Escrevo o que Sinto
Incendiários...
Vou dizer o que sinto por você...
Vontade de dar um murro
Na sua cara quando vc me zoa..
Mais não quero que saia por nada
Da minha vida ...Adoro nossas brincadeiras ...
Não tem ninguém que vai tirar isso da gente ...
A vontade de sorrir um com o outro
mesmo com uma lágrima prestes a rolar ...
A sua alegria junto com a minha
Forma dois Tontos ...
Rindo dessas porcarias de gifs ...
voce é meu amigo do coração ...
Espero que Deus conceda
O privilégio de nos conhecermos...
Tem um prédio aqui
Que preciso de companhia
Pra tocar fogo...
O mistério que vejo em você ...Me encanta a alma ...Me torna uma folha solta no vento...Me sinto livre ...Parece que posso voar...Descanso minhas desventuras ...em seus belos olhos e repouso minha amargura... Na louca vontade de te beijar... Seus lábios...Meus encantos...
Caminhos ...
Hoje sinto que é tarde para buscar...
O pouco que lhe dei...Foi tudo do que sou .
Nosso passado nos traz lembranças.
Se faz necessário caminharmos
em busca de um futuro...
Caminharmos em busca do amor...
Parar de olhar para o que ficou..
Lembranças perdidas nos momentos.
Tentar resgatar aquilo que se foi...
É como se vivêssemos lá atrás
Caminharemos para alcançar,
o pouco para que não seja tarde
Partiremos em busca do amor... .
Que um dia ficou no espaço perdido
Daquele dia que pensamos ser eternos .
Sem você não sei viver...Morro em mim... .
Por não saber o que fazer com o tempo
Que se faz vazio...Me perco em solidão
Por buscar um tudo dentro de um nada
O tempo se faz perdido...Meu inimigo...
Buscando sentido do nada vivido... .
Hoje sinto que é tarde para buscar
Aquilo que ficou sofrido... onde tudo começou.
Poemas de minha vida
sinto fome moderada de dize-los
já coloquei os muros e os andaimes
no casulo as palavras moram
até que encontrem a saída...
Hoje me sinto mal, cabeça doendo, uma vontade de chorar, uma angústia e uma dor no coração inexplicável. A vontade de desistir é grande e nem sei onde consigo forças para ficar relutando. Para muitos isso é falta do que fazer ou que muitas vezes as minhas tristezas são sem motivos, deixe-as. Ninguém nunca sabe a dor do outro até passar pela mesma dor. Não consigo explicar a dor que me acorrenta a tanto de se preocupar pelo outro e para o outro. Por que eu me preocupo? Medo? Medo de ser enganado, de ser traído, de ser desprezado? O que eu carrego no peito? Que dor é essa? Um medo que me oprime e me faz mal, que deixa os meus dias cinzentos, sem ânimo, sem força de nada. Nestes últimos dias minha felicidade vem oscilando e qualquer palavra e qualquer ação se tornam destruidores. Uma alteração de voz, uma palavra de desprezo é capaz de despertar um desejo muito grande de desistir. Mas a única pergunta é o por quê? Por que sentir isso? Por quê? Uma pessoa que tanto amamos seja ela amigo ou amor utilizam palavras de desprezo e nos martirizamos? Qual o motivo? Ainda não sei. Há muito tempo blindei o coração para que não pudesse mais sentir tais sentimentos, aos poucos, por sentir falta abri o coração para conhecer novas pessoas, me permitindo a sonhar e acreditar novamente, entretanto, algumas coisas me preocupam e não sei quais direções tomar. Minha vida anda uma desordem. Tanto familiar e amorosa. É necessária uma organização, na verdade ela nunca esteve arrumada e hoje acredito que jamais ela estará, pois acredito que cada dia que passa o desamino de desistir me impossibilita a deixar a água correr e simplesmente boiar em direção que a corrente tende a levar, mesmo se em direções destas, as pedras sejam afiadas e rasguem tanto meu corpo como minha alma.
Dá-me pólvora pra vida,
Não renegue,
Você aceitou entrar.
Das tristezas que sinto,
Tão dolorosas comigo,
Nunca irei proporcionar.
Sou carne,
Sou vida,
Sou tudo.
Dá-me pólvora pra vida,
Não renegue,
Você aceitou entrar.
Se aceitar aceite,
E se deleite,
Um amor para amar.
Pois,
Sou vento,
Sou chuva,
Sou mar.
Dá-me pólvora pra vida,
Não renegue,
Você aceitou entrar.
Se não ama voe,
Pra bem longe,
Mas deixe-me voar.
Sou águia,
Sou raio,
Como também, sou lar.
Dá-me pólvora pra vida,
Não renegue,
Você aceitou entrar.
Que tristeza sinto em meu peito,
É ruim estar insatisfeito,
Quando você enxerga que nada é perfeito,
E seu corpo entra em rejeito.
