Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me
Vc chegou na minha vida,
De uma maneira inesperada,
Estava triste, sem luz,
Completamente quebrada.
No começo eu não entendi,
Oq eu estava sentindo,
Mas com o tempo eu descobri
Quando te via sorrindo.
Vc me contava tudo,
Dizendo não suportar
Eu te olhava e dizia,
"Calma tudo vai passar."
O tempo foi passando,
E eu comecei a me a pegar,
Vc sempre me dizia
"Ei, podemos conversar?"
As conversas não mudavam
Eram sempre iguais
Vc triste, cansada
Dizendo que não aguenta mais.
Tudo que eu queria
Era te proteger
Afinal vc dizia
"Eu não quero mais sofrer."
Eu fazia de tudo,
Pra tentar te alegrar
Às vezes vc me falava
"Poxa, n quero incomodar."
Imaginava nós dois juntos
Mas eu tinha q entender
Nosso lance é só amizade
Isso jamais vai acontecer.
Hoje em dia vc me fala
“Olha não estou bem
Aconteceram tantas coisas
Não quero ver ninguém”
Toda vez eu te pergunto
“Vc quer conversar?”
Vc diz “eu não consigo,
mas queria te falar”
Mesmo assim eu continuo
Perguntando como está
Vc diz “eu estou bem,
Ou não estou, sei lá...”
Não suporto te ver triste
Isso me dói profundamente
Eu faço todo o possível
Para te ver sorridente.
E agr estou aqui
Escrevendo esse poema
Não sei bem oq fazer
Mas estou em um dilema.
Eu invisto nesse amor?
Ou eu devo desistir?
Pois por mais que me cause dor
Talvez eu deva te deixar partir...
"Ela estava aqui perto de você
Mas você conseguiu afastar-la de ti
E hoje você chora pelo mesmo motivo que um dia o fez sorrir..!"
Enquanto ela ficou se culpando por não ter dado certo... o outro estava rindo de como conseguiu iludir mais uma otária...
Em tempos de pandemia:
Eu que pensei que estava protegido, olha só a minha sina, testei positivo pro seu amor.
Ela amava pessoas que a permitiam
ser quem era, sarcástica e engraçada.
Estava cansada de rodas sem assunto,
de café amargo e da poluição mental.
Dizia que desamor
era doença de gente mesquinha.
Era livre de corpo e alma.
E que alma!
Sensível a cada gesto, e era de muitos.
Ela tinha medo das coisas tóxicas,
pessoas ou sentimentos.
Morria de amor pela vida,
e era feliz em gratidão.
SuperAção
O movimento da vida e a esperança norteadora.
Estava aqui a pensar...
A vida é realmente muito interessante. Ainda ontem, lembro-me que chorei pelos espinhos no meu caminho; hoje, sorri por ver que os superei e, ao refletir, tenho receio do amanhã, mas ao mesmo tempo cultivo esperança. E quando digo esperança, refiro-me à esperança do verbo esperançar e não à esperança do verbo esperar.
Pois diferente do velho jargão de que "quem espera sempre alcança", prefiro me apegar a esperança de superar, planejar, atuar e arriscar...
Assim sendo, surge a seguinte questão: e se não der certo? Bem, se não der certo, não tem problema, vou encher o peito e gritar, eu tentei!
você partiu cedo de mais..
não estava esperando isso, te ver partir foi a maior dor que pode sentir.
saber que não iria mais te ver, que não podia fazer nada para te trazer de volta. Doeu! doeu muito aqui dentro.
mais mesmo assim eu sei que agora você está bem, não precisa mais viver nesse mundo, onde as pessoas são tão ruins umas com as outras.
Obrigada por cada abraço, cada cheiro, cada momento que eu pode passar ao seu lado. você pra mim sempre será essa pessoa alegre, sorridente, honesta.. Um ser humano incrível, obrigada por tudo, levarei seus concelhos e você eternamente no meu coração.
tentei te esquecer a não lutar
por este amor
estava assustado com medo
de amar.
meu coração em pedaços
tinha que esperar para um novo
amor.
não era minha hora de amar
não estava pronto para você.
meu coração estava em pedaços.
não estava brincando com você
não estava brincando com meu
amor.
mas meu coração estava em pedaços.
não estava pronto para amar.
não consegui lutar por esse amor.
me faz esquecer a dor do meu coração.
cura me amada minha.
dai sua mão
beije me
mude meu destino
com seu perfume de rosas.
seu cheiro de rosas.
estou pronto para amar.
