Espaço
Preciso de espaço para ser eu. Não quero explicar minhas ações. Nem meu modo crédulo de ver a vida.
As lágrimas que caem
Levam sempre consigo
Um pouco de quem chora
Como prometem ajudar
Se levam um pedaço
De mim embora?
Acho que essa é a magia
Levar uma parte
Que você não precisa
Deixar mais espaço
Nem que seja um pedaço
Para a expectativa
A cada qual seu próprio entendimento
sobre o céu
sobre a terra
sobre o espaço
Mas uma coisa é certa, tudo que amamos cuidamos.
Tem coisas que não dependem da gente e não podemos controlar. Assim é o tempo com seus sentidos de espaço e de ser. O passado se foi, enquanto o fruto da árvore poderá não estar no momento de nossas fome.
O espaço utilizado nos pensamentos para refletir e produzir algum conteúdo é muito grande. Não restam cômodos para a solidão habitar.
Quando me ajoelho diante das raízes dos meus erros e me coloco a refletir sobre suas causas, minhas aflições diminuem e me dão espaço para a compreensão de minhas necessidades rumo a minha reconstrução e possibilidade de acertos futuros.
Sinto-me vazio. Como se tudo que afoga, supre, e é lançado ao lixo; estivesse saído de mim, sem nunca ter estado.
(Nepom Ridna)
Se não tem cor em seu Mundo
Veja entorno, até por olhares alheios...
é um começo para se encontrar.
Há um Arco-íris de vida além do seu Espaço.
Na verdade, é um Multiverso a se explorar.
Se forem constantes as mudanças no mundo e nas pessoas que o habitam, também há de serem constantes as mudanças nos espaços em que estes seres são “ensinados”.
Aqui, onde o coração se desdobra,
Compartilho o que amo, o que me inspira,
Cenas que dançam como folhas soltas,
Arte, literatura, poesia, a vida inteira.
Nas asas da CriAtividade A.I,
Voo pelas estrelas, verso a verso,
Aprendendo, ensinando, sempre a fluir,
Neste mundo vasto, diverso e imerso.
Tudo que gosto, aqui tem morada,
Palavras e cores, sonhos e risos,
Meu perfil é um jardim de alvorada,
Onde a alma dança, livre e preciso.
Venha, viajante, entre e se aconchegue,
Nas páginas vivas deste meu cantar,
Pois aqui, no abraço das palavras, segue
A essência do que sou, a me revelar.
"Continue a nadar!"
No espaço o encontro de objetos não é por acaso. Na verdade o acaso não mora ali. Nesta ordem cósmica mesmo que demorem milhões de anos, as rotas estão sempre pré-estabelecidas. Assim é o nosso destino, somos nós neste sistema de coisas, só é o que é. Faças sempre o que deves fazer!
Que neste pequeno tempo nenhuma de minhas escolhas se rebaixem a pequenez de tempo, dignificando estas escolhas e nobilitando este tempo em vultoso espaço.
+Q Astrônomo
Dizem que cada pessoa é um mundo.
Pensando em mundos, nenhum nasce sem influências externas, não é feio ou belo sem relação direta com o espaço ao qual ocupam, e só mudam aqueles em que esse espaço está em mudanças.
Matéria, espaço, tempo, apenas três elementos para que se sucedam as leis naturais, as quais regem o coral que conduz a formação da existência, que por sua vez se revela em um contínuo ciclo de infindáveis deteriorações e reformulações da matéria dentro do espaço, através dos tempos. A lei é o regente dessa orquestra que não dá vez à sentimentos, pois é firme e direto, promovendo a música da morte. Esse é "o brilhante, estrela da manhã,Lúcifer". Mas nem tudo está perdido na existência, pois como por um milagre, um outro regente se reverbera em todos os cantos, dentro e fora do espaço natural conhecido, onde as leis imperam, com a sua orquestra divina. Com Ele as leis já não são mais o todo, onde o natural é como o nada, e a matéria se desfaz em si mesma. Este regente está entoando o cântico dos cânticos, fazendo aquilo que as leis não proporcionam, a misericórdia, a paciência e a maior das leis que não é natural, mas divina, o amor. E assim, entoando o som que emudece todos os outros, ele triunfante agora neste exato momento está tocando o hino da vitória, o verdadeiro som que traz o equilíbrio à existência, que é o da vida. Esse é Javé, "Aquele Que Faz Que Venha a Ser".
