Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me
Labirintos de sentimentos
Estou caindo
Achei que estava bem
Mas só estava fingindo
Desabando aos pedaços
Me afogando em seusbraços
As palavras ficam pesadas
descem rasgando
tentando te explicar
Mas sem resposta você vai ficar
Não quero que me ajude
Só quero descansar
Não quero complexidade
Quero simplicidade
pois sei que a intensidade
são intermináveis
mágoas, dores
inimagináveis
Que me obrigo ser coisas manipuláveis
que consigo controlar
com medo de errar
Assunto proibido
que tudo não pode ser dito.
Depois da tempestade
Estava em silêncio, descalça e sem defesas, perdida no mundo que construí para suportar o que não entendia. Demorei a enxergar, mas quando a sombra se projetou sobre mim, não tive mais como fingir. Me afastei com o pouco de força que ainda restava. No meio do vendaval que quase me arrancou de mim, vi o que era real. Quando já não havia mais nada entre eu e a verdade, você atravessou meu caminho. Foi no meio da rotina esquecida, entre dias vazios, que eu permiti. E mesmo com as defesas erguidas, mesmo atrás dos meus óculos cansados, eu via você. E você, de alguma forma, também me via. O tempo, sempre implacável, passou. E depois do silêncio, vieram palavras que atravessaram os muros que eu pensava serem intransponíveis. Você se abriu, e eu vi a sua essência nua, crua, sem filtros, imperfeita e humana. Eu amei você, não pelo que imaginei, mas exatamente por aquilo que nunca tive. Amei a sua verdade e a minha coragem de sentir. Hoje, em meio à ruína e à saudade, é por essa essência que eu espero. Mesmo que a tempestade leve tudo, ainda estarei aqui.
***
"Ela disse que estava se sentindo inchada,
e alguém da oposição
disse:
_ Vá capinar então ...
E ela respondeu, estou inchada
com ch e se é você que tem a enxada
com x, vá você capinar certo!?"
***
"ALCANÇA"
Eis que eu estava bem, no paraíso,
em meio a encantos tais, da criação,
e tendo, o essencial, ali, à mão,
sem chuvas, sem tormentas nem granizo…
Mas eu olhava a vida à volta e, então,
não via o sonho que, hoje, exteriorizo…
Faltava-me o olhar, a voz, o riso,
que iria me encantar o coração!
Eu tinha tudo, mas não tinha nada…
Ninguém pra partilhar a minha entrada
com mesmo passo, fé, mesma esperança…
Eis que chegaste, então, na minha história
e tudo pôs-se em nova trajetória
porquanto o amor real hoje me alcança!
Enquanto eu estava me curando algo poderoso acontecia. Vocês estavam presentes, me desejando melhoras e me pedindo para voltar quando eu estivesse pronta. Brasil, eu estou pronta!
Ah, a política brasileira, nosso eterno circo!
A roubalheira, que estava apenas fazendo uma pausa para um lanche, decidiu retornar com toda a pompa e circunstância.
E quem diria? O grande chefe do bando volta ao poder, não pela força, mas pelo glorioso voto do povo!
É como se o jardineiro do nosso jardim de infância tivesse entregado as chaves da caixa de ferramentas para as crianças e dito: “Vão lá, façam o que vocês acharem melhor!”
Agora, temos essa turma de malandros brincando no parquinho, testando cada escorregador e balanço, enquanto a maioria, coitada, assiste sem saber muito bem se está jogando dominó ou se tentando entender o sistema político.
Porque, claro, aprender sobre política é um verdadeiro divertimento! Afinal, quem precisa de aulas sobre ética e cidadania quando podemos simplesmente escolher nossos "heróis" com base em memes e promessas vazias?
A diversão aumenta quando percebemos que esse jogo tem regras muito particulares, e a única coisa que todos parecem realmente saber é como fazer uma selfie em frente ao palácio!
Então, vamos aplaudir essa nova fase da nossa educação política, porque, se tem algo que precisamos mesmo aprender, é como transformar o caos em espetáculo e, aparentemente, estamos indo muito bem nisso!
Mortes silenciosas se perpetuam por ideologias equivocadas. Políticas. Integrar a consciência é fundamental para ampliar nossa percepção da realidade.
O Encontro no Ônibus
Estava eu, mais uma vez, indo para a casa de minha avó. Para tanto, preciso pegar dois ônibus ou ir a pé até o ponto do segundo. Com muita cautela, vou. Passo atenciosamente de rua em rua, esquivando-me das esquinas como quem evita lembranças indesejadas.
