Escolha
Eu sei que é complicado e a imagem atual não é das melhores, mas se você está aqui por sua vontade, então vou estar aqui com você até que decida ficar ou seguir seu caminho.
Setentarmos entender a lógica desse mundo ficaríamos insanos. Ser
humilde e aceitar certas situações não significa ser subserviente. O Oimportante é ter consciência que existem o bem e o mal, o ruim e o
bom, a felicidade e a tristeza. A questão é saber de que lado você está?
"Trecho do livro "O livro das virtudes para geração Z e Alpha"
Ainda escolhemos porque não entendemos que não existe outro caminho senão o do Amor. Caso contrário, a vida se chamaria amorte. Não escolha o Amor, renda-se a Ele.
Não deixe que pessoas que você nunca viu na sua vida digam o que
você deve ou não deve fazer. Não deixe que uma pessoa que você não
conhece acabe com o seu dia por causa de um comentário. É ridículo.
Esse desconhecido conseguirá moldar a sua mente sem ao menos te
conhecer
Já amei, já fui amado.
Já desprezei, já fui desprezado.
Amei quem merecia, mas também amei aquele que não merecia o devido afeto. Sobre o desprezo: a mesma coisa.
A vida é assim...
De escolhas não?
Escolhemos quem amar, desprezar, fazer feliz, triste, e por aí vai.
Insistir no que não faz bem é envenenar o coração e enfraquecer a intelectualidade, é a ilusão de acreditar que o melhor virá depois, mesmo com o corpo gritando que perece em vida.
Escrita para viver.
Eu sei que a vida não dá oportunidades pra todos. Mas, quando elas aparecem, a gente tem que fazer nossas escolhas.
Sempre que alguém pedir um conselho e não seguir, não cobre e não critique, porque muitas vezes a pessoa queria apenas desabafar.
A maioria dos seres humanos seguem seus próprios instintos e tomam decisões de acordo com sua bagagem... poucos se deixam influenciar por ideias de terceiros e, está tudo bem, porque no final, cada um vai viver as consequências de suas escolhas.
Viva sua vida sem a obrigação de agradar pessoas... realize seus sonhos, estude o que quiser, viaje para onde seu coração te levar e trabalhe no que gosta.
Viva sua vida sem a obrigação de impressionar pessoas... muitas vezes o caminho que você escolheu pode gerar inveja em uns, mas ser completamente insignificante para outros... por isso, faça sempre só por você!
Sempre há uma segunda opção, a questão é que nem sempre queremos pagar pra ver as consequências dela.
Sempre filtre quem tem acesso a você. Isso não é maldade, é defesa, pois só você sabe como foi difícil se curar.
Quando somos autossuficientes temos a chance de nos dedicarmos aos nossos próprios interesses, objetivos e paixões. A autossuficiência é um sinal de respeito por si mesmo.
Ame a quem quiser, faça o que quiser, mas não culpe ninguém por isso. A responsabilidade dessa escolha é sua. Se está insatisfeito, se afaste, não espere que o outro mude, pois somente cabe a ele mudar ou não.
Se tivesse que escolher entre ser cego e pisar em espinhos, ou enxergar e pisar nas rosas, o que você escolheria?
Só te digo uma coisa e nada mais, que independentemente da escolha, o ponto central não é sobre sua visão, mas como sua escolha te define.
Eu aprendi a não deixar outras pessoas estabelecerem o diário da minha vida. Não é de minha responsabilidade fazer o que outras pessoas esperam ou exigem de mim. Especialmente se estas demandas conflitam com meus valores .
A passividade é vista, por muitos, como fraqueza — uma árvore que se curva ao vento, sem resistência, sem carácter. Dizem que quem tolera é porque teme, que quem se cala tem medo do confronto, que quem se afasta é um submisso, um "banana". Mas o silêncio não é fraqueza, nem a calma é covardia. Há uma força que se revela na quietude, uma sabedoria que prefere a distância, uma paz que não se oferece à tempestade.
Mas aqueles que julgam com olhos curtos não sabem que, por trás de cada gesto contido, há um limite invisível, um ponto de ruptura que não se anuncia, que ninguém vê até que se quebre o silêncio. Eles pedem para que mostremos as garras, para que nos revelemos como lutadores. E quando, por fim, o tom de voz se altera, o rosto se endurece e o coração se solta, os mesmos que pediam a batalha recuam, como quem teme o fogo depois de o ter provocado. Querem a calma, mas não entendem a violência do espelho que, por fim, reflete a sua própria face.
E eu? Eu sou passivo, mas não estúpido. Calmo, mas não resignado. Aceito o fardo da paciência, porque sei que não sou um boneco de marionete. E quando me chatear, quando o peso se tornar insuportável, os que me pediram para mostrar os dentes não gostarão do que verão. A passividade tem o seu valor — e eu sei, melhor do que qualquer um, até onde posso ir sem perder o que sou.
