Escolhas
Na jornada da vida, muitas vezes nos deparamos com escolhas cruciais, onde somos confrontados com a decisão de seguir "tudo ou nada". Quando se trata da relação com Deus, essa escolha pode ser a mais significativa de todas. Deus é aquele que não compartilha o primeiro lugar em nossas vidas com nada nem ninguém. Deus é a fonte de amor incondicional, graça infinita e sabedoria eterna. Ele nos chama para nos rendermos completamente a Ele, para que possamos experimentar Sua presença transformadora em nossas vidas. Quando entregamos "tudo" a Deus, também reconhecemos que Ele é soberano em todas as áreas de nossas vidas. Ele é o autor da nossa história, o guia do nosso caminho e o propósito de nossa existência. Ele não compartilha o trono dos nossos corações com ídolos ou preocupações terrenas, porque Ele é o único digno de tal lugar. Em nossa jornada espiritual, muitas vezes somos tentados a dividir nosso compromisso com Deus. Podemos ser tentados a priorizar nossos desejos, ambições ou prazeres passageiros. No entanto, quando escolhemos Deus como nosso "tudo", encontramos uma paz que ultrapassa todo entendimento e uma alegria que transcende as circunstâncias. O versículo que encapsula essa mensagem é Mateus 6:33: "Buscai primeiro o Reino de Deus e a Sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas." Priorizar Deus é a base sólida para nossa jornada espiritual, enriquecendo nossas vidas de maneiras além da compreensão.
Razão Ética
Ética é um conjunto de valores e princípios que você utiliza para suas escolhas e conduta entre “sim e não” ou “certo e errado”, mostrando que somos livres, mas ao mesmo tempo, devemos lembrar que em todo e qualquer lugar existem normas e regras a serem seguidas.
A Ética no cotidiano esta profundamente ligada ao respeito ao próximo, assim como tudo aquilo que é decreto e não correto, isso inclui cortesia, honestidade entre outras atitudes, simples decisões do dia a dia devem ser tomadas com ética, muitas vezes em situações que envolvem sentimentos nos deixamos levar pela emoção e não pela razão.
Brahma Kumaris
Os animais possuem carma? Porque animais sofrem? Até que nível fazem escolhas, pois a inteligência deles existe mas, é menor que a nossa.
Acredito que em parte temos livre-arbítrio mas, muita coisa não temos escolhas, estamos sujeitos ao ambiente e terceiros.
Pense nos animais queimando no pantanal, tiveram escolha? Foi cármico? Ou estão pagando pela consequência de compartilhar o mesmo planeta que os humanos, de nossa irresponsabilidade e egoísmo?
Esse foi o momento que eu quebrei com toda ou qualquer religião.
Segui o Hinduísmo por alguns anos, não o deixo de seguir, acontece que quando seguimos os Hindus, temos que estar preparados para uma alimentação, assunto complexo que aqui não exponho. Primeiramente, quero deixar claro que apesar de meu comentário eu não sou budista. Apenas me interesso por todo tipo de filosofia. Segundo o budismo, os animais tem carma, sim.
Mas essa questão é extremamente complexa. Caso seja do seu interesse, sugiro pesquisar em livros sobre a filosofia budista. Há livros que explicam especificamente a questão do carma.
Expressões e Máscaras Faciais
O homem é livre em suas escolhas, mas não livre para não fazê-las, pois ao não fazer uma escolha, essa ação também tem como consequência uma escolha: a escolha de não escolher. Ou seja, tu és livre para escolher como se portar diante de sua servidão e, depois de uma certa idade, todo homem é responsável pelo seu rosto.
Reconciliação é a aceitação de escolhas erradas para se mesmo de outras pessoas na sua Vida, e traição é uma escolha premeditada, uma experiência que pra ela é natural ou normal.
Na democracia, escolhemos nossos líderes, mas também temos que conviver com as escolhas dos outros. Já no comunismo, não há escolha a fazer, só aprenda a lidar com a opressão e a escassez brutal.
Para viver com substância, é fundamental ser autêntico consigo mesmo, alinhando nossas escolhas com nossos valores e aspirações mais genuínas. Isso implica em gerar um superavit de força para também ajudar outras pessoas, pois a busca cega de satisfação pessoal é medíocre e devemos viver em congruência com o universo.
