Espiritual
“No Reiki, a evolução espiritual começa quando assumimos a responsabilidade por nossos erros e buscamos transformar a nós mesmos.”
Elevação espiritual!!
Quem se encontra em um grau de elevação espiritual
Entende as coisas com mais facilidade, e sempre encontra formas diferentes de lhe dar com as coisas, porque há crescimento diário.
Trabalham árduamente para a disciplina diária.
Tem mais aceitação
Tem responsabilidade, compromisso
Abre as mãos com leveza
Trilha o caminho do bem, da luz
Se alegra com a alegria dos outros
É porta voz da paz, da solidariedade, da satisfação, e da gratitude.
Estes, estão voltados para a essência, e não se perdem no ter.
Estes, estão em busca da prosperidade espiritual, tendo a total consciência do motivo......" porque estão aqui" . Evoluir. !! Paz e luz
Quem tem elevação espiritual!!
Quem tem elevação espiritual, tem humildade, tem verdade, carrega nas mãos a caridade, e sabe que não há evolução sem amor, destila perfume, refresca a alma dos que se aproximam com leveza e bondade.
Não possui vaidade.
A vocação é o amor.
Simone Vercosa
Sentir a dor dos outros, o olhar para os outrosSentir o Próximo
A nossa caminhada espiritual ganha um sentido muito mais profundo quando aprendemos a desviar o olhar do próprio umbigo para enxergar o companheiro de jornada. Sentir a dor dos outros não é carregar o sofrimento deles, mas sim ativar a nossa capacidade de empatia e compaixão. Quando olhamos para o próximo com um sentimento puro, despido de críticas e julgamentos, compreendemos que cada alma carrega lutas silenciosas e pesadas. Esse olhar acolhedor é o que nos humaniza e nos lembra de que somos todos irmãos, necessitados do mesmo afeto e da mesma tolerância.
LEI ESPIRITUAL DA AÇÃO E DA REAÇÃO.
Quem praticar o mal contra alguém, por qualquer meio, causando-lhe sofrimento ou qualquer outra espécie de dano, se não se redimir perante Deus e não procurar a pessoa ofendida para tentar corrigir o erro, não importa se esta tenha ou não lhe perdoado, receberá o mesmo, em dobro, nesta vida, no plano espiritual para o qual irá depois da sua morte ou em nova vida terrena futura.
Por outro lado, quem praticar o bem, não importa a quem, Deus lhe proverá o mesmo em dobro, nesta vida, na vida depois da morte ou em nova vida terrena futura.
Quem partiu para o plano espiritual não pode retornar para viver entre nós mas um dia também iremos para lá e nos encontraremos.
Quem partiu para o plano espiritual não pode retornar para viver entre nós, mas um dia nós também iremos para lá e nos encontraremos.
Aquele que estende o braço para levantar o caído constrói um trono espiritual que nenhum império terreno pode destruir.
Desperta dessa escuridão espiritual e entende de uma vez por todas: quem ama a Deus de verdade acolhe o aflito, estende a mão e nunca, jamais, usa a dor do próximo para machucar.
A maior cegueira espiritual é olhar para quem é puro e enxergar um "estranho"; cure a sua própria maldade parando de condenar quem só busca respeito.
É de uma pobreza espiritual gigantesca ridicularizar quem tem ideias puras e diferentes; pare de condenar o proximo e abra o peito para o amor.
Livro: Sublimação.
Autor; Yvonne do Amaral Pereira. Autor Espiritual; Charles,Leon Tolstói.
“Sublimação” não é apenas uma coletânea de narrativas espirituais. É uma travessia psicológica e moral pelos subterrâneos da consciência humana. A obra possui aquela rara capacidade que somente os livros impregnados de autenticidade espiritual conseguem preservar através das décadas. Mesmo publicada em 1973, sua substância filosófica permanece viva porque trata de conflitos eternos da alma humana. O amor. A perda. A culpa. A reparação. A saudade. A transcendência. A continuidade da existência.
Há livros que entretêm. Há livros que informam. E há aqueles que silenciosamente reorganizam a percepção íntima do leitor. “Sublimação” pertence a esta última categoria.
