Essa e minha Mae

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⁠Título: Eco sem nome

Estava indo tudo bem, até que…começou a tocar essa música
Minha voz foi cortada pelo silêncio
Apenas um instrumental repleto de sentimento.
E eu celebrei a nostalgia, como se nunca a tivesse vivido, não prometendo algo a mim mesmo,
Mas, rasgando-me no deserto das horas
(silenciosas)
Busco a não paz, o eco da saudade que se faz e desfaz.
Porque relembrando o momento cotidiano da minha criança interior,
Revivi várias promessas,
que eu negociei com penhor.
As forças de um pescador
Não eram as de um sujeito qualquer,
Eram as forças de um senhor, as memórias de um baiano,
Que se dizia meu avô.
Isso é excentricidade dos poetas.
É o eixo do corpo carregado de nostalgia e constância de alma,
É o pulsar de um coração de areia,
Levado pelo vento, levado pela força espiritual,
E isso talvez seja o caso, pois o ontem é um fantasma sem nome.
Mas o fantasma não é invisível?
É sim por isso mesmo que fica no coração.
Exceto se você for uma sombra do dia anterior,
Uma miragem a ser temida, mas nunca tocada.
O que me importa, é ser uma versão diferente de mim mesmo,
Assim como no espelho quebrado do agora,
Que mesmo fragmentado mostra como eu sou.
Estava indo tudo bem, até que…
Começou a tocar essa música de novo
Domingo à noite
São meios de encarar essa escuridão
ZZZ então surge Zollim, Zollim é a voz do coração
Zollim é sentimento, Zollim é a melodia única,
Que diz sobre a emoção
Que celebra o movimento,
Que celebra o invisível ao palpável,
Transformando sombras em saudades,
E a ansiedade do domingo, em uma obra-prima.

Inserida por poeta_menos

⁠A minha maior prova de amor por você é essa eternidade que se estende em prata no infinito do meu olhar cada vez que os nossos olhos se encontram.

Inserida por ednafrigato

Só peço paz a Jah e que minha vida não seja confusa como essa Babilônia. ⁠

Inserida por PedroBastosMota

⁠Essa é minha despedida
O único poema de minha vida
É uma bebida amarga
Que se prova em uma tarde linda

Esse poema, ele não rima
É uma despedida
Ele é claro, é sincero
Como o escuro
Como um amar-te, é arte

Ele é preto e é rosa
Claro e azul
Verde e amarelo
Leitura e Blues

Todo dia, temos manias
Manias de amar
De falar sem pensar
Algumas boêmias
Milhares de poesias
Nenhuma delas sobre você
Sabe por quê? Estrelas são verdes
Vestes novas são usadas quando estão velhas
E às vezes, só quero o que te espera

Na verdade, rima sim
Acha que ganho assim?
Claro, eu tô muito afim
Acho muito ruim
Viver sem você

Sem me matar
Com seu espadim

Inserida por WalyssonLima

⁠A minha escrita sempre foi combativa. Essa é a graça de poder me expressar pelas palavras. O que não digo falando, escrevo — e tenho muito a dizer. Não tente me calar. Nasci e cresci em meio à guerra. Se eu não estiver o tempo todo lutando, a sociedade me mata simplesmente por ser quem sou.

Inserida por JoMeloEscritora

⁠Um pássaro digladiando com sua própria imagem numa superfície espelhada, essa também é a minha reflexão.

Inserida por LuizVentura

⁠Eu acho que a minha missão aqui é essa: é ajudar as pessoas.

Carlos Alberto de Nóbrega

Nota: Trecho de entrevista para Rafinha Bastos, dada em fevereiro de 2013.

Inserida por pensador

⁠"Toda essa desesperança
é a minha bênção.
É ela a dor que me torna
imune ao orgulho, simples demais,
profundamente simples."

— UM MILÉSIMO | Dante Locatelli

Inserida por DanteLocateli

⁠*VIDA UZUMAKI*

... Vivo em outro ciclo;
Essa é minha rotina,
Sempre tão repetitiva,
Como numa espiral, está é minha vida;

O começo de um ciclo,
Terminando o anterior,
Sempre tão monótono,
Que chato, tão repetitivo;

Todo dia a mesma coisa,
Mesmo ritmo, mesmas horas,
Já estou acostumado,
Com os dias repetitivos;

Num loop de dia e noite,
Como se eu fosse Sisifo,
Empurrando uma pedra em meu caminho,
Isso é tão repetitivo;

Como sempre nada muda,
Fica sempre igual,
E por minha vida ser repetitiva...

⁠Isso parece trabalho, e essa é minha palavra menos favorita.

Inserida por pensador

⁠Entre dores e pontadas no Coração eu senti
Essa é a minha jornada, esquecer o que vivi

Buscando alternativas, eu não tive solução
Escolher perder a vida, ou Sangrar teu Coração?