Decido ir a pé. Chego ao segundo ponto um pouco cansado, o corpo denunciando a caminhada, e logo vejo meu ônibus se aproximar. Entro, pago e me assento. Como em qualquer outro dia, encaro a janela como uma tela em branco, onde os cenários passam rápido demais para serem compreendidos. Imagino tudo, porém nada de importância.
Um bairro se passou quando sinto um toque no braço, leve como o roçar de um galho ao vento. Vinha de alguém que se assentava do meu lado direito. Penso que foi apenas um esbarro casual e volto ao meu devaneio, mas novamente sinto. Dessa vez, decido me virar e entender o que estava acontecendo.
Era uma senhora, pequena e franzina, de mãos trêmulas e olhar perdido. Tentava, com delicadeza, chamar minha atenção. Algo havia de diferente em seu olhar — um brilho úmido que parecia conter todo o peso do mundo. O marejar de seus olhos já me inundava, e antes que pudesse dizer qualquer coisa, ela segurou minha mão com firmeza, como quem busca âncora na tempestade.
Sem dizer uma palavra, ela apenas suspirou fundo, como se aquele gesto contivesse anos de histórias acumuladas. Seus dedos enrugados e frágeis envolviam minha mão como se segurassem um último pedaço de esperança. Por um instante, o mundo se reduziu àquele toque, e o barulho do ônibus se tornou um murmúrio distante.
Aos poucos, seus lábios se abriram, e num sussurro quase inaudível, ela disse:
— Você se parece com meu filho...
Houve um silêncio denso, como se o universo contivesse o fôlego. Não sabia o que responder, e talvez ela nem esperasse uma resposta. Apenas segurava minha mão, fixando o olhar num ponto indefinido do corredor.
— Ele partiu faz tanto tempo... — murmurou, com a voz quebrada pela saudade.
Um nó se formou na minha garganta. Respirei fundo, sentindo o peso daquele instante. Então, num gesto instintivo, apertei a mão dela com carinho e disse:
— Eu estou aqui... Pode me contar sobre ele, se quiser.
Ela pareceu surpresa, como se aquela simples oferta fosse um presente inesperado. Seus olhos marejados se voltaram para mim, e um sorriso tímido despontou, como um raio de sol por entre nuvens carregadas.
— Ele tinha esse jeito quieto... sempre olhava pela janela, pensativo. Gostava de imaginar histórias. E quando eu estava triste, ele só segurava minha mão, como você está fazendo agora.
Senti meu coração pulsar mais forte. Eu não era apenas eu — naquele instante, eu era um fragmento de memória viva. Ela continuou falando, e a cada palavra seu rosto se iluminava, como se a lembrança trouxesse o calor de um reencontro.
— Ele dizia que as nuvens eram mapas de terras mágicas — disse ela, sorrindo leve.
— Sempre acreditava que, se prestássemos atenção, descobriríamos um caminho que só os sonhadores enxergam.
Sorri também, e sem perceber, comecei a compartilhar minhas próprias memórias de viagens e pensamentos perdidos olhando pela janela. Ela escutava atenta, como quem encontra companhia na dor e na saudade.
Quando o ônibus freou bruscamente, ela soltou minha mão com delicadeza, como se devolvesse à realidade o que fora apenas um breve consolo. Antes de descer, olhou para mim com um sorriso pequeno, mas sincero, carregado de um agradecimento mudo.
— Obrigada... Você me fez lembrar que o amor não morre... Só se transforma em saudade.
Olhei para ela e, com um sorriso sincero, respondi:
— Talvez ele ainda segure sua mão... de algum jeito, através de quem traz um pouco dele no olhar.
Ela desviou o olhar por um momento, tentando conter as lágrimas. Mas quando voltou a me encarar, havia uma serenidade nova ali, como se minhas palavras tivessem encontrado um canto acolhedor dentro dela.
Fiquei observando-a partir, pequena e delicada, desaparecendo na multidão. O ônibus seguiu viagem, mas aquela sensação permaneceu em mim — uma mistura de melancolia e gratidão por ter sido, ainda que por poucos minutos, um porto seguro para alguém que precisava ancorar suas lembranças.
No caminho até a casa de minha avó, pensei sobre a força que existe em simplesmente estar ali para alguém. Às vezes, somos chamados a ser companhia em meio ao tumulto da cidade, como se a vida nos empurrasse para encontros que não esperávamos, mas que, de alguma forma, precisávamos viver.
E ali, entre a dor e o alívio, aprendi que às vezes somos porto, outras vezes somos naufrágio — e, no intervalo entre os dois, a vida nos permite tocar o coração de um desconhecido, deixando nele um pouco de calma, e levando conosco a certeza de que a humanidade sobrevive nos detalhes.