Há pessoas que te encanta,
No fundo do poço te levanta,
Nos seus braços lhe sustenta,
Fazem da sua vida sua ferramenta,
E quando enjoam,
Desistem à toa.
Ainda quero acreditar,
Em um amor que me faz acordar,
Que de mim faça o seu lar,
E que possamos se somente se amar.
Que tristeza sinto em meu peito,
Quando vejo pessoas de todo jeito,
Que pelos sentimentos do outro não há respeito,
Brincam com eles e tiram proveito.
Que tristeza sinto em meu peito,
Por pessoas sem conceito,
Sujeitos,
Imperfeitos,
Cheios de defeitos.
Se aceitar ser moradia de alguém,
Não deixe que ninguém,
Tire o sossego,
Que vem do seu peito.
E tem que ser recíproco,
Correspondente,
Bilateral,
Mutual,
Retribuído.
As vezes paro e olho lá na frente,
E.... eu sinto que posso mais!
não entendo as pessoas falando;
pés no chão, acorda, não dá,
vc já erro tantas vezes, de novo! Mais uma vez vc fracassou!
Cara! desisti, estuda e seja como
Todos são, isso não é fácil, são
Poucos que consegui, para!
Você sonha de mais, você
Não para em lugar nenhum,
Vc não entende, vc não consegue, Você nao,
Não, não, não, não, não, não...
E.... neste olhar eu reflito tudo, e
Não sei por que mas fico triste,
Triste de saber que pessoas especiais pra mim não acreditam, não confiam, não entendem.
Mas tudo bem, isso me encoraja,
Me anima, me incentiva, me eleva a elas, pois o simples fato de eu tentar, já me torna diferente, quem disse que eu quero ser igual? Aliás, quem me garante que não dará certo? Quem pode me dar a plena certeza de algo?
Eu vou continuar tentando, vou
Continuar seguindo e acreditando, não importa se eu cair novamente, errar novamente,
Quebrar a cara novamente, se eu
me machucar não importa, não importa se doer, eu vou continuar, minha fé é inabalável e quando eu chegar lá eu falarei;
NÃO FOI FACIL, MAS EU CONSEGUI! .
.
.
JEh - Pensamento Sempre Positivo
Sorrio mesmo quando estou triste
E a minha alegria é a dor que sinto,
Mas o pranto que no meu peito existe
É a verdade que eu escondo e minto.
Ainda sinto o perfume da fronha acalentando o medo da noite eterna e com teus olhos me velando, entregava-me ao sono profundo;
Ainda escuto tua voz na sala, quando deitado, ficava esperando o monstro da noite chegar flutuando no escuro do quarto de dormir;
Ainda sinto os delírios da febre na pele, suando na cama, tendo tua presença na doce mão tocando minha testa, fazendo-me crer que na manhã seguinte ouviria os cantos dos pássaros num cantar de mulher;
Ainda vejo os brinquedos no chão, onde criança eu construía os mundos, habitados por duendes e monstros e protegidos por um olhar atento de uma mulher;
Mãe querida
Ainda sinto o perfume da fronha acalentando o medo da noite eterna e com teus olhos me velando, entregava-me ao sono profundo;
Ainda escuto tua voz na sala, quando deitado, ficava esperando o monstro da noite chegar flutuando no escuro do quarto de dormir;
Ainda sinto os delírios da febre na pele, suando na cama, tendo tua presença na doce mão tocando minha testa, fazendo-me crer que na manhã seguinte ouviria os cantos dos pássaros num cantar de mulher;
Ainda vejo os brinquedos no chão, onde criança eu construía os mundos, habitados por duendes e monstros e protegidos por um olhar atento de uma mulher;
Ainda sinto o cheiro da janta a penetrar no quarto de dormir como plasma de uma física ainda não vista, misturado ao doce perfume de uma mulher;
Ainda escuto minhas palavras duras de criança, como quem não enxerga o mundo cruel além do quarto de dormir, palavras que se tornavam doces no ouvido atento de uma mulher;
Ainda sinto o medo, quando numa noite, perdido no jardim da fazenda, olhando os vaga-lumes como olhos brilhantes de monstros noturnos, gritei desesperadamente por um nome de mulher;
Ainda sinto a vontade de crescer, de me tornar livre e independente, de voar até onde as asas dos sonhos possam levar e me ver caindo num vácuo profundo nos braços de uma mulher;
Ainda me revejo criança, nos anos efêmeros da infância, onde a vida vivida era os sonhos sonhados no doce desejo de uma mulher;
E quando Marcelina me trouxe o despertar dos sentimentos, eu ainda criança, sentindo-me rubro ao despertar de algo ainda desconhecido, sentido-me eternamente perdido tive consolo num sorriso de mulher;
E quem é essa mulher que até hoje relembro?
Uma mulher mortal e humana como qualquer uma...
Mas o que a torna única é a pureza do seu sentimento em relação a um ser que um dia saiu de suas entranhas, como um Deus que dá a vida.
Uma mulher que se torna mãe.
