Espaço
Nos limites do cosmo esta cinturão de asteroides viajando em algum ponto do espaço sideral. A Tecnologia da novos passos a tabela periódica ganha nos elementos dentro da dança cósmica temos a visão de asteroides numa dança caótica e alienada o teor da aventura da existência contemporânea da humanidade..
"Considerando que as constantes da relatividade envolvem a velocidade e o espaço entre dois pontos — e que a unidade dessa constante seja irrelevante para a gravidade —, em teoria, as sombras seriam mais rápidas por estarem associadas à matéria escura.
Ao exercitarmos esse pensamento livre das amarras de positivo e negativo, a lei do paradoxo passa a criar novas equações no desequilíbrio do universo. Afinal, as leis da relatividade podem não seguir a mesma ordem em todo o cosmos, já que o silêncio do espaço sideral abriga os mais variados cenários.
Esse conceito de macro e micro universo nos dá o livre-arbítrio do olhar para compreender melhor as nossas vidas, o cosmos e a dobra espacial. Ao estudarmos os conceitos mais profundos, encontramos respostas em equações e paradoxos cujas leis operam perfeitamente — até que tudo o que conhecemos mude diante do impacto do desconhecido. Diante de tudo isso, somos apenas grãos de areia, feitos de água e carbono."
Nas origens somos omissos pois nem a conhecemos apenas existimos no espaço continuo.
Entre os imortais somos poeia falante que resiste em viver...
Mesmo que tempo seja devastador ainda existimos.
Embora seja sagrado ser imortal vivemos numa sociedade contemporânea dos quais imortais estão numa academia de letras...
As letras são desenhos nas cavernas onde o ser humano do futuro verá fará piadas com suas leis...
E as experiências será sonhos no astral.
A horda do continuo fluxo do espaço e tempo realça a virtude da floresta negra.
Nas órbitas mais longínqua temos o teor de cada novo caminho para iluminação de cada ser...
O cubismo muitas vezes nos dá sonhos de realizações no limiares do cosmo.
Na alquimia do tempo e o espaço.
Se abrange a conexão do ser humano com desconhecido...
Sendo detalhado o uso transhumanismo e é ilusão por baixo de disfunção os robôs inteligentes.
Desde da caverna e suas sombras o ser humano ainda tem a vivência de estar acorrentado a dogmas.
Para novas descobertas se tem sem curiosidade e raciocínio lógico aprimorado.
Vemos iluminação nas contas do universo.
Sendo a lua um percentual absurdo da ilusão ate iluminação.
O embarque a ilusão dos acontecimentos, cordas são puxadas para que boneco tome o próximo movimento.
As danças de bonecas ainda intertre o ser humano.
A faceta torna se corriqueira...
Mas, a humanidade ganha novas possibilidades diante o fanfarrão.
Contemplo o templo o ser e sou no tem e espaço anda sou mesmo eu ainda sou?
Por cada vez mais e mais eu se alinha no cosmo fluindo no auto egocentrismo de ser pois a pologia dou eu nunca mais foi eu apenas as forças da minha alma gritando por ser eu.
A dobra espacial não serve apenas para encurtar distâncias no espaço; ela serve para esticar o tempo de existência da humanidade, permitindo que a gente evolua até o nosso potencial máximo.
Somos que somos diante do inevitável abismo ainda somos humanos
Nas fronteiras do espaço e tempo somos copilidos a compreender o somos dentro do conceito inicial do somos e podemos sonhar em ser.
Na linha do racionio sou uma melodia.
Nos espelhos do espaço translúcido sou eter nas atitudes do mundo esquecido pois humano florescem em suas ideologia.
Calo me arrumando pela fumaça da emaranhado quantico de meus pensamentos.
Frutos da alienação social o queres doces direita ou esquerda dentro do seu mundo.
Diário de Bordo: Favelas Espaciais e a Sucata da Voyager 1
O espaço profundo tem sua própria periferia. Longe do brilho dos planetas centrais da Confederação Estelar, orbitam as favelas espaciais — imensos aglomerados de carcaças de naves, asteroides amarrados por cabos de aço e estações abandonadas. Ali vivem os sobreviventes da raça humana, os renegados cósmicos e seus filhos mestiços.
Nas favelas da Terra, a sobrevivência girava em torno do tráfico de drogas e do contrabando de armas. No espaço, o crime evoluiu: o negócio das novas facções é o tráfico temporal. Eles vendem fendas no tempo, contrabandam tecnologias de séculos passados e compram futuros alternativos no mercado negro. O crime agora rasga o tecido da realidade.
Enquanto o crime domina a periferia do cosmos, nossa nave enferrujada continua sua marcha. Deixamos parte dos tripulantes colonizadores nos seus novos destinos: alguns ficaram em um pedaço árido de lua, outros montaram acampamento em um planeta tomado por árvores colossais. A semente humana foi plantada mais uma vez. A garota Veridiana, completamente adaptada ao ritmo da nossa espécie, já está grávida de novo. A linha de produção de humanos não para.
