Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me
O anel que
tu me destes
estava cheio de amor.
Amor que em
mim floresceu
desde o dia
que o seu
olhar encontrou
o meu.
Amor que
traz a doçura
dos versos,
com um
simples gesto
faz - me sorrir.
Compromisso
temos com
o amor que
nos faz brilhar
feito estrelas
no céu bailar.
Felicidade
é ser par.
JONAS O PATRIOTA 1OO MEDO
Lá bem distante, quando Angola estava sob o conflito armado e reinava desentendimento entre irmãos. Militares matavam-se por ambição e ganância, fanáticos idolatravam ideologia partidária. Povos odiavam-se pela cor partidária. Ninguém estava isento da perseguição política. Por esta razão: Alguém disse certa vez ao Dr. Jonas Malheiro Savimbi, alguém disse certa vez ao Dr. Jonas Malheiro Savimbi, líder tens que fugir daqui porque os teus inimigos e aliados comunistas procuram te matar. Fuja para a Europa, deixe Angola e abandone a Áfrika. Jonas Savimbi, olhou fixamente no homem que estava a tentar lhe convencer a abandonar a terra mãe (Angola) e indiretamente a se render aos inimigos e aos seus opositores. Jonas respondeu: Eu tenho uma missão e compromisso com meu povo e com a minha Nação. Se for pra morrer; tenho que morrer dentro da minha terra e com o povo que defendo, amo e honro dentro do meu coração. Pra amanhã o povo saber quem foi herói e vilão durante a guerra e o conflito armado em Angola. O homem pergunto-o-lhe: Porquê Jonas? Ele respondeu: Porque quando o povo chegar a luz da verdade plena. Eu serei lembrado como um verdadeiro nacionalista, patriota e oraculista genuíno que um dia Angola já teve e conheceu, apesar de hoje vocês não me reconhecerem como tal. Prefiro morrer em Angola do que morrer na europa, na américa ou numa terra distante e no solo alheio, do que ser lembrado como fugitivo e inimigo do povo. Assim como um dia acontecerá com aqueles que me difamam e arquitetam a minha morte. Para melhor colonizarem e roubarem o povo e saquearem a minha Nação. O povo saberá quem é o verdadeiro inimigo quando um dia eu morrer. Estas palavras podem não ter sentido e significado hoje. Mas amanhã fará sentido nas vossas vidas. Porque se refletirá na realidade social que vocês enfrentarão em Angola. Eu amo Angola e o meu povo sem qualquer distinção racial e cultural. Apesar de eu lutar e defender ela politicamente. Amanhã as minhas palavras serão consideradas uma profecia pelo povo e não pelos políticos.
Encontrar a sua pessoa é como descobrir uma parte de você que estava adormecida, uma parte que só desperta quando o amor se revela em sua forma mais pura. É como se o universo inteiro conspirasse para que aquele encontro acontecesse, para que, em meio a tantos desencontros, você finalmente encontrasse aquele olhar que faz o mundo parar, aquele sorriso que aquece a alma, aquela voz que é o seu porto seguro. A sua pessoa, aquela que o amor te apresenta, não é perfeita — e, por isso mesmo, é absolutamente perfeita para você. Ela chega com as suas manias, seus medos, suas histórias inacabadas, e, ao invés de te afastar, te faz querer ficar. Porque, com ela, o amor não é uma batalha, mas um descanso. Não é uma tentativa de encaixar peças, mas a constatação de que, juntas, elas já formam um belo mosaico, mesmo com suas imperfeições. Com a sua pessoa, os dias comuns se tornam extraordinários. As conversas triviais têm um sabor diferente, porque o que importa não é o que é dito, mas quem está dizendo. O silêncio ao lado dela é um acalento, e não um vazio a ser preenchido. Você descobre que o amor verdadeiro não grita, não exige, não cobra. Ele apenas é. Ele flui como um rio que encontra seu curso natural e te leva junto, sem pressa, sem atropelos. Quando você encontra a sua pessoa, entende que o amor não é sobre encontrar alguém que te completa, mas sobre encontrar alguém que te transborda. Alguém que faz com que todas as suas partes se sintam valorizadas, compreendidas e, acima de tudo, amadas. É alguém que não só vê a sua essência, mas também a respeita, a cuida, e a faz brilhar ainda mais. Esse amor não te prende, não te sufoca. Ele te dá asas. Com a sua pessoa, você se sente livre para ser quem é, com todos os seus defeitos e inseguranças, porque sabe que, no final do dia, ela estará lá, te esperando com aquele olhar que diz: "Eu te vejo. Eu te escolho. Eu te amo, exatamente como você é." Por isso eu desejo, do fundo do meu coração, que você encontre a sua pessoa.