O que impressiona profundamente é a tessitura psicológica dos personagens. Nenhuma dor aparece gratuitamente. Nenhum sofrimento é ornamental. Cada tragédia apresentada por Léon Tolstoi possui função educativa dentro da lógica espiritual da existência. A obra demonstra com lucidez admirável que os dramas humanos não são acidentes caóticos, mas consequências de vínculos pretéritos, escolhas morais e necessidades evolutivas.
Em “Obsessão”, por exemplo, percebe-se o esmagamento emocional de uma consciência incapaz de aceitar a ruptura afetiva. A narrativa transcende o simples fenômeno mediúnico e alcança uma análise quase clínica da fixação mental. A jovem não enlouquece apenas pela perda do noivo. Ela sucumbe à incapacidade de desprender-se da matéria e compreender a sobrevivência espiritual. É uma reflexão severa sobre apego, desespero e perturbação psíquica.
“Amor Imortal” talvez seja uma das mais delicadas expressões da afetividade transcendente dentro da literatura espírita. O conto dissolve a superficialidade dos vínculos puramente carnais e apresenta o amor como reconhecimento espiritual entre consciências que se buscam através dos séculos. Existe ali uma melancolia elevada, quase sacralizada, que toca profundamente aqueles que já sentiram inexplicável familiaridade emocional diante de alguém.
“Destinos Sublimes” amplia magistralmente a noção de caridade. Não como esmola emocional, mas como sublimidade ética nascida da própria dor. A narrativa evidencia uma das maiores lições do Espiritismo. O sofrimento pode degradar o espírito ou refiná-lo moralmente. Tudo depende da maneira como a criatura interpreta suas provas.
“Karla Alexeievna” possui uma força moral extraordinária. A personagem representa o heroísmo silencioso das almas renunciadoras. Em uma civilização obcecada por reconhecimento e satisfação imediata, sua figura ergue-se como monumento à abnegação. Não há triunfos externos grandiosos. Há algo mais raro. Vitória interior.
Já “Evolução” talvez seja o conto filosoficamente mais impactante da obra. Tolstoi conduz o leitor através da impermanência das posições sociais, demonstrando a absoluta fragilidade dos títulos humanos diante da eternidade. Reis tornam-se servos. Nobres convertem-se em miseráveis. Pobres retornam em posições de poder. A narrativa desmonta o orgulho humano ao revelar que a identidade verdadeira não está nas circunstâncias transitórias da matéria, mas no patrimônio moral acumulado pelo espírito através das existências sucessivas.
E então surge “Nina”. O conto de Charles aprofunda dramaticamente o problema da incompreensão humana diante do amor fraternal legítimo. A narrativa possui densidade emocional quase sufocante. Inveja, possessividade, orgulho e interpretação maliciosa destroem aquilo que poderia florescer como fraternidade elevada. É impossível terminar essa história sem refletir sobre quantas tragédias humanas nascem não do mal absoluto, mas da incapacidade psicológica de compreender sentimentos puros.
Quanto a Yvonne A. Pereira, sua relevância ultrapassa a mediunidade literária. Sua obra representa um testemunho raro de disciplina moral aplicada à tarefa mediúnica. Mesmo com instrução limitada segundo os padrões acadêmicos convencionais, produziu trabalhos de profundidade psicológica e espiritual impressionantes. Isso evidencia um princípio frequentemente esquecido. Cultura intelectual e sabedoria espiritual nem sempre caminham juntas. Há consciências que escrevem com a experiência acumulada da própria alma.
“Sublimação” merece ser recomendada porque não infantiliza o leitor. A obra exige sensibilidade, reflexão e maturidade emocional. Ela não oferece consolo superficial. Oferece compreensão. E compreender a dor quase sempre é o primeiro passo para suportá-la com dignidade.
Poucos livros conseguem unir literatura, espiritualidade, psicologia e filosofia moral sem cair em sentimentalismo excessivo. “Sublimação” realiza essa convergência com notável elevação.
Há obras que terminam na última página. Esta continua reverberando muito depois do encerramento da leitura.
