Esse teu Jeito me Enlouquece

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Olhar você com seu jeito singelo e às vezes ousado me fascina seus olhos carinhosos me enchem de ternura, sua pele macia feita algodões colhido na primavera espalha teu cheiro perfumado e me desperta meu libidinoso instinto.
Atraí-me com uma intensidade e faz-me lhe querer mais, pois beijar você não sei se é meu sonho ou minha esperança mais vou alimentando esse desejo.
A emoção estalou-se em meu coração explodindo meus medos e rompendo as barreiras entre os sentimentos e você.

Deusa com ar de menina é você inocente mulher, Rainha com jeito maduro é você mulher que eu quero;
Anjo com um modo astuto é você flor do meu mundo, Flor com beleza singela, és você mulher que me leva;

Não quero mudar meu jeito de pensar e nunca pensei em deixar de sonhar, mas de alguma forma eu preciso parar e não mais frustrar;

O meu dom é a arte dos sentimentos e conhecedor do coração que toca cada um de um jeito importante;
Vivo das minhas palavras, recitando a felicidade para ser retribuído com sorrisos sinceros;

⁠Jeito de boneca, lábios carnudos, pele rosada... A sua beleza é um absurdo!
Acho eu, que posso me apaixonar
Sou facinho de conquistar

Vai depender de quão cheio está o seu coração
Para que eu possa me candidatar;

Eu não te prometo nada, além do meu amor
Do quero entrar em seu coração... Me dá licença, por favor?

Sente a natureza do jeito que ela te sente e estarás em equilíbrio.

A gente precisa parar de ver só o lado bom das pessoas e começar a enxergar o jeito de ser que elas nos mostram e o que elas tentam esconder…

(Aline M. Abdalah)

Mas fato é fato então pra que se esconder
Se pro mundo não tem jeito você vale o que tem

Nem toda decepção faz barulho — algumas só mudam o jeito que a gente sente.

Gosto dos meus finais, do jeito que os traço, e gosto quando gosto disso!
há beleza no adeus quando sigo meu passo.
Deixo pro último dia, veneta que vem,
“deu na telha”, eu rio.. Loucura faz bem.


Louca?.. Talvez. Mas quem é são de verdade,
se conter o transbordar é negar liberdade?
Encerrar minha participação especial na vida de alguém
é arte que dói, mas que dá no que falar
porque até no adeus, eu sei me reinventar.

Você amou do jeito que sabia. Isso não é erro. Isso é caráter.

Quem realmente quer estar presente dar, um jeito de estar

Há amores que se recusam a virar passado.

Ficam suspensos em certos detalhes, no jeito como a luz entra pela janela numa hora específica do dia, como se alguém tivesse escolhido aquele horário há muito tempo e o costume tivesse ficado gravado nas paredes, para sempre.

As plantas continuam crescendo, teimosas, alheias a qualquer explicação. Ninguém pediu licença para elas.

Existe um perfume que não mora em nenhum frasco. Aparece do nada, dura um instante, e nesse instante o peito se enche inteiro, como se o tempo tivesse voltado só para dar um abraço rápido e depois ir embora de novo.

Há mãos que, mesmo ausentes, continuam presentes em outras mãos. Um jeito de tocar que se repete sem querer, um carinho que se aprendeu sem perceber que estava aprendendo. A pele esquece datas, mas nunca esquece afeto.

As cores das paredes, os objetos guardados exatamente onde foram deixados, os pequenos detalhes que qualquer estranho passaria sem notar: para quem ama de verdade, tudo isso é um santuário. Um jeito silencioso de dizer: “ainda moro aqui, ainda cuido de você.”

Porque existe um tipo de amor que não cabe em explicação, que não nasce num dia certo nem termina em outro. Ele só muda de forma. Deixa de ser abraço e vira lembrança que aquece por dentro. Deixa de ser voz e vira silêncio que acompanha os passos. Deixa de ser presença física e vira aquilo que sustenta a alma inteira, todos os dias, mesmo quando ninguém percebe.

Não existe medida para isso. Não existe régua, não existe calendário que dê conta.

Existe apenas o amor continuando a existir, do jeito que sabe: eterno, silencioso, inteiro.

E ele vive. Onde quer que esteja, ele vive.

MEU JEITO DE SER, POETIZANDO

Meu jeito de chegar,
é pelos cantos.
Meu jeito de falar,
é simples e alegre!
Meu jeito de sorrir,
é fácil e largo!
Meu jeito de olhar, é sempre perceptivo,
mesmo que às vezes: distante.
Meu jeito de sentir é interno,
explorando!
Meu jeito de expressar é calado,
demonstrando…
Meu jeito de amar não é frio,
nem morno...
Meu jeito de pensar é intuitivo,
indagando...
Meu jeito de viver é fantasioso,
acreditando...
Meu jeito de sonhar é acordada,
imaginando!

Minha linha de pensamento não é tênue.