Até quando
Verei meus versos findarem
Num poema de amor, que mal estava começando,
Sem ao menos ponto e vírgula para que continuassem?
[...] Naquele dia estávamos sóbrios, e foi tão bom que eu até me esqueci que estava passando mal do estômago com o X-tudo que havia comido.
Eu juro que tentei contar a ele as inúmeras vezes que fiquei chapada só pra ter uma noite boa com outros caras, mas a única coisa que consegui dizer foi:“O que foi isso?” [...]
Não havia dúvida de que era ela quem estava por trás de tantas mudanças. Era por ela que ele agora acordava todos os dias com energia e otimismo em vez de passar o dia inteiro na cama.
Muitas pessoas me disseram que estava tudo bem, que ela iria aparecer, que ela nunca me deixaria a qualquer custo.
Senti meu coração acelerado
Ao te ver percebi que algo estava estranho
Senti o medo e o prazer de estar mais uma vez apaixonado
Em cada passo te acompanho
Que droga eu acho que te amo
A vida toda, sonhei que estava morta. Eu saio do meu corpo e me vejo lá de cima. Uma garota normal (...) até acordar e ver que ainda sou a estranha que sempre fui.
Ela olhava diferente, ela estava doente de uma forma que eu nunca mais tinha visto, ela precisava de carinho, amor, mas fiquei com medo, aquilo parecia uma despedida.
Casamento de Cláudia
A igreja estava preparada, a noiva bordada do fio de cabelo
aos sapatos pontiagudos. O noivo pronto, embrulhado para ser somente ator coadjuvante, os violinos afinados para chorar e os pais ansiosamente educados.
Convidados paramentados, outros salivando a festa, flores aprumadas à passagem de quem tinha fita no cabelo e queria se casar e já podia se casar.
Todo casamento vibra em um só acorde: o emocionante que escorre das pedrarias até as lágrimas dos mais íntimos.
Lágrimas escorridas talvez nesta única vez aos sons musicais.
Promessas sacudidas, retumbadas, vibradas e ecoadas ao pé direito do Altíssimo de todas as igrejas. Amarrando intenções de amor, de muito amor, amor que transforma, modifica a cada dia, face a face ao espelho.
O sacerdote pergunta a todos:
– Quem acha que se casou com o mesmo homem/mulher que há 30 anos?
Murmúrios... e continuou.
– Se acharem que são os mesmos, estão todos mentindo, não são, todos mudam. Vocês se enganaram, equivocaram e acham que permanecem felizes.
Rita assustou-se, soluçou, escorreu lágrimas e Rosa abriu a magia de toda bolsa e lhe deu maquiagem para representar e atuar.
Na festa, surpresas do talher, ao som que empurra pares a sacudir o que lhes fora ofertado: bebidas geladas em copos suados.
Madrugada, a noiva não desiste, joga o “bouquet” com golpe de astúcia para que todos alcancem e apreciem a sua vitória.
Alguém alcança, transpirada, e mostra a todos que ela também tem chance.
Na saída, o café perfumado, a montanha dos “bem casados”
empilhados à espera.
Rita apreciou, tinha que levar todos; eram bem casados, na bolsa ficariam espremidos e escolheu o decote como esconderijo.
Encheu, contornou os seios do que era mais doce, os “bemcasados”.
Na saída, a champanhe borbulhou em sua cabeça, o salto agarrou em alguma greta, caiu de ponta, espremeu “bem-casados” contra o peito.
Amarrotados, não restou nenhum para que pudesse degustar, amassaram-se e esborracharam.
E todos foram socorrer a vítima transbordando doce de leite.
Mas toda boa intenção também é doce.
Rita só queria ser bem casada.
“QUEM QUER CASAR COM D. BARATINHA? QUE TEM FITA NO CABELO E DINHEIRO NA CAIXINHA?”
Livro Pó de Anjo
Autora: Rosana Fleury
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