Fontes consultadas. SublimaçãoYvonne do Amaral PereiraLéon TolstoiFederação Espírita Brasileira.
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"A aurora terrestre é apenas o símbolo da aurora espiritual que aguarda toda consciência em marcha para a perfeição."
O Livro dos Espíritos e a Educação: A Pedagogia Espiritual de Allan Kardec.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Entre os inúmeros aspectos que tornam "O Livro dos Espíritos" uma obra singular na história do pensamento humano, um dos mais relevantes e, ao mesmo tempo, menos percebidos, é a sua extraordinária estrutura didática. A elaboração metodológica da obra revela a experiência pedagógica de Allan Kardec, educador formado sob a influência do grande mestre suíço Johann Heinrich Pestalozzi, cuja concepção educacional valorizava o desenvolvimento integral do ser humano.
Todavia, a didática presente em "O Livro dos Espíritos" transcende os limites convencionais da técnica de ensino. Não se trata apenas de um método destinado à transmissão de conhecimentos. Sua natureza é mais profunda e elevada, constituindo uma verdadeira pedagogia espiritual. Sob essa perspectiva, aproxima-se muito mais da monumental "Didática Magna", de Comenius, do que dos modernos manuais técnicos de instrução.
A educação espírita emerge espontaneamente das páginas da obra, como água cristalina que brota naturalmente de uma fonte perene. Tal característica pode ser observada já na Introdução do livro. Longe de representar uma simples apresentação editorial, ela constitui uma autêntica introdução à própria Doutrina Espírita.
Em vez de limitar-se a justificar ou explicar a publicação, Kardec oferece ao leitor uma ampla abertura para a compreensão integral do Espiritismo. Simultaneamente, posiciona a Doutrina no vasto cenário da cultura humana, estabelecendo pontes entre diversos campos do conhecimento que, até então, encontravam-se frequentemente em conflito.
Essa harmonização possuía importância fundamental. Durante séculos, a fragmentação das áreas do saber constituiu um dos maiores obstáculos à compreensão global da natureza humana. As divergências entre concepções religiosas, científicas, filosóficas e materialistas dificultavam uma visão unificada da existência.
Décadas mais tarde, o pesquisador norte-americano destacou a existência dessas múltiplas interpretações conflitantes sobre o homem, identificando perspectivas teológicas, materialistas, espiritualistas e científicas como frequentemente inconciliáveis.
Entretanto, aquilo que a Parapsicologia procuraria realizar posteriormente já havia sido alcançado por Kardec um século antes através de "O Livro dos Espíritos". A obra apresentou uma visão integrada do ser humano, da vida e da realidade espiritual, oferecendo uma síntese capaz de superar antagonismos históricos entre diferentes formas de conhecimento.
Tal fato demonstra que a metodologia kardeciana ultrapassa os limites da simples didática para atingir autênticas dimensões pedagógicas. Embora não possa ser classificada formalmente como um tratado de Pedagogia, a obra apresenta todas as características de um verdadeiro manual de educação, compreendida em seu sentido mais amplo e elevado.
Seu propósito é simultaneamente instruir e educar. O ensino manifesta-se desde as primeiras páginas e mantém-se contínuo ao longo de toda a obra. Contudo, essa instrução não se restringe à transmissão de informações ou conceitos teóricos. Pelo contrário, conduz o estudante para um processo de aperfeiçoamento moral, intelectual e espiritual.
Ao concluir sua leitura, o leitor atento não apenas amplia seus conhecimentos. Ele adquire uma nova concepção acerca do homem, da vida, do Universo e das leis que regem a existência. Mais do que isso, compreende o significado profundo de sua jornada evolutiva, reconhecendo que o destino supremo da criatura consiste em harmonizar-se progressivamente com a Inteligência Suprema e Causa Primária de todas as coisas: Deus.
Sob essa ótica, "O Livro dos Espíritos" permanece como uma das mais importantes obras educacionais da humanidade, não apenas por ensinar conceitos, mas por promover a transformação interior do indivíduo, orientando-o na construção consciente de sua própria evolução espiritual.