Ele era ainda mais assustador do que o normal. Mas mais... mais natural. Ele estava fazendo alguma coisa. Se misturando... se escondendo... não, não se escondendo... Caçando.
(fala da Mulher -Gato sobre o Caçador de Marte)
A gente só se dá conta do quanto alguém que estava perto nos fazia mal , quando percebemos o quanto ela estar longe nos faz bem.
O bom de ouvir uma música que foi gravada ao vivo, é saber que a vibração que estava acontecendo naquele dia foi real, produzindo um arranjo genuíno de frequências na mesma sintonia.
Não, não são asas
Sim, estava voando
Sempre acima
E eles não acreditavam
Desviavam o olhar
Proferiam indignações contra a melodia
E continuava acima
Pois sua pureza o tornava leve
Mas não, não eram asas
E mesmo assim as cortaram...
Libriana.
Quando ela nasceu,
O céu sorriu,
Eu sorri meio que sem saber que ela estava retornando,
Ela brilha,
Uma lágrima escorre no rosto de emoção te reconheço,
Minha conexão não falha,
Sinto o todo,
A pele arrepia,
Faz o contexto?
O prazer da sua companhia supera tudo,
Seu cheiro gruda,
Seu sorriso transcende,
Seu jeito de menina encanta,
Nunca espanta,
Quero te dar colo,
Quero te dar tudo,
Conchinha,
Aperto,
Beijo na nuca que desce pelas costas e derrete o peito de euforia,
Ainda que em pouco,
Sinto muito,
Muito com liberdade,
Muito de bom,
Com alma de pipa, voa que voa,
E volta para os meu braços,
Sou seu ninho passarinho,
Vai pra longe,
E quando te ver de novo,
O reconfortante abraço dos braços que não se fecham,
E o repouso nesse peito que já é parte Seu,
Pode fazer morada!
Ninguém pensa que coisas ruins vão acontecer. Mas eu estava preparado e me certifiquei de ficar longe o bastante para que ninguém despreparado viesse chorar para cima de mim.
Quando você precisa de mim, eu sempre estou lá para te ajudar.. mas onde você estava quando eu precisei?
Onde você estava quando eu quebrava aos pedaços?.. onde você estava quando eu ia aos poucos me autodestruindo?..
CAMINHO
Estava a caminho de tua casa
Já era tarde.
As estrelas me acompanhavam.
E o coração batia forte
Gritando para que as distâncias
Não fosse eterna.
Pois quando corrias na estrada da vida,
Rumo aos teus braços.
Levando nas mãos uma flor silvestre,
Que roubei de um jardim sem dono,
Em um sítio vizinho a caminho do paraiso.
E ao longe a vi pela janela de nosso quarto
Ah, enfeitando-se toda para mim.
Eu na porteira de casa como Bem ti vi...
Todo prosa pensando eu enfim...
aqui é São Domingos dos olhos d'água, com um riso passei a porteira beijei o paraíso....
Pôr um estante tudo parou...
No silêncio veio a serenidade a paz,
Eu sinto toda sua energia
Se completando com a minha...
E assim tudo acontece;
Da janela o entardecer,
E as montanhas vestida de breo,
As estrelas no céu tão longe,
As vacas do coral,
Os pés de mangas o escuro do tamarino,
As mechericas e os madiocais,
As fileiras de palmeiras e as bananeiras,
A galinha no ninho,
O galo no poleiro.
As árvores dançando ao vento,
O sogro na rede,
A sogra no quintal,
Os cunhados na cidade.
Eu abraçado com a amada de alma e corpo inteiro.
E na janela se via o vazio lá fora o terreiro,
Um silêncio por inteiro...
E só ouvi o som da saudade,
Destroçando o meu coração,
E sua alma se fez canção,
Tudo ficou lindo, calmo e bom.
As flores a enfeita os pastos,
A riqueza de todo o planeta,
As sombras das árvores dentro da noite,
Os rios que brota da grota,
As constelações do céu,
A abelha fazendo o seu mel,
Os mistério que solidifica,
Nada é mas belo,
Que viver a vida
Onde o amor se abriga.
Dentro da alma e do coração seu.
E tudo benção de Deus!
(Resumindo)
Estava a caminho de tua casa
Já era tarde.
As estrelas me acompanhavam.
E o coração batia forte
Gritando para que as distancias
Não fosse eterna.
Pois quando corrias na estrada da vida
Rumo aos teus braços.
Levando nas mãos uma flor silvestre
Que roubei de um jardim sem dono
E ao longe a vi pela janela de seu quarto
Ah, enfeitando toda para mim.
Pôr um estante tudo parou...
No silêncio gritei!