Enclausurados por suas próprias ações e escolhas, seguem pretendendo enclausurar os seus opositores
"Enclausurados por suas próprias ações e escolhas, seguem pretendendo enclausurar os seus opositores"
No cenário em que os indivíduos se encontram enclausurados pelas consequências de suas próprias ações e escolhas, surge uma ironia intrigante. Movidos por uma tendência natural de autopreservação, muitas vezes, continuam a buscar formas de enclausurar aqueles que se opõem a eles. Essa dualidade paradoxal revela as complexidades da natureza humana e da dinâmica social.
A primeira dimensão desse pensamento destaca a ideia de que as ações e escolhas pessoais têm um impacto significativo e vinculante nas vidas das pessoas. Seja por decisões impulsivas ou estratégicas iniciadas, os indivíduos moldam seus próprios destinos ao tomar essas direções. Quando essas escolhas resultam em consequências negativas, eles podem se encontrar presos em situações difíceis ou restritivas, enfrentando as armadilhas que eles mesmos ajudaram a construir.
No entanto, o paradoxo surge quando essas mesmas pessoas, agora presas em suas próprias armadilhas, buscam limitar ou enclausurar aqueles que discordam delas. Esse comportamento pode ser uma resposta a um desejo instintivo de manter o controle, silenciando vozes contrárias que podem desafiar ou questionar suas ações. Ao tentar enclausurar os opositores, eles perpetuam um cliclo, uma dinâmica de conflito e repressão, que pode refletir uma luta pelo poder e influência.
Essa interação entre enclausuramento pessoal e tentativas de enclausurar outros também aponta para um ciclo vicioso. À medida que cada parte busca controlar a narrativa e subjugar a perspectiva do outro, a polarização aumenta e as oportunidades de compreensão mútua desaparecem. Isso pode levar a uma sociedade dividida, onde as pessoas estão constantemente travando batalhas ideológicas, sem espaço para a colaboração construtiva ou para a descoberta de soluções comuns.
Em última análise, o pensamento ressalta a importância da autorreflexão e da empatia. Reconhecer o papel pessoal nas próprias circunstâncias é um passo crucial para evitar os ciclos de enclausuramento e conflito. Além disso, compreender que a busca por aprisionar os opositores pode perpetuar um ciclo prejudicial é um convite para buscar diálogo, compreensão e respeito mútuo, abrindo caminho para uma sociedade mais harmoniosa e inclusiva e próspera.
O livre arbítrio é as escolhas das possibilidades, os erros é toda graça, refazer é glória, o mal é contra exemplo e a evolução é inevitável.
As coisas boas sempre prevalecem. Mesmo que algumas escolhas tenham sido erradas, que o caminho tenha sido árduo, que em algum momento a gente tenha chorado... Mesmo que o ano tenha sido difícil, que nem tudo tenha saído como o planejado; no final temos muito mais a agradecer do que a reclamar. Não importa as mágoas que tivemos, as decepções, as desilusões, tudo isso nos tornaram ainda mais fortes para a vida, para enfrentarmos com perseverança o próximo ano. A vida é cheia de altos e baixos, mas o que realmente importa é que consigamos nos manter firmes para não perdermos o equilíbrio. Afinal, o fim do ano é uma retrospectiva de tudo que vivemos até aqui, então, que possamos refletir e levar adiante tudo o que deu certo e acreditar que o que deu errado nos trouxe grandes experiências.
As nossas escolhas determinam o nosso ambiente que resultam em momentos felizes ou não. Não somos capazes de mudar o que falta por dentro, somente algo além é capaz. O Sol enche a Terra, mas a terra não enche o Sol. O amor é um prêmio que não se conquista. Ignorar isso é modificar a crença de que tudo que existe é uma ilusão da qual não existe interação real entre indivíduos o que seria uma tentativa de fechar os olhos para tudo que representamos.
"Um velho sábio me disse: A vida é feita através de escolhas, nunca sabe o dia de amanhã e eu posso fazer o meu dia hoje."
"Não se sinta egoísta por escolher sua paz mental... As vezes precisamos fazer escolhas, talvez se afastar de algumas pessoas. Mas não se anule, você tem o direito de ser livre nas suas escolhas... afastar-se de conflitos aumenta a nossa saúde física e emocional".