Eu já sabia que eu iria embora. Não foi hoje, quando arrumei minhas malas, disse que estava cansada e não olhei para trás. Meu “adeus” começou muito antes, nos silêncios que você não escutou, nos gritos dentro de mim. Eu cansei aos poucos, como quem se cansa de lutar por algo que só existia em minha insistência.
Cansei no dia em que me senti invisível ao seu lado, quando você estava lá, mas ao mesmo tempo tão longe. Cansei do espaço vazio e do seu silêncio entre nossas conversas. Eu tentei, acredite, tentei tanto que perdi partes de mim nessa tentativa.
Eu gritei com o olhar, com as mãos. E quanto mais eu tentava, mais me afastava de quem eu era. Fui me despindo de esperanças, lavando as mãos, como quem aceita o inevitável. E, quando finalmente fui, não havia mais lágrimas. Você as levou todas, sem sequer perceber.
Hoje, ao cruzar a porta, eu não sou mais a mesma. A mulher que ficou para trás morreu em cada tentativa frustrada, em cada gesto ignorado, em cada dia que você escolheu não me ver. A mulher que saiu é outra: mais forte, mais decidida, e ainda assim, carregando marcas que não desaparecem tão fácil.
Não diga que foi de repente. Não me chame de fria. Minha frieza é reflexo do gelo que você plantou entre nós. Fui embora porque não havia mais o que ficar. E se hoje você sente esse vazio, saiba que eu vivi nesse mesmo vazio por tanto tempo que ele se tornou insuportável.
Eu fui embora porque era a única escolha que você me deixou. Fui embora com o que sobrou de mim, mas não sem carregar o aprendizado. Eu aprendi que não adianta gritar para quem se recusa a ouvir. E aprendi, sobretudo, que nunca mais me deixarei esquecer por alguém.
Agora sigo. Não para longe de você, mas para perto de mim.
MINHA INSPIRAÇÃO
Estava sem inspiração
E olhei para você
Seu lindo olhar
Seu lindo sorriso
Me fez escrever
1 milhão de livros
"Saudade de quando brincava de esconde-esconde. Contava até vinte e no dez já estava com os olhos descobertos tentando encontrar algum vestígio da minha busca. Sempre desconfiei que havia um complô contra mim quando ia pra contagem. De certo nunca reclamei... A brincadeira só era engraçada porque eu sabia o que buscar."
-Aline Lopes
"Já passei dias e noites agoniada tentando descobrir onde você estava, onde se escondia. Imaginava lugares, situações, pessoas... No fim me confortava com a presença que tinha de você dentro de mim."
-Aline Lopes
"Perdi as contas de quantas noites passei em claro imaginando onde você estava, o que fazia, com quem falava... Quanto tempo perdido, quantas lágrimas desperdiçadas, quanto amor não correspondido."
-Aline Lopes
Fui vendo
Ontem à tardinha eu passei lá em casa para me ver;
E eu estava lá...
Sentado num cantinho da varanda; a cabeça baixa, parecia distraído.
Então aproximei-me de mansinho para me ver de pertinho.
Me pegueiolhando a tela do celular e sorrindo.
Afastei-me despreocupado...
Ninguém sorri quando está triste...
Ou estou enganado?
Aula de matemática:
Estava lá eu em meu sonhar;
Em meio às falas progressivas;
Vi distante o seu olhar;
Aos braços de Morfeu estava a entregar-se;
Derrepente, sem motivo à aparentar;
Um sorriso foi a soltar;
O sorriso foi ao meu olhar;
Um contato transparente sem nada a declarar;
Um milésimo de segundo, que voltou a me encantar;
Me pergunto o que houve, o que aconteceu? ;
Parece magoada comigo, mais uma vez...