Patrícia Pontes de Moraes Tancler Campos.

fantasma oficial.

Ela tem um jeito estranho de fazer o mundo parecer menos barulhento.

Não sei exatamente quando comecei a perceber isso. Talvez tenha sido antes mesmo de admitir que estava olhando diferente para ela. Porque algumas pessoas chegam na nossa vida fazendo presença, ocupando espaço, querendo ser notadas. Ela não. Ela simplesmente existe, e de algum jeito isso já basta para mudar o ambiente inteiro. É como se houvesse alguma coisa nela que não precisasse pedir atenção, porque a atenção simplesmente vai até ela.

E eu gosto de olhar para ela.

Não daquele jeito apressado de quem olha só para admirar. Eu gosto de olhar como quem tenta entender. Como se houvesse alguma coisa escondida atrás dos olhos dela que eu ainda não consegui alcançar completamente. E talvez seja justamente isso que me prende. Ela não parece inteira na superfície. Existe sempre alguma coisa acontecendo por dentro, mesmo quando ela não diz nada.

Às vezes eu fico pensando no quanto alguém pode caber dentro de um olhar.

Porque quando olho para ela, não vejo só o rosto que eu gosto, o sorriso que me desmonta ou os pequenos gestos que talvez ela nem perceba que faz. Eu vejo uma história. Vejo tudo aquilo que ela precisou ser para chegar até aqui. Vejo a parte doce, a parte cansada, a parte que ainda acredita nas coisas mesmo depois de ter motivos suficientes para não acreditar mais. E talvez eu goste dela justamente por enxergar essas contradições.

Ela consegue ser forte sem parecer dura.

Consegue ser doce sem parecer frágil.

E existe alguma coisa nisso que me faz querer ficar perto.

Não para consertá-la, porque eu nunca achei que ela precisasse ser consertada. Talvez seja o contrário. Eu só queria conhecer as partes dela que quase ninguém conhece. As coisas que ela pensa quando está sozinha. O que passa pela cabeça dela quando o mundo fica quieto. Os medos que ela esconde atrás de um sorriso. As coisas pequenas que fazem o coração dela ficar leve.

Queria saber o que ela vê quando olha para o céu sem motivo.

Queria saber qual lembrança ainda mora nela mesmo depois de tantos anos.

Queria saber quais sonhos ela abandonou pelo caminho e quais ainda guarda em segredo.

Porque gostar dela, para mim, nunca foi simplesmente gostar da presença. É querer atravessar a superfície.

E talvez esse seja o perigo.

Quanto mais eu olho, mais fundo parece.

É como se eu mergulhasse nos olhos dela sem perceber que estava deixando a margem para trás. E quando percebo, já não estou mais tentando entender quem ela é. Estou apenas ali, dentro daquele sentimento estranho de querer conhecer alguém sem precisar transformar isso em posse.

Eu não quero que ela seja minha porque eu não acho que pessoas devam pertencer umas às outras.

Eu quero que ela escolha ficar.

E existe uma diferença enorme nisso.

Porque se um dia ela olhar para mim e decidir permanecer, eu quero que seja porque encontrou em mim um lugar onde não precisa diminuir nenhuma parte de quem é. Quero que ela possa chegar cansada, confusa, feliz, perdida, exagerada, silenciosa, e ainda assim sentir que pode ser exatamente quem é.

Talvez seja isso que eu sinto quando penso nela.

Não é só vontade.

Não é só saudade.

Não é só encanto.

É uma espécie de paz inquieta.

Como se alguma parte de mim tivesse encontrado alguma coisa que não estava procurando.

E talvez eu nunca consiga explicar exatamente o que existe nela que me faz sentir assim. Talvez algumas pessoas simplesmente não sejam feitas para serem explicadas. São feitas para serem sentidas.

E ela é assim para mim.

Eu olho para ela e, por alguns segundos, esqueço que existe um mundo inteiro acontecendo do lado de fora.

Talvez porque, quando mergulho nos olhos dela, eu não esteja procurando uma saída.

Estou procurando o fundo.

E, pela primeira vez, não tenho pressa nenhuma de voltar à superfície.

Fidelidade, a marca de quem tem caráter, infidelidade um jeito de viver enganar a si mesmo e abrir cicatrizes na alma de quem jura ama

São coisas humanas:
Praticar o preconceito,
Falar do que não sabe,
Fazer de qualquer jeito,
Não cuidar de detalhes,
Esquecer, pagar pra ver,
Saber certo e não fazer,

Julgar sem conhecer.

Gostaria muito de um dia me casar, com uma mulher que compreenda sem titubear, o meu jeito peculiar de contar minhas piadas

Do jeito que andam os impostos, daqui a pouco até os pensamentos infames dos contribuintes serão taxados com alta carga tributária

Para pessoa inconveniente, só resta a chamada psicologia da mandala: o único jeito é mandá-la ir embora no mesmo instante.