Fonte:
Texto baseado em "Pedagogia Espírita", de J. Herculano Pires, inspirado na análise da dimensão educacional de "O Livro dos Espíritos", de Allan Kardec.
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O MUNDO ESPIRITUAL.
Esse tema de O Livro dos Espíritos é um dos mais profundos de toda a Codificação, porque estabelece uma inversão completa da maneira comum pela qual a Humanidade costuma enxergar a existência.
Kardec pergunta qual dos dois mundos é o principal: o espiritual ou o material. A resposta dos Espíritos é categórica:
"O mundo espírita, que preexiste e sobrevive a tudo."
Isso significa que o mundo espiritual não é uma consequência do mundo físico; ao contrário, o mundo físico é que constitui uma condição transitória dentro da realidade espiritual.
O significado de "Mundo Normal Primitivo"
A expressão "mundo normal primitivo" não deve ser entendida como algo rudimentar ou atrasado.
Na linguagem empregada por Kardec, "primitivo" significa primeiro, originário, fundamental.
Assim, o mundo dos Espíritos é chamado de:
Mundo normal, porque nele os Espíritos vivem em seu estado natural.
Mundo primitivo, porque ele existe antes da encarnação e permanece depois da desencarnação.
A vida corporal é temporária; a vida espiritual é permanente.
O Espírito não foi criado para ser homem ou mulher, rico ou pobre, jovem ou velho. Essas são circunstâncias passageiras da experiência terrestre. Sua verdadeira condição é a de ser espiritual.
A matéria é secundária
A questão 86 é extraordinária:
"O mundo corporal poderia deixar de existir, ou nunca ter existido, sem que isso alterasse a essência do mundo espírita?"
"Decerto."
A resposta mostra que o universo material não é a base da realidade.
Se toda a matéria desaparecesse, os Espíritos continuariam existindo.
Isso não significa que a matéria seja inútil. Pelo contrário. Ela é instrumento de progresso.
Em O Livro dos Espíritos, Kardec demonstra que a encarnação é uma necessidade educativa. O Espírito utiliza a matéria para desenvolver inteligência, sentimentos, experiência e responsabilidade moral.
A matéria é escola.
O Espírito é o aluno.
Os Espíritos estão por toda parte
A questão 87 talvez seja uma das mais impressionantes de toda a obra.
Os Espíritos afirmam:
"Estão por toda parte. Povoam infinitamente os espaços infinitos."
Não existe um "céu" localizado em alguma região específica do universo.
O mundo espiritual não é um lugar isolado.
Ele interpenetra toda a criação.
Os Espíritos vivem ao nosso redor, movem-se entre nós e compartilham os mesmos espaços físicos sem serem percebidos pelos sentidos corporais.
Por isso os Benfeitores acrescentam:
"Tendes muitos deles de contínuo ao vosso lado, observando-vos e sobre vós atuando."
Essa observação possui enorme consequência filosófica e moral.
Jamais estamos verdadeiramente sós.
Nossos pensamentos, sentimentos e atos repercutem no ambiente espiritual que nos cerca.
Criamos afinidades.
Atraímos companhias.
Estabelecemos sintonia.
Daí a importância que toda a Codificação dá à vigilância dos pensamentos, à reforma moral e à elevação das intenções.
Uma potência da Natureza
Outro ponto frequentemente ignorado é quando os Espíritos afirmam:
"Os Espíritos são uma das potências da natureza."
Kardec não apresenta os Espíritos como seres sobrenaturais.
Para o Espiritismo, não existe sobrenatural.
Os Espíritos fazem parte das leis divinas da criação, assim como a gravidade, o magnetismo, a eletricidade ou qualquer outra força natural.
A diferença é que a ciência da época ainda não possuía instrumentos adequados para estudar plenamente essa dimensão da realidade.
Por isso Kardec insistia que o Espiritismo não veio destruir as leis da Natureza, mas revelar leis ainda desconhecidas.
Regiões interditas aos menos adiantados
A resposta termina com uma observação importante:
"Nem todos, porém, vão a toda parte, por isso que há regiões interditas aos menos adiantados."
Não se trata de castigo arbitrário.
