Escravo
Para reivindicar algo politicamente é preciso entende-la, pois quem se nega a entender, escravo será dos que a entendem.
Como posso eu, um simples homem, revelar a febre que estou sentindo, sem mostrar me escravo da mesma? Se as doces e singelas palavras, expõem me por completo, mostrando o quanto estou dependente?
Talvez seja mais sensato revelar me em silencio, quem sabe as palavras suavizam esta dependência! Por que me engano? É obvio que não há como revelar sem exposição total! Jamais imaginei entregar me deste forma, mas não vejo outra forma de revelar, sem dizer-te que meu coração vive imerso neste sentimento puro e verdadeiro que é amar-te!
A defesa de um ponto de vista nunca deve ultrapassar o tênue limite que lhe tornará, um dia, escravo observador desse mesmo ponto único.
Não viva pelas leis para não se tornar escravo delas, viva pelos princípios que as regem e então serás livre.
RIMA
rima, dela não me esquivo, apenas digo que não sou escravo da terminação, dela, procuro fazer um descritivo do sentimento, mesmo esse que não sinto, seja ele, vivo, em transe ou desfalecido.
Do ritmo, da métrica, nem falo, um soneto é uma forma geométrica em sílabas e embora nem saibam meu outro e principal ofício, conta números como os respiros. mas neste caso, patino e assim melhor evitar um vexatório desfecho em desatino.
aos poetas que de mim fazem consulta, subitamente me vejo em oculto ou mesmo aberto elogio e sinceramente lhes digo que não se faça caso de formas, mais vale o ritmo, por que a rima vazia parece inclusive a mais difícil e não é isso que torna o poema verossímil, bom ou digno.
Quem me lê já sabe, que no mais digo muito sem fazer alarido, na verdade nem dizer eu digo.
quero mesmo é fazer com que aquele que agora já quer se perder, se ache num pequeno trecho
e fique lá, enquanto eu sigo.
@machado_ac
Grupos ideológicos!
Te tornaram escravo, ditaram regras, comportamento e tudo. Até que você aprenda a ser independente!
Negar conviver na diversidade é roubar de si mesmo aprendizado maior e ficar escravo de seus próprios limites de pensamento e visão de mundo.
As crenças são como um vício para a mente, onde o indivíduo torna-se cada vez mais escravo de suas ideologias, as quais proporcionam o delírio de uma felicidade ilusória, abstendo-o de uma realidade a qual prefere não suportar.
Quando o amor ao dinheiro suplanta a farda, faz do ex justo,
um escravo caído de joelho diante do seu novo patrão.
"Quem é escravo dum vício
é como uma flor fenecendo,
perde a beleza, seu brilho,
e vai aos poucos morrendo."
Aquele que submete a felicidade à escravidão das conquistas mundanas, delas, ele mesmo já é escravo.
