dito que sabia porque ele me fazia rir como ninguém mais conseguia, ou porque sentia que podia ser eu mesma ao seu lado, sem medo de ser julgada.
Mas, naquele momento, a única resposta que consegui dar foi um simples "eu sinto". Porque, afinal, o amor não é algo que pode ser explicado com palavras. Ele é um sentimento tão intenso e complexo que só pode ser sentido, vivido e compartilhado. E, para mim, era isso que fazia meu amor ser verdadeiro: ele era algo que eu sentia com todo o meu ser, algo que me fazia ser uma pessoa melhor e que me fazia acreditar que tudo era possível.
Não sucumbir com a adversidade, não confiar na felicidade, ter sempre diante dos olhos a arbitrariedade da fortuna - como se ela houvesse de fazer tudo o que lhe é possível fazer.
As aparências ilusórias carecem de solidez. Toda a mentira é frágil, e imediatamente se denuncia como tal se a analisares com atenção.
Não pretendo negar que sigo os meus predecessores; claro que os sigo, mas reservando-me o direito de descobrir, alterar ou abandonar alguma ideia; não sou escravo de meus mestres, apenas lhes dou o meu assentimento!
É preferível morrer de fome mas livre de desgostos e medos a viver na abundância acossado por preocupações, temores, desconfianças e desejos incontroláveis.
Se ignoras para que tens a capacidade de visão e fecha os olhos diante das cores que te são apresentadas, és desafortunado e infeliz.
Basta que nos decidamos a abrir bem os olhos para verificarmos como é diminuto, incerto e inofensivo aquilo que receamos.
Quando você se encontrar culpando a Providência, mude sua mente e você verá que o que aconteceu está de acordo com a razão.
Se algo está sob teu controle, por que tu o fazes? Mas se o controle está na mão de outro, a quem acusas? Os átomos ou os deuses? Ambas as alternativas são insensatas.
Se você quer escapar de seus problemas, não precisa de outro lugar, mas de outra personalidade.
É com a vida como é com uma peça de teatro, – não importa por quanto tempo a ação é tecida, mas quão boa é a atuação.
Apressa-te, portanto, na direção de uma meta, abandonando vãs esperanças, e auxilia a ti mesmo, se é que te encontras ainda em condição de cuidares de ti mesmo.
Seja como o promontório, contra o qual as ondas quebram e voltam a quebrar na tempestade; ele se mantém firme até que as águas tumultuosas se rendem à sua volta e vão descansar.
Previna a si mesmo ao amanhecer: vou encontrar um intrometido, um mal-agradecido, um insolente, um astucioso, um invejoso, um avaro.
Um pódio ou uma prisão são locais, um no alto, outro no ponto mais baixo, mas em ambos os lugares sua liberdade de escolha pode ser mantida se assim você desejar.
Usa a razão nas dificuldades. As situações mais duras podem se suavizar, as apertadas podem se afrouxar, e as pesadas se tornar mais leves, é só saber levá-las.
O ser humano que souber tirar o mais corretamente proveito dos obstáculos é o que se tornará o maior alvo dos louvores.
A verdadeira boa sorte é o que você faz para si mesmo. Boa sorte: bom caráter, boas intenções e boas ações.