Nesse milésimo inacabavel;
Uma eternidade a te olhar;
Peço que me olhe mais uma vez;
Como aquele dia tempos atrás;
Aquele que na escola fui apenas te ver;
Ver seus olhos de novo;
Brilharem como novo;
Me sinto em um ovo;
Preso nas claras verdades que não consigo dizer...
Poesia ao Anjo
E ela estava disposta para mim;
Tão linda e bela como veio ao mundo;
Se aproximou com um caminhar ``vagarante´´ e ameaçador;
Seu olhar era sereno, calmo e tranquilizante;
Por um certo momento me senti anestesiado, não pude me mover, nem deveria;
Era um momento de se observar e admirar aquela bela obra prima que estava diante de mim, seu corpo era outra arte, Da Vinci se reviraria no túmulo se soubesse a perfeição que não pintou;
As palavras dela soavam como poesia aos meus ouvidos, como falava, como gemia, a forma singela que me olhava me surpreendia;
Não me dei conta que o tempo se passou e que já era dia;
Despertei de um sonho que eu jamais alcançaria;
Como pode um mero mortal como eu ter tido a honra de corromper aquele ser angelical?;
Como pode ser possível ter ido ao céu sem ter tirado os pés do chão?;
Guardarei essa indagação e essa recordação, de um dia ter em minhas mãos um anjo irrealmente surreal...
"Como e por que me tornei professora?"
COMO ?
Estava nos primeiros passos ...
brincadeiras com sucatas!
com suas cores e formas ...
desconsertavam e voltavam ao compasso!
objetos que construía,
que só pra mim sentido faria.
Com outra percepção se deu
quando as letras eram desenhos
que surpresa:
os coloridos representavam sons.
Nas mãos da mamãe as figuras brincavam:
cortava, colava e dava outros tons.
Chamou-as de sílabas
e brincávamos de rir.
Vi que sozinhas,
as vogais tristonhas
com essas tais consonantes
precisavam interagir.
E sobre o papel sem cor
a mãe me provocaria
e eu coloria, a sorrir.
Certo dia papai chegou
e um grande presente na parede fixou.
De tão verde parecia a mata
Com seus bastões coloridos
que no quadro verde podia tingir.
De tão alto me obrigava
nas pontas dos pés ficar
e de joelhos eu descia
para desde sua base
as minhas letras começar a desenhar.
Crianças chegavam de lá e de cá.
Vizinhos e primos queriam brincar.
Os colocava sentados no chão
e ali começava a brincar de ensinar.
E assim foi...
pela descoberta das letras com a mãe colorindo,
montando e desmontando pra ler
por meio do pai a brincadeira completava
quando as crianças amontoavam
e dali eu dizia que ensinava a escrever.
POR QUÊ ?
Na escola aprendia
conversando com a “tia”
que a todo tempo me chamava
porque parada eu não ficava.
Seu tom de voz, medo não causava
porque tia Heralda, tranquila sempre estava.
Me pedia para ajudar na sala
e no recreio eu podia ter minha fala.
Assim descobria uma nova ação
entre professor-aluno uma relação.
De origem não genética
mas de natureza dialética.
Então pude conhecer
que “todo professor é sempre aluno
e todo aluno, professor, pode ser” 68
Estas palavras do Seu Antonio
que em suas cartas eu pude ler
para me preparar e entender
sobre as inquietações deste universo do saber.
Assim com Gramsci um pouco mais entendi
por que docente eu me vi
e tão logo o coração aquiesci.
Poema publicado no livro "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias."
No recôncavo gélido à extremidade noroeste do poderoso Fiorde, estava Gonnifer o líder do grande clã. Ele observava solitário, precipitando o que estava por vir, como um falcão visualizando a estepe antes de seu desfecho vitorioso, porém não menos sangrento.