É uma questão de afinidade vibratória e moral.
Assim como uma criança não acompanha um curso universitário porque ainda não possui preparação intelectual, os Espíritos inferiores não conseguem permanecer em esferas mais elevadas porque lhes faltam condições morais para isso.
Cada Espírito habita naturalmente o ambiente compatível com seu grau de adiantamento.
O progresso moral amplia os horizontes da alma.
Quanto mais o Espírito se purifica, mais vasto se torna o universo ao qual pode ter acesso.
Reflexão:
Essas quatro questões (84 a 87) condensam uma das teses centrais da Doutrina Espírita:
Nós não somos seres materiais que ocasionalmente possuem uma alma. Somos Espíritos imortais que temporariamente utilizam um corpo.
Antes do nascimento já existíamos.
Depois da morte continuaremos existindo.
A encarnação é apenas um capítulo da jornada infinita da alma.
O mundo espiritual não é um lugar distante para onde iremos um dia. Segundo Kardec, ele nos envolve neste exato instante, constituindo o verdadeiro cenário da vida universal.
A Terra é uma estação de aprendizado.
O Espírito é o viajante eterno.
E o mundo espiritual é sua pátria de origem e de destino.
Fonte: O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.
ORGULHO, IGNORÂNCIA E INFLUÊNCIA ESPIRITUAL À LUZ DO ESPIRITISMO E DO EVANGELHO.
PARTE I
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Para enriquecer o título e a reflexão doutrinária, dois capítulos bíblicos dialogam profundamente com os ensinamentos espíritas sobre orgulho, soberba, vaidade, limitações humanas e influência espiritual.
No Antigo Testamento, destaca-se o capítulo 16 do livro de Provérbios. Nele encontramos uma das mais conhecidas advertências sobre a soberba:
" A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda. "
Provérbios 16:18.
Sob a ótica espírita, esse ensinamento revela uma lei moral observável em todas as épocas. O orgulho cria ilusões sobre si mesmo. A criatura passa a acreditar que está acima das leis divinas, acima da correção e acima da necessidade de aprender. Mais cedo ou mais tarde, a realidade lhe apresenta lições que restauram a humildade e o senso de proporção.
No Novo Testamento, merece destaque o capítulo 23 do Evangelho de Gospel of Matthew. Nesse capítulo, Jesus dirige severas advertências aos escribas e fariseus, denunciando a vaidade religiosa, a hipocrisia e o desejo de superioridade moral.
Entre suas lições mais profundas está:
" O maior dentre vós será vosso servo. Porque aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado. "
Mateus 23:11 e 12.
Essa passagem harmoniza-se integralmente com os ensinamentos de Allan Kardec. O verdadeiro progresso espiritual não consiste em aparentar santidade, erudição ou autoridade. Consiste em transformar o próprio caráter, vencer as imperfeições e servir ao próximo com sinceridade.
Enquanto o orgulho busca ser admirado, a humildade busca ser útil.
Enquanto a vaidade procura aplausos, a consciência reta procura o dever cumprido.
Enquanto a soberba afasta a criatura da verdade, a humildade abre as portas para o aprendizado contínuo.
Por essa razão, o Espiritismo ensina que o combate mais importante não ocorre contra os outros, mas contra as imperfeições que ainda carregamos em nós mesmos. A reforma íntima constitui a grande batalha da alma em sua jornada rumo à plenitude espiritual.
Fontes Fidedignas
Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Questões 115 a 133 e 459 a 472.
Allan Kardec. O Livro dos Médiuns. Capítulos XXIII e XXIV.
Allan Kardec. A Gênese. Capítulo XIV.
Allan Kardec. Revista Espírita. Diversos estudos sobre obsessão, orgulho e educação moral.
Bíblia Sagrada. Provérbios, capítulo 16.
Bíblia Sagrada. Mateus, capítulo 23.
José Herculano Pires. Traduções e comentários das obras de Allan Kardec.
"Toda vez que a humildade cresce, o orgulho perde terreno, e toda vez que o orgulho recua, a luz da verdade encontra espaço para iluminar a consciência."
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