Para continuar viagem, nossa lata velha precisava de um trato. Nas oficinas clandestinas da favela espacial, a nave ganhou moldes novos e uma repaginada na lataria. Mas a grande joia do ferro-velho veio do passado da nossa própria história: os mecânicos conseguiram resgatar os restos da lendária sonda terrestre Voyager 1, lançada no século XX.
Arrancamos o gerador termoelétrico de radioisótopos da velha sonda e o adaptamos como um motor de gravidade quântica. Aquela relíquia de alumínio e ouro, que um dia levou um disco com os sons da Terra para o infinito, agora serve de calço e propulsor para a nave mais vigarista da galáxia.
Com o motor da Voyager roncando alto e a gravidade distorcida na base da gambiarra, aceleramos rumo ao próximo quadrante. O espaço é grande, mas para os gafanhotos humanos, é apenas um imenso ferro-velho esperando para ser desmanchado.
— Por Celso Roberto Nadilo
Brilho na escuridão do espaço.
É brilho na imensidão
O passado é visto para se desvendar o futuro.
Nossos olhos vem luz da estrela mais quando olhamos mais perto a luz se embaraça como pingo cai no lago cria ondas se refleti em profundo sentimento.
O motor de fotons aonde caminhamos por estradas de luz na escuridão do espaço sideral nos aneis de Venus.
Sonda visualiza multiplas aneis de supernovas a arma recem criada pela federação galática a arma genises faz um planeta morto virar um planeta rescem formado com oxigênio e vegetação ja conduzidas num novo mundo.
Aglomerados de rocha vagam pelo vazio contínuo do espaço, sem dar pistas de que, sob suas camadas de poeira e gelo, repousam as tumbas dos novos faraós cósmicos.
Cruzando o infinito, uma supervia quântica corta o cosmos — um corredor multigaláctico idealizado e erguido pelos antigos construtores da humanidade. Entre as sombras do passado, os Anunnakis permanecem como silhuetas de histórias possíveis e impossíveis; nunca os vimos, mas suas crenças ecoam através dos séculos. Mais adiante, nas lendas da mídia antiga, sussurra-se sobre os Dopras, uma civilização lendária cujas colônias abrigam humanos e híbridos em perfeita coexistência mútua. E há Atlantis: suas cidades submersas e pirâmides desafiadoras fazem a imaginação arder, revelando que o Egito e seu povo escravizado foram tristemente injustiçados, transformados em meros artifícios de uma história mal contada.
Enquanto isso, nós, em nosso profundo desequilíbrio, tateamos o escuro tentando alcançar a Lua e, quem sabe, Marte. Os anos passam, as tentativas falham, e o vácuo deixado pelo progresso é preenchido por teorias de conspiração e alienações como o terraplanismo. Paradoxalmente, até mesmo esses retrocessos parecem ser degraus — dolorosos, mas inevitáveis — na lenta evolução da mente humana."
Um poema
Não tem tamanho
Não ocupa espaço
Porém fica no olhar
Uma folha de papel molhada pode apagar
Ajuda dá opinião
Mexe na emoção
É uma arma carregada de balas intelectuais
Dessas tantas perdidas na poeira das prateleiras...
Já foi o melhor amigo de gerações
É o melhor amigo da educação
Ele alegra o homem com imaginação
Não morde e quando morde
é palavra no contexto exato
Deixando alguém mais esperto
Ele tem o que nele não cabe
É apenas uma chave
Junta as pistas de um fato
É os cisnes dos patos
Pro alfabeto não passa nem perto do patinho feito
Para as letras ele tem o charme
Se é um poema não me fala de algo alheio
Ele é eu no meio...
Leonardo Mesquita
Na tessitura do espaço-tempo,
a geometria ergue seu mosaico de esplendor.
Entre obras notáveis,
encontrei na poesia
o fascínio hipnótico do cosmos.
Nas Linhas do Silêncio
No avesso dos dias, onde o mundo faz barulho,
Encontrei um espaço de escuta e refúgio.
Olhar atento, paciência que acolhe,
Que aceita o inverno e espera que a folha brote.
Decifrar o que sinto não é linha reta,
Mas sua presença é bússola certa.
Entre a mente que voa e o peito que sente,
Você me ensina a olhar para a frente.
Minha gratidão não cabe em receita ou papel,
É o laço bonito entre a terra e o céu.
Obrigada por não desistir de entender,
E por ser, nesse mundo, um porto para o meu ser..
.. pensei 🩷 listei ..
Não apresse os seus passos só para acompanhar o ritmo dos outros. O Sol não disputa espaço com a Lua, mas cada um, no seu momento certo, ilumina o mundo inteiro. Deus não chega atrasado; Ele simplesmente não segue relógios humanos
