Espaço
Minha noção psicológica de tempo e espaço
transcende a linha temporal,
criando cenários iluminados, escuros ou fragmentados
que se condensam numa realidade aceitável.
Não tenho a visão do todo pelo todo —
apenas fragmentos temporais distintos do grande contínuo.
No tempo, contamos histórias que atravessam a imaginação.
Através da alta cognição, a síntese torna-se evidência aparente,
e nas conexões da história
vemos os contornos do espaço e do tempo
se distorcerem na massa do contínuo.
A transcendência da relatividade se expressa no trem ou no metrô:
uma viagem temporal e astral
onde variáveis espelhadas no subconsciente
traduzem o sentimento pragmático na esfera politizada.
Achamos sentido no cubismo político
e na profundidade das estruturas dimensionais.
As flores do jardim são lindas, velhas e secas ao mesmo tempo,
enquanto a distorção temporal envolve o estabilizador da cognição.
O gato na caixa provoca a mente:
por que existir numa caixa?
Maldade com os animais ou ideia doentia
para a genialidade da consciência?
O trem viaja, o relógio quântico voa,
outro na Terra estabelece a verdade do contínuo.
Na estação espacial, o homem sonha com o tempo passado;
seu irmão gêmeo envelheceu noutro ritmo,
pois a viagem alterou a cronologia
no momento em que a luz acendeu e apagou para o universo.
Átomos se dividem no espaço sideral
até a membrana translúcida do universo.
A sonda toca o olho de Deus
e compreende que o contínuo é parte de algo maior,
onde o buraco de minhoca abre passagem para a humanidade.
Meus pensamentos voam,
configurando imagens para a compreensão inata da relatividade emergente.
Fragmentos da humanidade ou partes da minha poesia cósmica —
infinitamente sobrepostas e programadas —,
meus pensamentos ganham formas tridimensionais,
iluminando cenários caóticos com a luz das minhas ideias.
Por Celso Roberto NadiloMinha noção psicológica de tempo e espaço
transcende a linha temporal,
criando cenários iluminados, escuros ou fragmentados
que se condensam numa realidade aceitável.
Não tenho a visão do todo pelo todo —
apenas fragmentos temporais distintos do grande contínuo.
No tempo, contamos histórias que atravessam a imaginação.
Através da alta cognição, a síntese torna-se evidência aparente,
e nas conexões da história
vemos os contornos do espaço e do tempo
se distorcerem na massa do contínuo.
A transcendência da relatividade se expressa no trem ou no metrô:
uma viagem temporal e astral
onde variáveis espelhadas no subconsciente
traduzem o sentimento pragmático na esfera politizada.
Achamos sentido no cubismo político
e na profundidade das estruturas dimensionais.
As flores do jardim são lindas, velhas e secas ao mesmo tempo,
enquanto a distorção temporal envolve o estabilizador da cognição.
O gato na caixa provoca a mente:
por que existir numa caixa?
Maldade com os animais ou ideia doentia
para a genialidade da consciência?
O trem viaja, o relógio quântico voa,
outro na Terra estabelece a verdade do contínuo.
Na estação espacial, o homem sonha com o tempo passado;
seu irmão gêmeo envelheceu noutro ritmo,
pois a viagem alterou a cronologia
no momento em que a luz acendeu e apagou para o universo.
Átomos se dividem no espaço sideral
até a membrana translúcida do universo.
A sonda toca o olho de Deus
e compreende que o contínuo é parte de algo maior,
onde o buraco de minhoca abre passagem para a humanidade.
Meus pensamentos voam,
configurando imagens para a compreensão inata da relatividade emergente.
Fragmentos da humanidade ou partes da minha poesia cósmica —
infinitamente sobrepostas e programadas —,
meus pensamentos ganham formas tridimensionais,
iluminando cenários caóticos com a luz das minhas ideias.
Por Celso Roberto Nadilo
Limites são linhas imaginarias que criamos em nossa mente, demarcando o espaço e o caminho, aonde nos é permitido ir com segurança. Os limites são meras e falsas direções e afirmações equivocadas celebrais. Afinal não existem seguranças exatas nos percursos e muito menos a estabilização de nossas capacidades nem para menos e muito menos para muito mais. Cada um opta onde quer chegar, só diante os primeiros passos da caminhada.
1960 📜 "Fim da necessidade de espaço, fim da poeira, de traças, de cupins e de outros insetos. Milhares de obras gratuitas ou a preços muito abaixo do que era com obras impressas. E o grande negócio que é não emprestar seus livros, correndo o risco de nunca recebê-los de volta. Assim vejo a Literatura ou Biblioteca Digital!"
Nas Linhas do Silêncio
No avesso dos dias, onde o mundo faz barulho,
Encontrei um espaço de escuta e refúgio.
Olhar atento, paciência que acolhe,
Que aceita o inverno e espera que a folha brote.
Decifrar o que sinto não é linha reta,
Mas sua presença é bússola certa.
Entre a mente que voa e o peito que sente,
Você me ensina a olhar para a frente.
Minha gratidão não cabe em receita ou papel,
É o laço bonito entre a terra e o céu.
Obrigada por não desistir de entender,
E por ser, nesse mundo, um porto para o meu ser..
.. pensei 🩷 listei ..
Não apresse os seus passos só para acompanhar o ritmo dos outros. O Sol não disputa espaço com a Lua, mas cada um, no seu momento certo, ilumina o mundo inteiro. Deus não chega atrasado; Ele simplesmente não segue relógios humanos
“A solidão não é um vazio que precisa ser preenchido a qualquer custo, mas um espaço que pode ser habitado com dignidade."
—By Coelhinha
Às vezes chamamos de lar o espaço que nos abriga, sem notar que é um cárcere disfarçado de aconchego.
Não houve espaço na rotina, cuidar da mãe envelhecida não cabia na agenda, mas coube no feriado do Natal.
“Pensar não é repetir ideias; é confrontar ideias. Existir não é apenas ocupar espaço; é resistir à invasão de pensamentos que não nasceram da própria consciência.”
Entre o que SINTO e o que FAÇO existe um espaço pequeno demais para ser desperdiçado e importante demais para ser ignorado.
Carlos Eduardo Balcarse
Dar espaço para tudo
melhorar entre nós,
onde eu e você tenhamos
sempre a nossa voz.
O mundo está em guerra,
nós não precisamos dela,
e nem que ela venha ser
puxada para a nossa terra.
Só quero que saiba que
floresce a Paineira Rosa,
os guarás sobrevoam,
e tudo sempre passa.
Fazer daqui um lugar
melhor é voto particular,
que cabe cada um levar
sem deixar se perturbar.
O espaço sagrado da alma
é definido por um código de honra
de um povo do flanco que
absolutamente ninguém tomba,
porque preza o cuidado real
sempre à espera da primavera.
O éter da terra dos cavaleiros
nascidos vitoriosos e libertados,
e que impérios derrotaram,
reconheço os traços herdados,
e mantenho todos preservados.
A terra, as águas, o céu e o tempo
os tenho todos como aliados,
dos pensamentos e impulsos tenho
orgulho de manter indomados.
Tudo em fios dos séculos bordados
refinados com a arte dos aguardos,
com os olhos para as alturas voltados.
Não sou militante. Não sou ativista. Não me declaro como tal porque não quero invadir o espaço de quem dedica integralmente a vida pelas causas da Humanidade. Respeito absoluto mesmo às vezes diante de uma ou outra discordância pontual.
Carrego o Cinturão de Gould,
nas tuas mãos o Universo,
No nosso espaço subliminar
há muita vontade de levitar.