Eu sei como me sinto, sei a dor, o buraco, sinto mágoa de quem me fez se sentir péssima, mas na hora de dizer oq fizeram eu não sei explicar, esqueço muita coisa, e por um instante eu penso : "Será que não é exagero meu?" Mas eu tenho a certeza que fui magoada e então fico ruminando, me culpando, aí entro naquela espiral de destruição.. vazio que me engole, tristeza, as vezes choro muito, e as vezes nem lágrima cai... É um luto sem perda, um sentimento de estar num velório mas não tem um corpo... O morto na verdade SOU EU ! Eu parei com a terapia quando percebi que a pergunta da Psicóloga era: "Tudo bem?" e eu percebia que estava muito monótono sempre dizer que NÃO! Fui desanimando a cada sessão em não poder responder com sinceridade, com medo do que ela iria pensar de mim, "POXA, DE NOVO A MESMA COISA DONA PRISCILA?" ou talvez um "Você está criando novos hábitos para sair dessa situação?"..Novos hábitos? Eu não consigo!!! Era um fracasso exposto a cada sessão!! Eu me sentava diante dela esperando que saíssem as palavras certas quando na verdade eu só queria mesmo sentar no chão daquela sala e chorar por muito tempo .. Mas também não tinha tanto tempo assim não é mesmo! A sessão acabaria para que outros pudesse entrar !! Eu morri, mas tem quem dependa de mim então eu tenho que mentir e fingir que estou bem e que.. ainda estou aqui!!
Sinto que vou ser ator pelo resto da vida. É uma profissão que te permite atuar velhinho.
Até a água que eu bebo, sinto felicidade: basta lembrar que existem vários desertos próximos da gente.
Aquilo que eu sinto não expressa a vontade de Deus, uma vez que as Escrituras nos indica a sabedoria como a melhor escolha.
Hoje eu senti a necessidade de escrever, de transbordar em palavras aquilo que sinto. Ontem, permiti-me vazar, escoar as emoções que estavam represadas. Recordei-me de Viviane Mosé, que em seus poemas presos nos lembra da importância de dar vazão aos sentimentos. E foi isso que fiz: deixei que eles fluíssem.
Encontrei duas amigas queridas, com quem compartilho um amor de 12 anos. Ambas trilharam caminhos distintos, mas agora se reencontram. Apesar das marcas do tempo e dos desafios enfrentados, o elo entre elas permaneceu. É fascinante perceber como a vida, com seus fluxos e refluxos, separa e une as pessoas, quase sempre com um propósito maior do que conseguimos entender. Talvez o destino as coloque juntas novamente para que uma seja o reflexo e a transbordação da outra, preenchendo os vazios que cada uma carrega.
Ao observá-las, senti-me atravessado por suas histórias e pela beleza contida no reencontro. A essência de cada uma continuava intacta, mas transformada pelas experiências vividas. Nesse encontro, enxerguei a potência do amor que resiste, que sobrevive às dores e floresce em formas inesperadas.
É difícil para mim escrever sobre isso. Desde que desci da estação, construí um escudo protetor contra as dores do amor. Ainda assim, não posso negar: a estação continua linda. Cada amanhecer me encontra em paz, leve, livre. Mas essa liberdade é paradoxal – enquanto posso ir e vir, sinto-me, por vezes, sem saber o que fazer com tamanha vastidão. Ainda assim, é uma sensação boa, reconfortante.
Ao reler o que escrevi sobre solidão, percebo agora que a solitude começa a tomar forma. Talvez a vida nos ensine, incessantemente, que estamos aqui para curar e sermos curados. Cada despedida e cada reencontro trazem consigo lições veladas. A partida da estação me fez perceber quais trens não quero mais tomar. E, apesar de ainda nutrir certa descrença no amor genuíno, descobri que sou capaz de amar.
Reconheço o amor que passou, ou talvez ainda passe, por minha vida. Ele foi lindo – e isso basta. Ontem, durante a parada na estação, reafirmei para mim mesmo que o amor, mesmo atravessado pela dor, é belo. A dor, passageira como é, tem a estranha capacidade de nos iluminar, de nos fazer compreender nosso lugar no mundo.
Quando o amor floresce, ainda que sob a penumbra do sofrimento, ele deixa de ser dor para se transformar em calmaria. É como se, em meio ao desequilíbrio do coração, uma paz silenciosa se instaurasse. Assim, compreendo que o amor é, antes de tudo, uma experiência humana sublime: é a transformação da dor em beleza, é o reconhecimento da nossa própria vulnerabilidade e grandeza.
E assim, como as amigas que se reencontram e se completam, percebo que cada história, cada encontro, cada despedida, desenha um ciclo que nos convida a viver plenamente. O amor é, no fim, o que nos une a nós mesmos e aos outros, transbordando para além do tempo e do espaço. E na estação da vida, onde chego e de onde parto, carrego comigo a certeza de que o amor, mesmo atravessado pela dor, continua sendo o ponto de encontro mais bonito.
