Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me
Prefiro tentar ser feliz 10 vezes na mesma vida, do que por medo dos julgamentos ou vergonha ter uma vida infeliz!
Uma alma solitária precisando ser amada;
Um vazio doloroso ofuscando a entrada;
Oh alma que andas vagando por aí;
Vaga sem fim, pedindoumbomfim.
Eu sinto que vivo em um mundo diferente; todos são diferentes perto de mim, e isso me deixa apavorado. Não quero ser igual, ao mesmo tempo que não desejo ser diferente.
Deus Pai, agradeço-te por mais um dia acordar e poder buscar-te. Grata por mais um dia. Abençoe aqueles que se propõe a tirar um momento do seu dia, para pedir as suas bênçãos para as famílias, os amigos e toda a humanidade. Acalentai os corações dos moribundos, dos que padecem nos leitos doentes, para os famintos, senhor, para os desorientados e para todos que por qualquer motivo esteja em sofrimento. A paz que advém de ti nos renova, encoraja-nos e alimenta a nossa fé. Pai, és pai amoroso e sabemos que podemos contar contigo. Amém!
Devemos ser bem seletivos com pessoas que vão conviver conosco quando temos um brilho natural como pessoa
Pois o nosso brilho fazem alguns nos admirarem e outros se incomodarem.
Um adolescente vivendo no automático.
Viver no automático é como estar em um veículo sem condutor, seguindo uma rota pré-determinada, sem saber para onde se dirige ou por qual motivo. É como estar em um sonho, sem consciência, sem emoção, sem vontade. É como estar morto, mas ainda respirando.
Eu sei disso porque eu vivo no automático há muito tempo. Desde que eu era criança, eu sempre fiz o que me ordenava, sem questionar, sem protestar, sem escolher. Eu estudei o que me instruíram, trabalhei no que me propuseram. Eu nunca tive um sonho, um objetivo, um propósito. Eu nunca tive uma paixão, um amor, uma alegria. Eu nunca tive uma vida.
Eu não sei como eu cheguei a esse ponto. Talvez eu tenha sido influenciado pela sociedade, pela família, pelos amigos. Talvez eu tenha sido vítima de um sistema, de uma cultura, de uma ideologia. Talvez eu tenha sido covarde, conformista, medroso. Talvez eu tenha sido tudo isso e mais.
Mas eu sei que eu não quero continuar assim. Eu sei que eu preciso mudar. Eu sei que eu preciso realmente viver de verdade e não só existir.
Por isso, eu escrevo este texto como um desabafo, como um grito, como um apelo que faço a mim mesmo. Eu escrevo para me expressar, para me libertar, para me encontrar. Eu escrevo para me dar uma oportunidade de mudar.
Viver no automático não é viver. É apenas existir. E eu não quero mais existir. Eu quero viver.
Mas falar é fácil o difícil é eu criar coragem para tentar fazer essa mudança. O medo da mudança é algo assustador, só que isso é assunto para outro desabafo. Fiquem com Deus e cuidem da sua saúde mental.
Sou Botafogo, o que já começa por ser um pequeno drama que não torno maior porque sempre procuro reter, como as rédeas de um cavalo, minha tendência ao excessivo.
O calor de um momento
O delírio nas palavras
O aguçar de um pensamento
O viajar no desconhecido
A intimidade exposta
Uma certeza sem certezas
A ilusão que se propaga
Um conhecer sem se ver
A ternura imaginada
Fantasioso pensar
Declarações mal interpretadas
Ignorância do saber
O ego que transborda
Imaturidade de um ser
Na penumbra da noite
Desejos ocultos
O êxtase de um sonho
Nada mais a dizer
Fica na imaginação fértil
Um gostinho do querer
Pensar o que poderia,
Mas em meio arrogância
Sobrou o desprazer
Frases feitas talvez,
Você nunca me conheceu.
Poesia de Islene Souza
E que senhor é o tempo que guarda vivas lembranças de um tempo tão distante, mas que invadem a mente como se fossem momentos ainda acessíveis.
Se o colonialismo nos causou um dano quase irreparável foi o de afirmar que somos todos iguais.
Um dia nos quebramos todo. No outro nos remendamos.
Depois nos reencontramos numa fase muito melhor.
A vida é sobre isso. Se reconstruir e recomeçar sempre que for necessário.
Viva como se fosse morrer, viva intensamente, como se fosse um teatro, mas só que sem roteiro, talvez possa ser sua última peça
A capacidade de um indivíduo em tomar boas decisões sobre determinado rumo, consiste em ter bem definidas as respostas para as seguintes perguntas:
O que fazer?
Para que, ou por que fazer?
Como fazer?
Eu tenho medo de acabar sozinho,
É como se eu procurasse um clone meu.
Em espelhos, busco traços do destino,
Mas a solidão espreita, um receio.
Às vezes, a busca parece uma cópia,
Um reflexo do que já conheço.
Mas o amor não se resume à cópia,
É na diferença que encontro o apreço.
O medo de estar só, um eco persistente,
No labirinto do coração, uma busca urgente.
Mas, talvez, no caminho da mente,
Descubra que o amor é mais que um presente.
Não um clone, mas alguém único e novo,
Compartilhando a vida, lado a lado, no renovo.
Na autenticidade, no calor desse fogo,
O medo se dissipa, e o coração se move.
A vida é mesmo uma caixinha de surpresas. De repente um acontecimento muda toda rotina. A oportunidade bateu à minha porta, ela chegou tão cheirosa faceira, delicada. Eu a convidei pra entrar, ofereci a ela minha cama e disse-lhe: aqui é meu cantinho dos sonhos. Ela sorriu e me abraçou, dizendo: quero sentir de novo a magia do amor. Me senti como se algo tivesse saído do controle. Eu estou há tanto tempo olhando uma porta fechada, a minha alma se contorceu, saltou logo dizendo: esqueça essa porta fechada, você já fez tudo para ela, e mesmo assim não foi suficiente. Está na hora de você dar a ela a sua ausência. Olhei para aquela que chamei de oportunidade. Ela me disse; venha, me abrace, vou te deixar sem tempo para esses sentimentos do passado. Bem, esse sentimento chamado amor terá que ser adiado, mas, de resto, vou deixar acontecer e ver o que eu posso acrescentar no meu ser e na minha alma.
É sobre ser você e não a idealização dos outros, a vida é um respirar, eu respiro e vivo a intensidade de cada momento. Sou intensa, mas pé no chão!
Acredito no melhor das pessoas, posso até passar por boba para alguns, mas estou nem aí para opiniões, não vou mudar só para agradar.
A energia que há ao meu redor me contagia, adoro a alegria das experiências, escrevo e descrevo o meu sentir, posso ser lágrimas dependendo das circunstâncias, mas prefiro sorrir.
Essa transformação diária, sempre em evolução, não há limites para o saber, mas principalmente para o viver.
Pensamento de Islene Souza
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