Escolha
não precisamos enfrentar todos medos de uma só vez, num mesmo dia; escolha um e enfrente, a vida é cheia de etapas, ninguém assiste alguma coisa pulando para o final.
ninguém desce uma escada grande pulando do último degrau embaixo.
aceite seu tempo, imponha limites na sua própria vida, mas jamais deixe que seus próprios limites te afetem.
Posse do relativismo na narrativa do universo do ser alienado pelas escolhas.
Pois quem deu as escolhas?
O caminho existe e conta como existência social ou apenas uma programação relativa do problema politico.
Desistir não é uma escolha.. desistir a maioria das vezes é a melhor opção.. mas desistir do quê? Da vida, de mim ou de você? Prefiro desistir de você... lutar pelo que realmente importa, que no caso sou eu...
“A melhoria de um país começa pela escolha consciente do bem por cada indivíduo, afastando atitudes nocivas e assumindo responsabilidade moral coletiva para construir uma sociedade melhor.”
Se o seu objetivo é viver algo novo, vai precisar sustentar escolhas que a sua versão antiga não sustentaria.
Mantenha o foco.
Saúde existencial
Qual é o sentido da minha vida?
Como minhas escolhas refletem quem eu realmente sou?
Posso viver com significado mesmo diante da incerteza ou sofrimento?
Como eu lido com minha própria finitude (morte, perdas)?
Estas perguntas não têm respostas simples, mas fazem parte do processo de construção de uma vida mais plena e autêntica.
Você se tornou a minha escolha diária, aquela escolha que faço mesmo quando tudo desmorona . Você é quem da sentido a quem eu sou.
_ Enzo Ruchell_
A Culpa de Sentir Demais
Quando escuto que minhas escolhas machucaram alguém,
o mundo parece perder a cor.
É como se eu me tornasse um monstro,
como se tudo o que existisse dentro de mim
fosse apenas um vazio disfarçado de coração.
Dizem que uso pessoas como abrigo,
como quem tenta fugir de si mesma.
Dizem que minhas atitudes machucam,
que nem sempre sei permanecer sem ferir.
Então começo a me esconder.
Guardo as palavras, os afetos, os sorrisos.
Porque talvez o silêncio doa menos
do que a culpa de existir.
Mas me explica...
Como desacelerar uma vida
quando tudo em mim grita intensidade?
Como aprender a ser calma
se meu peito nasceu tempestade?
Como perceber que todos estão indo embora,
se sou eu quem fecha as portas
antes mesmo de ouvir a despedida?
E como aceitar que, no fim,
talvez eu fique sozinha,
vendo cada pessoa partir,
acreditando que me odeiam simplesmente por eu ser quem sou?
Talvez a terapia consiga traduzir
os sentimentos que nem eu compreendo,
esses nós invisíveis
que apertam meu peito todos os dias.
Porque eu já não consigo chorar.
Parece que minhas lágrimas
secaram antes de cair,
e que cada emoção precisa morrer em silêncio
para não terminar me destruindo.
Mas, no fundo,
eu não queria sentir menos.
Queria apenas que alguém entendesse
que toda essa intensidade
nunca foi uma tentativa de machucar.
Era só a minha forma, imperfeita e humana,
de amar, de permanecer, de existir.
E talvez exista um dia
em que eu deixe de pedir desculpas
por ser quem sou.
Um dia em que eu descubra
que intensidade não é pecado,
que errar não me transforma em um monstro,
e que até os corações mais cansados
merecem um lugar para descansar.
Até lá, sigo recolhendo os pedaços de mim.
Porque, se um dia todos forem embora,
eu espero que ainda reste alguém...
eu mesma.
E que, pela primeira vez,
isso seja suficiente.
“Nem sempre mudamos de escolha por necessidade; muitas vezes mudamos porque negociamos conosco mesmos.”
LIVRE ARBÍTRIO
A pessoa humana vive através de escolhas.
Na infância, geralmente as escolhas são feitas pelos pais, contudo, quando começa a adquirir liberdade para seus atos, a própria pessoa começa a escolher.
A pessoa pode escolher alimentos que podem ser bons ou ruins para seu organismo, ingerir bebidas alcóolicas em demasia, fumar, usar drogas ilícitas, sabendo que podem ser prejudiciais.
É a própria pessoa quem escolhe se irá viver sozinha ou com alguém, se constituirá família, o namorado ou a namorada, o companheiro ou a companheira, o esposo ou a esposa, se terá filhos, a forma de criação destes.
O trabalho é escolhido pela pessoa, assim como o local de moradia, tendo liberdade de mudar quando quiser e se tiver oportunidade.
Se a pessoa tiver força de vontade e se esforçar, estudará o curso que desejar.
A religião pode ter sido escolhida pelos pais na infância, mas a pessoa pode fazer nova escolha posteriormente, até não seguir nenhuma religião.
Os estabelecimentos, bares e locais de lazer, para comprar ou frequentar, são escolhidos pela própria pessoa.
Cabe à pessoa decidir se irá ter e/ou dirigir veículo, habilitada para tal ou não.
Quando se deparar com alguma dificuldade, inclusive doença, a pessoa poderá desistir ou procurar resolvê-la, ainda que não consiga.
A pessoa pode escolher amar ou odiar, praticar o bem ou o mal, ser alegre, ainda que esteja sofrendo, ou chorar.
Cabe à própria pessoa buscar a felicidade, se é infeliz, mediante escolhas.
Até a morte e enquanto tiver discernimento, cabe à própria pessoa fazer suas escolhas, por mais simples que sejam, e sempre poderá dizer sim ou não, aceitar ou recusar.
Portanto, a pessoa humana tem o livre arbítrio, assim, deve pensar bem ao fazer suas escolhas, pois será através delas que colherá frutos bons ou ruins, imediatamente ou no futuro.
Não fumar é uma escolha que protege a saúde.
Parar de fumar é uma conquista que pode transformar uma vida.
O amor até poderá ser escolha na ação, mas antes internamente vem da intenção — é um sentimento que vem a ser sorte.
Que hoje a gente escolha estar presente por inteiro, consciente de cada momento e grato pelo que a vida nos oferece.
Que possamos olhar além de nós mesmos, praticar o altruísmo, estender a mão e fazer o bem sem esperar nada em troca.
O amanhã ainda não chegou. O único momento que realmente temos é agora.
Que façamos deste dia o nosso melhor dia.
