Estados Unidos
Em 1969, nasceu a ARPAnet. Os militares achavam que os
Estados Unidos eram muito vulneráveis a um ataque soviético. Naquele tempo,
os computadores eram enormes trambolhos. A rede de defesa foi expandida, já nos anos 70, para os computadores das universidades e centros de pesquisa nos Estados Unidos. Mais tarde, nos anos 80, a Europa entrou em rede e, depois, o Japão. Finalmente, nos anos 90 empresas comerciais foram admitidas e a Internet ganhou, então, suas feições contemporâneas.
Ainda não sei muito sobre os Estados Unidos, sobre a vida, sobre o que o futuro trará. Mas eu me conheço.
Nos Estados Unidos, o movimento feminista surgiu, em parte, como uma resposta às reais injustiças praticadas pelo homem contra a mulher. Com o passar do tempo, esse movimento cresceu como um catalisador imoral que trouxe ainda mais confusão e até redefiniu as linhas de gênero.
“Se os Estados Unidos procurassem entender melhor o mundo no lugar de confrontá-lo, e se despissem da condição de tutores iluminados nomeados por Deus para reger o planeta, aceitando a liberdade dos outros e suas eventuais diferenças com o espírito e o estilo de vida norte-americano, não teriam que espionar países teoricamente amigos ou teoricamente inimigos, nem precisariam de uma lei “antiterrorismo” para combater “terroristas” que eles mesmos “fabricaram” para destruir seus desafetos, como é o caso do Estado Islâmico.”
Se você quer ficar famoso do dia para a noite, torne-se inimigo número um dos Estados Unidos, para isso escolha um prédio de vulto e o exploda, seguindo o exemplo de Osama Bin Laden, que fez isso, ou melhor, mandou fazer e agora seu espírito se esconde em algum lugar do além.
Em tempo: Você não deve seguir nunca este conselho.
Onde há petróleo, há uma bandeira dos Estados Unidos. Caso não tenha o governo norte-americano se utilizará de sanções econômicas, golpes de estado e invasões para ter a própria bandeira hasteada em todos os países.
Se os Estados Unidos e a Rússia trabalhassem em prol da humanidade o mundo se converteria num paraíso.
Desde a Lei Seca nos Estados Unidos nos anos 1920 até hoje a regra para a segurança pública padrão é sempre a mesma. Quando algum grupo criminoso assassinava um policial ou um figurão político, a medida e a resposta mais rápida e próspera era sempre a mesma, atacar no âmbito do dinheiro, mandando fechar os principais pontos de venda clandestina de bebidas, os carteados e os puteiros. O próprio crime organizado com os prejuízos financeiros apresentam os assassinos e os mandantes em menos de 10 dias.
Texto extraído da mensagem: "Página sombria" de Nelson Barh.
Os Estados Unidos juntamente com políticos e empresários brasileiros arquitetaram o golpe civil militar de 1964. Os políticos acreditavam que, após um ano de governo militar, haveria eleições, todavia qual não foi a triste surpresa que, depois de alguns meses, fosse implantada a Ditadura Militar; tiveram, então, alguns políticos que provarem do próprio veneno, muitos foram cassados e exilados do país. Quanto aos fiéis empresários obtiveram diversas vantagens e cargos biônicos : governo estadual, prefeito, senador, e ainda ministérios, concessões, etc Nelson Barh.
A rodovia 50 é conhecida como a autoestrada mais
solitária dos Estados Unidos. Atravessando o deserto
sob um calor brutal, seguem pela rodovia pessoas
que talvez jamais cheguem ao seu destino (...)
Um gato preto espetado na placa que indica a cidade
de DESESPERO mostra que há algo estranho acontecendo
na rodovia ....
– Mamãe, você é uma super-heroína?
– Sou uma mulher negra nos Estados Unidos, meu bem. Super-heroínas não são páreo para mim.