Os rios claros
As estrelas do céu
As flores que enfeita todo o planeta
Nada é mas belo
Que um segundo de minha vida ao teu lado.
08.09.20221
Nosso Jardim Interior
Estava fazendo uma meditação guiada e nessa meditação falava para imaginar um jardim, o jardim do nosso coração. Nessa meditação dizia para imaginar a gente arrumando esse jardim, deixando do jeito que a gente gosta. E de fato isso é algo que necessitamos fazer mesmo.
Precisamos cuidar do nosso jardim, deixar tudo bonito, alegre como se fossemos receber a melhor visita do mundo. E essa melhor visita somos nós mesmos! Precisamos arrancar as ervas daninhas, arrancar tudo aquilo que impede o nosso jardim de florescer.
E aí, amigo(a), o que te impede de florescer? Como anda o jardim do seu coração? Você tem cuidado dele? Da mesma forma que você cuida do seu jardim exterior, da mesma forma que você trata as suas plantas , da mesma forma que você conversa com elas, é assim que você precisa fazer com o seu jardim interior.
Às vezes, a gente precisa podar algumas coisas, adubar a terra, colocar um fortalecedor nas flores que estão mais fracas e até mesmo retirar as pragas que destroem as nossas plantas. É necessário buscar conhecimento para saber cultivar as flores que ainda não temos total conhecimento sobre elas.
E precisa ser um cuidado diário, não é mesmo?!? Todo dia é necessário cuidar desse jardim. Porque se a gente cuida uma vez na semana, ou apenas quando lembra, corremos o risco das nossas flores morrerem, das ervas daninhas se alastrarem, das pragas destruírem as flores que consideramos mais belas. E principalmente regar esse jardim, mas na medida certa. Porque tudo aquilo que é demais também prejudica.
E eu desejo que você possa cuidar do seu jardim com todo carinho e atenção que ele merece. Que no seu jardim possa florescer as flores mais belas que a vida possa te dar. Que o seu jardim também possa ser iluminado pelo sol.
Desejo que o seu jardim interior seja o seu abrigo, o seu porto seguro, que ele seja um lugar onde você possa morar. Que a gente saiba aprender com as mudanças das estações com as instabilidades da vida. Que quando o exterior te atingir você tenha um lugar para se refazer, para se fortalecer e continuar a sua jornada. Que no seu coração possa morar o amor.
Espero que esse texto tenha de alguma forma tocado seu coração e que você possa refletir. Então, amigo(a), cuide bem do seu jardim para que quando você for receber alguém realmente especial que você possa receber de portas abertas, e mostrar o melhor que você tem e aquilo de mais especial que você guarda nele.
Eu vejo vocês!
Ele tentou me ensinar sobre honra, mas eu não estava pronto para aprender. Achei que atalhos e trapaças agilizariam o processo e facilitariam a minha vida. Minha covardia foi exposta diante de todos.
QuandoJóestava vivendo uma vida de prosperidade ele sempre buscava a Deus em orações e sacrifícios pedindo perdão em favor, por qualquer que tenha sido o pecado que teus filhos tenham cometido ou não.
Isso revela o caráter e a verdade existente naquele que realmente entrega sua vida e reconhece O Único Eu Sou, como o seu Senhor e Deus vivo. Pois é notório o amor, temor e obediência quando o mesmo em todas as suas atitudes, demonstra gratidão independente do momento em que se encontra.
Veja que mesmo quandoJóperdeu tudo, teve que ouvir da sua mulher que era para desistir. Ele não mudou quem Ele sempre foi e era. Continuou adorando, orando e com a sua fé naquele que faz tudo e é dono de tudo em sua vida. Lá no início Deus testemunhou quem eraJópara o diabo;e aprendemos aqui que Deus conhece a cada um de nós e permite que sejamos provados para ver as verdades existentes dentro de nós, lá no profundo na prática.
É neste momento que realmente vemos tudo e todos se revelarem com suas opiniões sobre o que Deus está permitindo acontecer em sua vida.
Os três amigos foram atéJótiveram sua opinião e o que achavam ser e porque estava acontecendo aquilo. Mas vimos que estavam errados e que no final foiJóquem orou por eles como Deus assim ordenara.
Então continue firme e buscando fazer o certo sempre porque Deus sempre vai fazer você aprender e se revelar a você de forma muito mais íntima do que a qualquer outro.
Simplesmente por saber quem é você e pelo seu chamado.
Ricardo Baeta.
Valorizemos os
'não tenho nada bom'
Quando estiver as coisas ruins!
pensará; Poxa estava tudo tão tranquilo e bom,
Que eu não Percebi!
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