Inserida por mads_bg

⁠Nessa praia

Sinto essa brisa,
esse vento que corre
sobre minha pele

Sinto seu toque suave sobre mim
sinto seu cheiro doce
sinto o vazio que deixou

Olhando esse calmo mar
vejo o brilho do seu olhar
refletindo na água ,minha pura ilusão

Com os pés na areia, me lembro de
cada promessa ,cada um dos planos
que me fez acreditar num futuro nosso

A cada estrela que vejo nessa noite
me faz pensar que um dia você
me dedicou cada uma delas

Me afogo em pensamentos
enquanto lembro de nós
enquanto lembro das tuas belas mentiras

Meu coração morre a cada
ver que está melhor sem
mim, como sempre imaginei

Com um aperto no peito
prezo para naufragar profundamente
até que meus pensamentos sumam

Por duas vezes nadei contra a maré
para poder te ter e fazer dar certo
mas você não estava no mesmo mar que eu

Você me deixou afogar e não me ofereceu
uma ajuda se quer enquanto eu atravessava
tempestades para te fazer sorrir

Você foi meu primeiro amor
não vou negar mas nunca mais
volto para esse mar....nadei,nadei e morri na beira

Inserida por Ritchellevfcb

⁠Essa luta é minha. Vou terminar isso sozinho.

Inserida por pensador

⁠Minha doce Saudade

Tua falta é um presente gostoso de sentir, pois me diz que ainda te amo. Essa saudade me deixa com pensamentos flutuantes. Pensamentos apaixonados são capazes de me deixar ainda mais louco pela tua boca. Essa saudade, feita de amor perfeito, mora no meu peito. Essa doce saudade, que trago em mim e não deixo ir, me traz à memória que sempre te amarei.

Inserida por vallink2012

⁠O que você tem... que ainda me atrai? Essa pergunta ressoa na minha mente, ecoando entre os momentos que compartilhamos e as lembranças que construímos. Não é apenas o brilho dos seus olhos ou o calor do seu sorriso, embora ambos tenham o poder de iluminar meus dias. É algo mais profundo, uma conexão que transcende o tempo e as circunstâncias.

Cada conversa que temos revela uma camada da sua alma, cheia de sabedoria e gentileza. Seu jeito de ouvir, com atenção sincera, faz com que eu me sinta compreendido e valorizado. É a sua capacidade de encontrar beleza nas pequenas coisas, de enxergar o extraordinário no comum, que me cativa a cada instante.

Seu riso, tão genuíno e contagiante, é uma melodia que acalma o meu coração. E, em seus braços, encontro um refúgio onde posso ser eu mesmo, sem máscaras ou reservas. Sua força silenciosa me inspira a ser melhor, a enfrentar os desafios com coragem e determinação.

Mas, talvez, o que mais me atrai é a sua essência, essa mistura de doçura e resiliência, de ternura e paixão. É a maneira como você enxerga o mundo, com olhos que brilham de esperança e um coração que pulsa com amor. Você me lembra que, apesar das adversidades, há sempre algo pelo qual vale a pena lutar, algo que nos mantém unidos e nos faz seguir em frente.

O que você tem... que ainda me atrai? É tudo isso e muito mais. É a promessa de um futuro juntos, o conforto de um presente compartilhado e as lembranças de um passado que nos moldou. É você, simplesmente você, que continua a ser a minha escolha, dia após dia.

Inserida por italo0140

⁠Amor pelo jornalismo

Poderia dizer que essa profissão é distante da minha família, mas na verdade não é exatamente assim. Professores passam informações, então minha profissão não é totalmente distante da função que boa parte dos meus familiares exerce. No entanto, nenhum familiar me apresentou o jornalismo.

O amor começou descalço, no meio do asfalto, jogando bola com amigos de infância. Entre vitórias e derrotas, o futebol de rua é cercado de brincadeiras. As conversas, depois de muitas idas à casa dos vizinhos para pegar a bola — alguns bem nervosos, por sinal —, valem uma história à parte. Mas hoje não, não é sobre isso que vou falar. Arrebentar os tampões dos dedões... que época boa! Não lembro disso querendo voltar ao passado, mas sim grato por Deus ter me proporcionado uma infância mais na vida real do que nas telas de hoje em dia.

O futebol de rua foi uma das coisas que mais pratiquei quando moleque e foi justamente em um desses dias que descobri aquilo que passaria a buscar com um carinho diferente: o jornalismo.

Depois da pelada, um pouco de resenha, um zuando o outro e, de repente, vem a pergunta que engaja geral: “O que você quer ser quando crescer?”. Engenheiro, mecânico de avião, bombeiro, policial, astronauta — sim, teve um que encheu a boca pra falar astronauta. Eu não duvidei, mas é claro que a resenha já vem na ponta da língua pra dar uma gastada. Em meio às revelações, um dos mais velhos do grupo fala: “Quero ser jornalista esportivo, falar de esporte.”

