Escravos

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"Livres pra escolher o caminho, mas escravos das consequências. Esta é uma verdade imutável, mas às vezes somos capazes de prever o que será do futuro de algumas reações e atitudes, sem que seja necessário qualquer dom sobrenatural, mas apenas usando a boa e velha lógica, que nos presenteia com o algoritmo aberto das impulsividades, com o mapa do rastro dos pobres impulsivos. E, segundo John Powell, as únicas pessoas imprevisíveis são as pessoas plenas, simplesmente porque elas têm consciência de sua liberdade. Viver plenitude não é tão simples, mas ainda é uma opção. É a minha opção!” (H. Musashi Ribeiro)

Brasil, Brasil...

Independência?
Ainda escravos.
Viver: imposto...

A vontade de Jesus é que sejamos livres e não escravos da religião...

Libertação dos "escravos"

Porém é algo que dói, tento não imaginar meus antepassados passando por tamanha humilhação, com fome, sem ter pra onde ir, sem ter apoio, sem ajuda alguma.

14 de maio de 1888, assim falaram na época, “estão livres” a Isabel concedeu-lhes o título de alforria, eis que tens a abolição da escravatura, podem comemorar.

A pergunta ecoa até hoje e vai durar por muito tempo, ir pra onde ? Com que direitos? Nenhuma resposta, não existe resposta, a escravidão nos desmonta, nos assola, nos assombra, sim, eles fizeram “escola”, o racismo é hereditário, estrutural e sem fim.

A “sociedade” finge demência, às escolas se calam, não ensinam as novas gerações sobre a importância de estudarem sobre o tema.

As igrejas “se envolta” em temas diversos e nos seus púlpitos são pregadas o cristianismo natural, carnal, sobre prosperidade, sobre milagres terrenos feitos por homens, mas, nenhuma palavra sobre racismo, sobre escravidão, sobre holocausto, sobre apartheid.

Quantos sermões sobre o período de escravidão do povo hebreu, por que não retratar o tema mostrando que ainda vivemos esse cerceamento, e assim acabar um dia por vez com essas formas de opressão.

Triste, muito triste, ainda vivemos nesse tempo, mas, nada se comparado ao que eles passaram.

Vamos continuar lutando, uma “falsa lei” não nos define, não nos cala, 14 de maio de 2023, remonta mais de 300 anos de escravidão, de sofrimento, de angústia, quantas vidas foram ceifadas por somente “a cor da pele”.

Essa é daquelas histórias que dificilmente terá um final feliz, não é vitimismo, não é pessimismo, é a vida como ela é. Não adianta uns poucos negros se “empoderarem”, não adianta uns caminharem e outros milhares não.

Enquanto houver um negro passando pelas mazelas desse racismo “encrustado” na sociedade, haverá dor conjunta, haverá dor em nós.

Os vícios de todo tipo - sejam do corpo ou do coração - transformam-nos, de senhores, em escravos da vontade que nos destrói.

O que nos tornas livres hoje " NADA" somos escravos do sistema sujo , não pode negar de pagar os impostos ou você "NADA" será nessa vida, apenas um fantasma, melhor apelar aos anjos e deixar de respirar o ar e viver sobe as leis celestial onde "NADA" se impõe a escravidão.

A escravidão não acabou; apenas retirou a mordaça e escondeu as correntes, para que os escravos vivam em liberdade, sem nunca serem realmente livres.

Somos escravos demais para viver o nosso próprio destino.

Os livres constroem o céu; os escravos, suas prisões.

Somos escravos de tudo aquilo que tememos perder.
Quanto mais medo de perder, mais preso.

A religião nos torna escravos de Deus! e a filosofia liberta Deus desta culpa.

⁠Homens de caráter forte não são escravos da pornografia, e isso é um fato

São dois tipos de escravos que cometem falta social: Ócio: O escravo vai ser agredido e punido por senhor comandar, incriminar e orientar; Negligência: Se o escravo tiver com falta de esforço, honra e cuidado do campo, ⁠vai ser indenizado e condenado por culpa do senhor.

