Esqueleto
O esqueleto de nossa liberdade plena está pronto. Não lhe falta mais que a substância e as vestes, nós os criaremos.
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
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Entrar no canal do WhatsappSeja branco,seja negro,seja gordo,seja esqueleto,você deve amar sem nenhum preconceito,seja homofobia,seja racista,seja desrespeito,seja preconceito você deve abominar sem nenhum medo,seja as dificuldades,seja as tristezas,seja a vaidade,seja da perca,seja sonho,seja pesadelo,você deve perder o medo,seja você,seja feliz ,seja alegre,seja uma pessoa melhor do que é.
Se algo é nulo, automaticamente, ele não existe, mas, se eu estou definindo ele como nulo, logo, ele seria algo.
Somos feito por uma engenharia milagrosa das mãos de Deus
Um esqueleto com mecanismos, mas não somos maquinas
Temos cérebros para pensar
Olhos para enxergar
Ouvidos para ouvir
Mãos para pegar
Pés para andar
Pulmão para respirar
E coração para amar
Então vamos aproveitar esse benefícios que Deus nos privilegiou
E Usar para praticar o bem!!!!!
Envelhe.sendo
O cabelo cai e o que fica embranquece
O esqueleto todo enfraquece
A pele murcha fica igual uma ameixa
Tem gente que tenta arrumar, tem gente que deixa
Dói ouvido, dói as juntas, o olho, o cotovelo
Dói o rim, dói o fígado, o baço e até o tornozelo
Por dentro também o processo acontece
Um bom sono cura, e também uma boa prece
O coração de plantão,
no seu ritmo acelerado
Fica só pensando, o coitado :
Com tanta pílula, intervenção,
cosmética e manipulação,
como ficar calado?
Fala, então, pra alma,
essa que anda num cavalo alado
_ Você que tá sempre aí ao meu lado,
este é o meu apelo :
vamos manter a calma,
vamos cuidar com zelo.
A alma leviana e flutuante ... só ri.
Envelhe.sendo
O cabelo cai e o que fica embranquece
O esqueleto todo enfraquece
A pele murcha fica igual uma ameixa
Tem gente que tenta arrumar, tem gente que deixa
Dói ouvido, dói as juntas, o olho, o cotovelo
Dói o rim, dói o fígado, o baço e até o tornozelo
Por dentro também o processo acontece
Um bom sono cura, e também uma boa prece
Ponte do Esqueleto
Em Limeira, no interior de São Paulo, existe uma história que atravessa gerações e mistura mistério, morte e desaparecimentos.
Tudo teria começado no século XVIII.
Conta a lenda que um frei franciscano chamado João das Mercês viajava pela região carregando um cesto de limas, frutas que acreditava ajudar a combater as febres malignas. Ao anoitecer, decidiu descansar próximo ao Ribeirão Tatuibi. Antes de dormir, comeu algumas das frutas, mas passou mal durante a madrugada. Dizem que, antes de morrer, afirmou que as limas haviam sido envenenadas.
O frei foi sepultado ali mesmo. Algum tempo depois, uma árvore de limas teria brotado sobre sua sepultura. O local passou a ser conhecido como Rancho da Limeira, nome que mais tarde daria origem à cidade de Limeira.
Porém, a história não termina aí.
Os moradores mais antigos dizem que, nas noites frias, o espírito do frei ainda caminha pela região. Alguns juram que ele procura algo que perdeu antes de morrer. Outros acreditam que ele tenta impedir que pessoas se aproximem de um lugar específico: a Ponte do Esqueleto.
A antiga ponte, cercada por mata e silêncio, tornou-se o centro de outra lenda que poucos gostam de comentar.
Segundo os relatos, em determinadas épocas do ano, um grupo de desconhecidos aparecia na cidade. Eram pessoas educadas, sorridentes e extremamente convincentes. Convidavam os curiosos para uma aventura secreta, prometendo emoções inesquecíveis e uma experiência que mudaria suas vidas para sempre.
Muitos aceitavam.
Os grupos seguiam pela estrada em direção à Ponte do Esqueleto. Lanternas eram vistas cruzando a mata e risadas ecoavam na escuridão.
Mas, depois daquela noite, algumas pessoas nunca mais eram vistas.
Não havia rastros.
Não havia explicações.
Simplesmente desapareciam.
Com o passar do tempo, os misteriosos visitantes também sumiam. Meses depois, porém, reapareciam com novos rostos e novas promessas, como se nada tivesse acontecido.
Foi então que surgiu a parte mais assustadora da lenda.
Há quem diga que, quando as lanternas se acendem sobre a Ponte do Esqueleto, é possível ver a figura de um velho frei parado entre as árvores, segurando um pequeno cesto de limas.
Ele não fala.
Apenas observa.
E, segundo os moradores mais antigos de Limeira, sua presença é um aviso.
Porque, quando o frei aparece, alguém está prestes a aceitar um convite para atravessar a Ponte do Esqueleto.
E quem atravessa... pode nunca mais voltar.
Somos nosso próprio esqueleto.
O cranio de nossas emoções fruto da evolução existencial atravessa nossos pensamentos...
Somos dívidas por cinco parte na fogueira de vaidades na essência somos apenas poeira falante...
Eis que chegada é a hora de horizontalizar esqueleto e permitir a conjunção de cílios superiores e inferiores.
