Espaço
O candomblé é magia, beleza, fé e ancestralidade...
Não podemos perder espaço para a intolerância e arrogância, assim, deixaremos a nossa história morrer...
Meu coração é pequeno, por isso, não tem espaço para guardar mágoas, rancor ou ódio e o carinho ou amor que recebo, consigo repartir ainda quentinho, ainda batendo, ainda amando.
O espaço entre o sonho e a
relidade é algo lindo...A
felicidade!
Então para que sejamos
felizes, temos de fazer dos
nossos sonhos "realidade"!
Não existe companhia melhor do que o som da minha guitarra distorcendo o silêncio do espaço que me envolve.
Entrelaçam-se as mãos
e numa jura de amor infinda,
dois corpos ocupam um só espaço...
onde reina a cumplicidade plena!
eu penso conforme o tempo
eu danço conforme o passo
eu passo conforme o espaço
eu amo conforme a fome
eu como conforme a cama
eu sinto conforme o mundo
mas no fundo
eu não me conformo
Interessante... Ao darmos o espaço as pessoas
Notamos que elas querem o espaço. O problema com todo esse espaço, é quando elas optam em ficar longe...
“Penso logo existo?
Eu diria que penso logo sinto
É tanta saudade
Que me perco no espaço
Mas é com muita serenidade
Que pensando em seus beijos
Lembro do seu cheiro
Desejando seu abraço.”
E tem aquelas pessoas
que ocupam um espaço enorme em nosso coração,
Gente que renova nossas esperanças
preenchendo de alegria os nossos dias,
gente que Deus coloca
na nossa vida só pra nos dar paz.
Nesta Aliança
Quero aliar......
O Céu com a Terra
sendo agradecido.
O Tempo com o espaço
sendo presença.
A paixão com o amor
sendo fiel.
A tristeza com a alegria
sendo amigo.
O sonho com o real
sendo realização.
A morte com a vida
sendo eterno.
A razão com o sentimento
sendo completo.
A masculinidade com a feminidade
sendo sensível.
O pecado com a graça
sendo criador.
A tua fé com a minha
sendo crente.
O teu povo com o meu
sendo uma família.
A tua metade com a minha
sendo um só.
O teu ideal com o meu:
ser feliz!
O SINAL DAS MÃOS
COM A ALIANÇA NO CORAÇÃO;
CUMPRINDO A PROMESSA:
DE SEMPRE TE AMAR.
Virou uma estrela, mais uma estrela em meio a constelação que povoa o espaço vazio.
Lacuna eterna e impreenchível.
Dizem que dor vivida é dor sentida.
E a partida, a perda, é dolorida. Dói. Ai, dói mais um pouco e torna-se pouco, ante a saudade que lentamente vai se perpetuando.
O morrer é isto, viver entre dois mundos, entre a quase imortalidade e a possibilidade da eternidade.
E a distância que separa esses dois mundos é essa tênue linha chamada vida.
E o que se vive é imutável interiormente.
A vida é isto, um sopro, uma leve e frágil brisa entoando a mais bela das canções.
A canção do amor!
O viver hoje como se não houvesse amanhã.
Seria o sorriso a alma em estado de graça?
Seriam as palavras passageiras?
E somos passageiros nesse tempo.
O tempo passa e passamos, mas o amor não.
Ah! O amor! Esse transcende o tempo
E permanece com toda força, além, bem além do pensamento, do sentimento, da emoção.
Esse se eterniza entre linhas no coração!
O sentimento que eu pulverizo em forma de palavra escrita abre espaço no meu peito para o que é novo. Me pego falando sozinho, perguntando pra mim mesmo até quando eu consigo sustentar por debaixo da minha cara sisuda o sorriso que me rasga a face de fora a fora. Talvez se eu te mostrasse tudo, tu passaria por cima de mais umas convicções. O caminho é agridoce, e começa debaixo desses lençóis dos quais a gente hesita tanto em sair.
No tempo , no espaço,
no cristal quebrado...
Sei que estás ou estiveste
em algum lugar.
Já não te procuro mais.
Seguiste o teu caminho
e eu segui o meu.
Cika Parolin
E nos foi imposto , um breve espaço de tempo , sem que jamais tivéssemos solicitado ou tido a oportunidade de revogar ;e neste breve espaço de tempo que somos obrigados a aprender a sobreviver sob todas as imposições e "leis ",neste breve espaço de tempo somos sugados por doutrinas e dogmas até wue sejamos capazes de criar os nossos próprios pensamentos e é neste breve espaço de tempo , que aprendemos a contrariedade dos sentimentos e as sensações que eles podem nos causar ,neste breve espaço de tempo ...que por fim aprendemos a amar e aspirar e que ...nos é lembrado o quão breve nós somos .
"Amor é isto: a dialética entre a alegria do encontro e a dor da separação. E neste espaço o amor só sobrevive graças a algo que se chama fidelidade: a espera do regresso. De alguma forma a gota da chuva aparecerá de novo, o vento permitirá que velejemos de novo, mar afora”.
(Trecho de "Onde mora o Amor", do livro 'Tempus Fugit'. São Paulo: Edições Paulus, 1990. )
Aprecie sua própria companhia. Quando se é amigo(a) de si mesmo(a) a solidão não tem espaço para vingar. Não importa o lugar que esteja, sempre estará acompanhado(a).