Eu paro e pergunto: “O que é isso? Como faz?” Nunca havia ouvido aquele nome antes: Jornalista Esportivo. Tinha uns 13 anos, mas sim, mesmo já acompanhando um pouco de futebol na televisão, a palavra era nova para mim. Jornalista Esportivo.

“O que se faz nisso? Como que é?”, pergunto.

“Fala de esporte, pô. Igual esses jornais na TV, sabe? Só que fala dos esportes apenas.”

Fã do jovem em ascensão à época, El Shaarawy, esse amigo, que por dúvida, preservo o nome, despertava em mim um interesse de buscar mais sobre a profissão. Acabada a resenha pós-futebol, volto para casa e a primeira coisa que faço é buscar sobre essa profissão no pai dos burros: o Google.

Veículos de comunicação, cursos, faculdade, o que fazer, como fazer, onde fazer... perguntas atrás de perguntas. Vídeos, relatos sobre experiências e então começo a conhecer as referências da área. Pegar um pouquinho de cada um, entender os blocos do jogo.

Craques e mais craques. Eu? Apenas um gandula perto deles. Como fazer isso dar certo? “Deus, não sei como, mas vou dar meu melhor, seja feita a Tua vontade”, dizia com fé em algum milagre. “Deus ajuda quem trabalha”, “Quem procura acha”, “Quem quer dá um jeito”; palavras assim foram sustento em meio às aflições de um cidadão comum que começava a enfrentar desafios na passagem da adolescência para a vida adulta. A necessidade de trabalhar, mesmo que fora da área, não foi suficiente para me afastar do jogo, do campo, das quadras poliesportivas.

Trabalho, fé, foco, renúncias e muita mão de Deus. Não ouso tirá-Lo dessa receita! Provocações e deboches, isso não é exclusivo de um grupo. Também passei por algumas.

Mas estar em uma redação física pela primeira vez, participar de um programa de rádio, conhecer os primeiros grandes nomes do esporte como Bernardinho, Bruninho, Fernando Meligeni, pessoas que só via pela televisão... tudo isso foi convertido em combustível. Um prêmio, de fato, um privilégio. O som do teclado ao digitar uma nota, artigo, que seja... o cheiro de tinta da caneta que mais tarde estourará ou a aflição de escrever tudo antes da caneta morrer. Até ficar na externa correndo risco de participar de uma "queimada", mesmo que o esporte seja futebol, vôlei ou basquete.

O dinamismo, a pressão por mais engajamentos, ficar de olho nas tendências, os números dos outros veículos, pensar fora da caixa e as histórias que inspiram, acesso aos bastidores de vidas dignas de filmes... os ônus e bônus.

É um privilégio poder aprender e conversar com algumas referências. Existe uma grande responsabilidade nessa profissão. Como cristão que sou, logo lembro dos versículos de Tiago 2:20-22: “Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta? Porventura o nosso pai Abraão não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque? Bem vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada.”

Com isso, lembro da frase: “É justo que muito custe o que muito vale”, frequentemente ligada a Teresa D'Ávila.

Não sei exatamente em que posso contribuir nesse jogo, e se posso, muito menos o que acontecerá amanhã. O que sei é que essa coceira por olhar o que poucos viram, mastigar a informação de uma maneira que mais pessoas possam entender, trazer assuntos pertinentes e principalmente cuidar para não passar nada além da verdade, além de aprender com todos, são tópicos que me prendem ao jornalismo.

Lembrando dos ônus e bônus, é quase uma antítese, logo lembro da primeira estrofe do soneto de Luís Vaz de Camões:

“Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.”

No fim, não é exclusivo do jornalismo. Toda profissão tem seus desafios, mas, mesmo que às vezes possa ser uma dor que desatina sem doer, é justo que muito custe o que muito vale.

Inserida por JamisGomesJr

⁠Eu estou todos os dias querendo ser eu, mas talvez essa não seja só a minha vontade, pode ser a sua, a dele e a dela... só por eu estar pensando nisso há algum tempo, estou vendo que esse tal de "eu" ainda não sou.

Inserida por OVerneckLucas

⁠É com essa energia limpa da aurora que minha alma se harmoniza para sintonizar a magia de um dia novinho que me chega a cada amanhecer.

Inserida por ednafrigato

⁠Com dor, refaço minha trajetória
Essa, jamais me impedirá
A não ser que esmorecida
Desista de, outra vez, tentar

Inserida por MicheleMiranda78

⁠Sem precisar explicar nada, porque Deus viu tudo. Essa é a minha paz.

Inserida por andreafreire