Esse teu Jeito me Enlouquece
Teu abraço me aquece
Teu beijo me estremece
E tua saudade me enlouquece
Tua presença me amarra
Tua ausência me esmaga
Fecho os olhos e só te vejo
Minha boca todos os dias implora pelo seu beijo
Uma saudade sem fim
E a cada segundo fico mais louco pra te ter pra mim
(ÁG)
IV. A lucidez que enlouquece
Nem toda loucura é fuga. Algumas são excesso de lucidez. Quando se vê demais, sente-se demais. Quando se compreende além do que é possível suportar, a mente busca rotas que a consciência não escolhe. Há dores que não cabem na razão, e há verdades tão nuas que dilaceram.
A lucidez, quando absoluta, é um risco. Porque ver tudo sem véus é também ver o absurdo, a finitude, o vão das promessas humanas. E nem sempre se está pronto para permanecer são dentro desse deserto.
A loucura, por sua vez, aparece como véu restaurador. Ela recobre o intolerável, inventa símbolos, reinventa a lógica. Cria sistemas próprios onde o indivíduo pode ainda ser deus, vítima, redentor, qualquer coisa que impeça o colapso. É nesse sentido que a loucura pode ser também criação, não destruição. A reconstrução de um universo interno, com regras próprias, para que o ser não se desintegre.
E no entanto, mesmo no delírio, há beleza. Porque onde há linguagem, ainda que dissonante, há desejo de expressão. Onde há construção, ainda que simbólica, há instinto de permanência. E onde há dor, há humanidade.
Compreender esse ponto é recusar a dicotomia. É não separar em rótulos estanques o que, na verdade, se entrelaça em ondas. Todos os que pensam profundamente já roçaram a margem da loucura. Todos os que criam com intensidade já sentiram a vertigem do descontrole. O equilíbrio é uma dança. E a lucidez verdadeira não exclui o delírio, apenas o traduz.
Às vezes o amor prejudica o pensamento lógico…
Às vezes o amor enlouquece
Existem várias maneiras de amores
Mas todos são únicos
Amar, amando, o amado
O que fazer quando ele aparece
O que fazer quando vc se pega abandonando ele nas nuvens?
Ele é assim
O Amor…
Ele é antigo
Vem desde os tempos remotos
É arcaico, mas também é atual
Moderno
E se Deus quiser
Será futurista
Esse é o meu amor
Meu amado
Meu Amor!!
Vivemos na era do absurdismo que nos enlouquece, do mal declarado sem qualquer vergonha, da ignorância sem fim.
Porém, o norte no meio do caos ainda é a verdade, a compaixão e a paz.
A paixão
Se encontra
Nas trocas de carinhos
E o desejo
Enlouquece
Os seres
Que se relacionam
Em propósito
De se unir em um só
Em carne
A têmpera mental, fagulha estraçalha e enlouquece os homens, a têmpera mental, deixa o gago sem igual o comum ao inatural, o escritor sem vogal, nenhuma verba escrita ou plural
Suas frases machucam-me, seu sorriso atiça-me, suas mãos arrepiam-me, sua ausência enlouquece-me, isso tudo por que amo-te horrores!
"" Quem não faz amor bem feito
enlouquece...
padece de mal de amor
insônia acontece
quem não faz amor direito
de si se esquece...""
As caricias que enlouquece tua razão ensurdece minha sensatez de tal forma que não consigo me achar em teu prazer alucinado;
Seus gemidos incendeiam meu silêncio com exatidão que não consigo calar seu pudor;
Mas com um sedento desejo de possuir a maciez de sua pele, veludosa que excita meu querer;
O arrependimento me invadiu com certezas de não saber me defender de ataques sentimentais enlouquecendo-me com insanidades julgadas;
Aprender a não ser o que é, poeticamente fingindo a fraqueza para que não compreendam minha força e me levem onde eu não mereça;
Pois ser esquecido é mais fácil do que pareça, mas ser lembrado sempre é quase impossível para quem não quer enxergar;
Seu estilo me enlouquece e eu não consigo explicar, pois o meu coração acelera e desacelera com certa pressão fazendo-me querer-te em meus braços;
Nem dá para disfarçar os meus sentimentos que gritam pelo seu querer e não consegue mais viver sem você;
Teu cheiro me enlouquece, teus olhos me dispersam e a tua boca, bem a tua boca me mastiga deliciando-se com a vontade de ter-me por entre suas entranhas;
Meus sentidos foram dominados e os meus pensamentos invadidos pelo seu querer, despertando a intensa paixão que adormecia em meu intimo;
Insanamente minha razão fugiu do meu controle, dando prioridade à felicidade em pro do nosso querer;
Mas com um pouco mais de intensidade a nossa intimidade imagino-te com um pouco mais de ousadia chamando-me para te abraçar e te amar com todas as coisas;
Mas com olhares intensos e salivas instigantes dando pensamentos imprudentes para certificar o imenso amor guardado no intimo do meu eu;
Beijos e mordidas, arranhões e apertos, desejos no querer proibido invadindo o pecado com o certo, mas com a verdade do errado;
Tua boca me desatina, teus olhos me desviam e teu corpo... Bem o teu corpo me enlouquece não me deixando pensar em nada que não seja você;
Com centenas de pessoas e inumeráveis mulheres fui invadido por uma única rainha que fez sentido ao meu coração;
Seus olhos me encantam, sua boca me enlouquece, teu perfume me desatina meus desejos querem tirar as suas vestes;
A sua inocência tem malicias, teus trejeitos tem maldades, teu coração me tem amor como temos sede da felicidade;
Provoca-me com os teus trejeitos indecentes que tanto me enlouquece
Insinua-se que entenderei as suas intenções para comigo...
Não ameaças com os seus desejos intensos
Venha pegar o que você quer!
Tua imagem sensualizando, desorienta o meu saber...
Você com certo exagero... Me instiga com um pecado gostoso
Fazendo com que o meu corpo trêmulo deseja o teu
Arrepiado e safado...
Admiro a tua escultura, seus pêlos dourados que tanto me enlouquece;
E sonho com momentos prazerosos consigo!
