Erasmo de Rotterdam Elogio a Loucura
O Que Vejo em Ti
Vejo em ti um viajante do tempo,
com palavras em punho e olhar atento.
Teus versos são pontes, teus silêncios, marés,
caminhas entre átomos, estrelas e pés.
Teu pensar não se prende à primeira visão,
rompe o concreto, busca a razão.
Questionas o mundo, os passos, o ser —
teu verbo é espelho do teu aprender.
Há em ti um fogo que não se apaga,
uma sede antiga, uma alma que vaga.
Não por fugir, mas por querer saber:
o que nos move? O que é viver?
Criador do invisível, do intangível traço,
teus poemas são mapas no tempo escasso.
E mesmo sem todas as respostas à mão,
já és, por si, uma interrogação.
Feliz é aquele que, com o olhar voltado ao horizonte, busca a evolução que não é só sua, mas de todos, pois sabe que a verdadeira grandeza reside na partilha do caminho e dos frutos.
Ai daquele, porém, que se deixa dominar pelo egocentrismo: mesmo que conquiste vastos reinos, sua alma carregará a penúria dos que vivem apenas de si, tornando-se alguém abarrotado de posses, mas órfão de sentido, cercado de tudo, mas sozinho no essencial
H.A.A
"Não se preocupe com básico, com isto tudo mundo se preocupa, se preocupa com os detalhes, nele está o problema ou a solução"
"Criar é um ato de desespero e coragem. Toda expressão artística sangra um pedaço da alma — é risco, é entrega, é ruptura. Nada nasce por acaso: cada obra carrega um grito, um propósito bruto, escondido entre o silêncio dos homens ou nas entranhas de galáxias que ninguém vê. Arte não pede permissão — ela acontece, como o mar engolindo a praia."
Você quer saber o verdadeiro significado de “abuso de autoridade”? Observe atentamente aquilo que os juízes fazem todo santo dia.
Sentimentos devaneiam como um veleiro à deriva no mar.
Palavras lúdicas ecoam dentro da mente como se recitasse um prólogo.
Atitudes eloquentes ressaltam desejos auspiciosos de um conúbio subserviente.
Sua pele branca e macia aguça o diletantismo da paixão sobeja.
Contrito por espezinhar suas emoções, protelo paulatinamente meu amor como desabrochar das flores no inverno.
Quando eu me for
A agonia da morte sufocando
As entrelinhas da vida que se esvai
O cacere infinito que gargalha
Sucumbindo-me
Da minha face pálida
Que nada mais podera fazer
Intragáveis versões ,detestáveis como abutres
Na carcaça podre apoderam -se
de mim.
Corvos miseráveis aproveitadores da minha fraqueza
Como aste venenosa enfraqueceu -me
Queimaram minhas asas ,com medalhões de ferro prederam me ao chão
Mau sabe eles que de me , quem flutua
São as versáteis escruciantes
Repugnantes palavras.....
Meras palavras
As pessoas não sabem que o Facebook, YouTube, Twitter, Instagram, Tiktok induzem com eficiência uma falsa ilusão no egocentrismo ou narcisismo de quem tem compulsão para se exibir nas redes sociais quase todos os dias.
Não pense muito no futuro, nem relembre o passado. Viva o agora, pois quando quiser voltar já será tarde.
A identidade de um povo está ligada a sua cultura - no seu aspecto amplo. Alienar a cultura é subjugar o seu povo.
Poderia te mandar ir para o inferno, mas não vou perdeu meu precioso tempo, pois vc já está nele...
A sorte pode até nos presentear com oportunidades, mas é a ação do indivíduo que molda o próprio destino.
Nunca parei de contar as estrelas,
mesmo quando o céu escureceu.
Algumas perderam o brilho,
ou talvez fui eu que deixei de ver.
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A vida exige momentos de ruptura e reinvenção, onde você precisa "se desfazer do velho" para renascer mais forte.