Um homem livre pode negociar a liberdade de um escravo, mas Deus pode libertar todos os escravos.

⁠Paradoxo! Da verdade.
Eis o delírio da era;
Escravos da ansiedade,
Como vermes na terra.

⁠Sem regras rapidamente nos tornamos escravos das nossas paixões – e não há nada de libertador nisso.

"⁠Os povos não são escravos porque obedecem, mas porque confundem a voz de seus líderes com a própria consciência; e assim, aclamam como virtude o que não passa de hábito de submissão disfarçado de esperança."

Os Povos Brasileiros!


Os Povos Brasileiros,
Escravos até os dentes,
Se acham livres, só porque:
não usam mais correntes.


Escravos são: de um mísero salário,
Presos pela bolsa família, não querem
Mais trabalhar, sustentados por uma quadrilha.


Não sabem o que lhes esperam,
Que laço estão lhes armando, quando menos esperar: na rua estarão morando.


Deus querido, salve essa Nação dos políticos veteranos, abre os olhos do teu povo, que eles sempre estão enganado.

Todos somos escravos de algo, principalmente de nós mesmos. Se até Diógenes, o homem mais livre, era escravo de si mesmo, quem somos nós para debater a liberdade? Diógenes despojava-se das correntes da escravidão da sociedade, fazia o que dava na telha e espalhava sua sabedoria com seu lampião e seu corpo da forma que veio ao mundo, com seus cachorros. Porém, Diógenes não era totalmente livre, ele era escravo de si mesmo, escravo da sua vontade. A questão é: não existe a verdadeira liberdade. Todos somos escravos de algo; o ser humano tende a se escravizar pouco a pouco com o tempo, limitando sua própria liberdade e se prendendo na moralidade e em valores sociais. O ser humano é um escravo eterno do mundo e de si mesmo.

Escravos Cardíacos das Estrelas


Vivo no nordeste de um sítio, tão pequeno, que norte e sul se confundem, vivo numa montanha tão baixa que em meio passo chego ao mar, o ar que respiro é puro mas dói, tem cheiro de fumo, tem cheiro de gente que se mói. Vivo numa pequena casa de dois andares, e é enorme quando estou sozinho, nós somos 1 e eu lá sozinho. Estudo numa escola de gente grande, mas sou pequeno e pergunto-me se haverá algum esquema para crescer só por fora. Melhor, nem estudo mas tenho aulas que nem assisto, que nem existo mas estou sempre lá. Tenho medos que não conheço, paixões que não mereço. Amo cigarros e bebida alcoólica, como católico ama o terço, e torço secretamente para que a vida se vá a cada instante. E apesar de tudo, amo viver. Dói cada músculo que ouço, cada som que sinto e eu vejo um brilho de paz, não é droga, sem substâncias, eu sou nós que não somos iguais.
Sinto-me em casa em qualquer sítio; e é sempre o desejo que me manda embora.Os homens desejam ser escravos em qualquer parte e colher aí a força para dominar noutro sítio.Terror de te amar num sítio tão frágil como o mundo.
⁠Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu, estou hoje dividido entre a lealdade que devo àcalçada do outro lado da rua, como coisa real por fora,à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo,como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,desci dela, pela janela das traseiras da casa, fui até ao campo com grandes propósitos. Mas lá, encontrei só ervas e árvores, e quando havia gente, era igual à outra. Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade, estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer, e não tivesse mais irmandade com as coisas, talvez uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua, a fileira de carruagens de um comboio, ou uma partida apitada de dentro da minha cabeça. No mais,uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.
O mundo é para quem nasce para o conquistar, não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão. Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez. Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo. Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas, sou e talvez serei sempre, o da mata, ainda que não more nela,
Serei sempre o que não nasceu para isso. Serei sempre só o que tinha qualidades, serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta.
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,eouviu a voz de Deus num poço tapado.

Crer em mim? Não, nem em nada.