Ele estava embebido pela cólera que lhe tomava os vagos e súbitos pensamentos, transformando-se a cada passo... Seus liderados apostos numa formação impecável, espalhavam-se através da estepe. Estava a instantes do entardecer mais truculento de sua existência.
Brükel Gonnifer
No recôncavo gélido à extremidade noroeste do poderoso Fiorde, estava Gonnifer o líder do grande clã. Ele observava solitário, precipitando o que estava por vir, como um falcão visualizando a estepe antes de seu desfecho vitorioso, porém não menos sangrento.
O sereno orvalhado brindava mais uma madrugada, açoitando suas costas desprotegidas, as vértebras latejavam, dores terríveis penetravam sua medula. A transposição empreitada pela horda por entre as colinas sugara seus últimos esforços, separando sua pele da friagem, apenas uma fina camada de lã.
Mas nenhuma adversidade imaginável seria capaz de tomar-lhe a atenção e o furor, nem mesmo a geada castigante que se precipitava a leste, à qual já se podia sentir num leve sopro cortante, colidindo-se contra a face.
Ele estava embebido pela cólera que lhe tomava os vagos e súbitos pensamentos, transformando-se a cada passo... Seus liderados apostos numa formação impecável, espalhavam-se através da estepe. Estava a instantes do entardecer mais truculento de sua existência.
Como fora ensinado por seus antepassados, no longínquo Reino de Túrrilas de Árbara, era preciso resistir. O veneno da lança atravessada em seu tórax, descendia de uma planta maligna, de tempos antigos, seria incurável em qualquer outra região do mundo conhecido, mas naquele local sagrado, existia uma única planta capaz de salvá-lo.
Esperançoso, Gonnifer arrancava com os punhos, as quiçacias enterradas a meio metro de profundidade, no solo íngreme do penhasco, na intenção de que uma daquelas ervas, fosse a profetizada raiz vermelha.
Seus últimos pensamentos eram alimentados com esforço sobre-humano, sendo voltados à sua amada Lorelayne Grantelás. Fez o impossível para visualizá-la, em sua forma mais doce e conseguiu. Ela cantarolava em médio tom à capela, enquanto separava os melhores grãos da cevada em uma vasilha argilosa e os demais descartava numa tapeçaria tecida em junco; junto dela sua pequenina filha e herdeira Chrysanthemun.
Recobrou a consciência, restava a Gonnifer alguns minutos de vida, o envenenamento tomava-o por completo. Instantaneamente um raio de luz transpôs a montanha velada, por entre a cerração; avistou seus antepassados.
Não mais sentiu seus membros, a dor pela primeira vez em sua existência havia abandonado seu corpo. Gonnifer sorriu, estava feliz após muito tempo de obscuridade e tenebrismo; feliz, por ter encontrado o que desejava, pois não precisaria mais de antídoto.
Escritos
A rajada gelada cortava seu beiço,
Estava gripado, tomado de tosse,
Cada pisada causava um tropeço,
Parábolas eram sua única posse.
Um bípede barbado,
Com roupas sovadas,
Cabelo cacheado
E calças rasgadas,
A frase lúdica que ele repetia,
Não era música, não era poesia,
Mas a enfática que ele pretendia,
Era sua voz rouca quem transmitia.
São apenas escritos,
Escritos apenas,
Escritos transcritos
E reescritos.
Não surpreenda-se
Com o que não é surpreendente,
Estamos muito surpresos ultimamente.
O conformismo é o lar do que não foi,
Resguardo para o que jamais será.
O maior problema que ao crescido cabe,
É alimentar a presunção de que tudo sabe.
São apenas escritos,
Escritos apenas,
Escritos transcritos
E reescritos.
Aquele lugar inteiro estava em uma imundice só, uma baderna infernal; lixo, sujeira, pilhas de tranqueiras trancando a passagem, um piso encardido, ambientes encardidos, móveis encardidos.
A esta altura estava atrasada,
Asami ficou sem carona,
O ônibus passou na estrada,
Teria ela uma maratona.
Estas pequenas penas se tornaram asas
Porque eu estava cheio de fé
Que essas asas fossem me fazer voar
Com o som de um riso
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