Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me

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Às vezes ser uma louca em um hospicio, é bem útil.

Audrey Hepburn
Bonequinha de Luxo

O canalha é sempre um cordial, um ameno, um amorável.

Nelson Rodrigues
Só os profetas enxergam o óbvio: frases inesquecíveis de Nelson Rodrigues. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2020.
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Quem sou eu???
O sonho que você não sonhou.
Aquela com que você não se importou.
A que um dia te amou.

E você, quem é?
O sonho que sonhei.
Com quem me importei.
Aquele que amei.

Por que está tudo escrito no passado?
Simples, porque ainda espero que um dia fique tudo no passado, porque no presente, nada disso aconteceu, e nem vai acontecer, não é assim que tem que ser?

-Sonhos não existem
-Amor é sofrimento
-Felicidade é ilusão

Me entenda. Eu não sou como um mundo comum. Eu tenho a minha loucura, eu vivo em outra dimensão e eu não tenho tempo para coisas que não têm alma.

Sabe aquela menina que um dia se iludiu, chorou, gritou, brigou e se decepcionou? Ela se tornou uma mulher. É, isso mesmo. Ela amadureceu e cresceu. Não vá pensando que a sua menina está lá só esperando você voltar. Porque ela já desistiu há muito tempo. Hoje ela é uma mulher que vai atrás do que quer e se até hoje ela não foi atrás de você.. Sinto muito. Você não é o suficiente.

Isabela Freitas
Site oficial de Isabela Freitas

Nota: Trecho da crônica "Sobre meninas e mulheres"

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O caráter de um homem pode ser medido pela forma como ele trata aqueles que considera inferior.

- Que tal tomarmos um café, darmos uma volta no parque, ou irmos ao cinema...pelo resto de nossas vidas?

O que importa é a forma como a gente viveu e vive um sentimento. Não importa que nome ele tenha. Não importa se é um amor, um estar apaixonado, um gostar. O que importa é querer que aconteça. O que importa é querer que seja bom. Não importa se vai durar um dia ou uma vida inteira.

Um grande amor nunca é apagado do coração, apenas esquecido pelas suas memórias.

⁠As pessoas precisam de um vilão para acreditar, então estou feliz por cumprir o papel.

Eu não sei, fui acostumada, fui criada, totalmente sem carinho ou atenção, tive um longo tempo da vida onde isso também não foi me dado. Então quando resolvi crescer e me reconstruir incorporei isso em mim. Dar atenção ao máximo, aos amigos, a família a quem vive nos meus dias, estar sempre presente, ler, ouvir, aconselhar e muitos me procuram pra isso, e em todo tempo. Agora! Chega um belo dia que eu preciso falar, que eu quero desabafar minhas neuras e algo que me angustia, e não tem ninguém ali, ninguém esta disposto, estão todos muito envolvidos com algo, ou em algo e fingem não ouvir, ou já julgam o que eu acho ser um problema como uma coisa banal e simplesmente ignoram-me. Vi isso e doeu. Me senti estranha por precisar disso, então vejo que ainda não me basto, e também isso tenho que aceitar. Aceitar que não me basto e que os outros não estão nem aí com o que penso, sinto ou julgo... Se eximindo, não me dando a mínima atenção quando eu sinto precisar tanto. Às vezes no auto da arrogância que "ainda" há em mim, queria falar de muitas coisas, contar histórias, conjecturar, discutir os problemas do mundo, mas me contenho, porque eu sei que a falta de atenção dos "queridos" a minha volta me corrói, mas não aceito e não entendo. Se não ajo assim com as pessoas, por que elas agem assim comigo? A falta de atenção de quem a gente gosta, falta de envolvimento no assunto, dói mais que bater o dedinho na quina do sofá e nos decepciona muito com as pessoas a nossa volta. Eu sempre fico angustiada, com falta de atenção mesmo quando a mesma não se dirige a mim, me sinto mal vendo alguém ser ignorado num momento em que precisa falar, pôr pra fora, e a pessoa é simplesmente ignorada, como se não existisse, como se não estivesse falando, ou não estivesse ali. Isso me corrói e causa ira, e não quero esses sentimentos em mim mais não. Claro que tem o povo chato, que tenta encher o saco todo dia e com os mesmos problemas e lamentações, que querem falar e falar, e falar. Me policio pra não encher o saco de ninguém. Então fico disponível pra ouvir, palpitar, opinar, rir, falar de merdas que nem me interessam, mas dando atenção. Quando eu precisei encontrei o vácuo, o "não to nem aí", o "ok"... (ah! como odeio os "ok"). Assim é a merda do ser humano: quando precisam, você dá. Quando você precisa, que se dane. Então disso tiro mais uma lição: não sou assim tão importante aos que penso ser, e meus problemas não interessam a ninguém. Ninguém quer perder conversas em outra telas, outros telefones, perder meia hora. Porque simplesmente, não importo pra ninguém e ninguém quer escutar, e o que me angustia não angustia o outro. Mas, ora, às vezes também preciso falar.

Faz um bom tempo que a vontade de escrever e de poetizar se resume a você.

Um bebê é a opinião de Deus de que o mundo deve continuar.

Se tenho pecados, não lembro. A vida é um segredo. Num susto, se morre.

Nas asas do destino buscarei um novo horizonte para recomeçar minha estrada.

Cansei de me deitar sobre um precipicio pra você passar por cima quando não puder pular

Posso ser um remédio
Como poso ser um veneno
Saiba respeitar a dose...

É chato chegar a um objetivo num estante.

Você já se sentiu
Como um saco de plástico
Voando com o vento
Querendo começar de novo

Você alguma vez já se sentiu
Se sentiu tão frágil
Como um castelo de cartas
A um simples sopro de desmoronar

Você alguma vez já se sentiu
Como se estivesse enterrado
A sete palmos
Você grita, mas parece que ninguém ouve nada

Você sabe que há
Uma chance para você
Pois você tem um brilho
Você só tem que...

Acender a luz
E deixá-la brilhar
Seja o dono da noite
Como o dia da independência
Pois, baby, você é como fogos de artifício
Venha e mostre do que você é capaz

Vinícius de Souza

Nota: Trecho da música "Fogos de Artifício".

John Lennon tinha um problema: ele achava que era Deus. O meu problema? Eu acho que sou John Lennon.