Era

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"No fim, aquele que não é falso contigo, finge ser o que não é com o pretexto de que era pra não te magoar ou evitar desentendimentos. Vai entender a contradição..."

Inserida por wesleydiniz

⁠Quando eu era vivo, eu ligava para essas coisas. Hoje não ligo mais.

⁠Era necessário que a coroa de espinhos fosse colocada sobre sua cabeça?
Nenhum dos ladrões que com ele foram crucificados recebeu esse ornamento.
Mas a Ele — JESUS — era preciso humilhar, expor, desfigurar.
Colocaram-no diante dos seus, não como mártir, mas como artífice de uma conspiração.
Queriam que o vissem como autor e executor de um levante contra os poderosos.
E assim, sob o peso da dor e do escárnio, coroaram o inocente com o símbolo da culpa alheia.

Inserida por CCF

⁠Talvez a culpa seja minha. Talvez eu tenha te levado a acreditar que era fácil quando não era. Talvez eu tenha te feito pensar que meus momentos mais marcantes começavam na linha de lance livre, e não na academia. Talvez eu tenha te feito pensar que cada arremesso que eu dava era decisivo. Que meu jogo era construído com flash, e não com fogo. Talvez seja minha culpa que você não tenha percebido que o fracasso me dava força; que minha dor era minha motivação. Talvez eu tenha te levado a acreditar que o basquete era um presente de Deus, e não algo pelo qual eu trabalhei todos os dias da minha vida. Talvez eu tenha destruído o jogo. Ou talvez você esteja apenas dando desculpas.

Michael Jordan

Nota: Texto de comercial de 2008 da Nike narrado pelo atleta.

Inserida por raizen_0091

Portas Frias
Fui atrás de refúgio que não era lar,
Pensando encontrar um canto pra me animar.
Mas era só parede fria, sem calor,
Sem abraço, sem cuidado, sem amor.
Acreditei no brilho de um falso olhar,
Achei que era casa, era só lugar.
Um abrigo vazio, de porta entreaberta,
Que ilude quem chega e logo desperta.
Levei meu mundo no peito cansado,
Mas só recebi silêncio calado.
Deitei esperanças em chão emprestado,
E acordei sozinho, decepcionado.
Uma chave que abre a porta, mas não a recepção,
Entrei… mas deixei pra trás o coração.
Fui hóspede de um afeto em extinção,
Fui visita onde pedi conexão.
Agora aprendo a me reconstruir,
Com os cacos do que deixei ruir.
Entendi que lar não é onde se está,
É onde te aceitam sem precisar mudar.

Inserida por Lv7_Vida

⁠Era uma vez dois,
O ter,
Que termina pobre.
O ser,
Que permanece rico.
E a moral da história é,
Que ninguém tem nada.

Inserida por BrioneCapri

⁠Jay, sou eu, Nan-young.
Quando eu era criança, eu nunca carregava um guarda-chuva comigo. Mas eu também nunca me molhava. O meu pai sempre vinha me buscar ele sempre olhava pro céu, então ele deveria descobrir quando ia chover. Talvez isso tenham se tornado um hábito, mas mesmo agirá quase nunca carrego im guarda-chuva. Lembra de quando... você me chamou pelo meu nome... pela primeira vez? Aquela foi a primeira vez que eu dividi um guarda-chuva depois de adulta. E também foi o dia que eu me apaixonei por você. Eu sei que estar assistindo isso agora não deve ser uma experiência fácil pra você. Jay... é engraçado como se encontra um oásis no meio do nada em vez da estrada que se queria percorrer. A vida tem dessas. Jay, você é assim pra mim. Você me levou por uma linda estrada que eu nem sabia que existe. Eu sei que pode ser difícil, Jay. Mas eu esperto que não fique triste por muito tempo. Viva sem arrependimentos e seja você mesmo. Expresse-se do seu jeito

Inserida por Rayssa_Rose

⁠A seca quando avança
não aduba o pé da serra
quando eu fui era criança
feito um cabrito que berra
e meu coração balança
sem perder a esperança
de voltar pra minha terra.

Inserida por guibson

⁠Era díficil admitir esse sentimento. Ou uma emoção?
Estava dominada por aquilo, presa em uma cela fria e escura. Sem qualquer raio quente repousando sob meus ombros.
A ironia de tudo isso: eu ainda tinha a esperança de sair dali. Das correntes caírem e eu correr dali, correr, apenas correr sem olhar para trás.

Inserida por violoedeus

⁠Era o meu eu contra mim mesmo!
Eu precisava vencer quem eu mais temia, a mim mesmo.
Precisava entender aquela confusão maluca que se espalhava sobre o meu íntimo e não me deixava repousar.
Na luta constante contra mim, mas quem sou eu?
Questionamentos e hipóteses para saber por quem eu lutava e a quem precisava vencer.
Até que, fui vencida pela fadiga da labuta diária de tentar encontrar alguém que já tinha se perdido há muito tempo.

Inserida por JamilaLopesS

⁠Introdução Lírica. 🍂
.
O vento cantava
como uma pessoa alegre
Não era uma canção para as pedras
Não! Era um verso
Para as flores do campo.

Inserida por AllamTorvic

⁠No seu jardim era sempre outono
Mas a folha seca não quer tombar,
E vive em uma eterna dança com uma borboleta amarela.

Inserida por eujanesants

⁠Nao sei se ela era Alice, no seu País dos sonhos,
Se era Amelíe, a procura de um destino fabuloso,
Talvez um Girassol nascido no asfalto, da safra dos poetas do quintal de Van Gogh;
–Talvez fosse um pouco de cada coisa que amava. Sobretudo, uma arte, de um artista maior.

Inserida por eujanesants

⁠meu sangue, de você tão distante

Era pra você limpar
Limpar minhas lágrimas, escorridas
Lágrimas que caíram
E você as julgou

meu sangue, de você tão distante
Se afaste e negue tudo
E eu negarei tudo a você
Apoia-me, julga-me
Enquanto cuida de mim

Meu sangue em minhas veias ferve
Ferve como fogo
Com sua distância, tão distante

Carregou-me em seus colos
E no pior momento sumiu
Tua, a tua distância me afeta
Como mais um trauma não resolvido

Minha cor favorita não é rosa, nem azul
É roxo
Você nem me conheces
meu sangue, de você tão distante

Inserida por Veecxwll

⁠Sua alma calada é uma fruta de plástico.

O agora eterno era um relógio sem bateria.

O amor sem liberdade é um homem preso ao corpo.

Uma flor que nasce do silêncio era um gesto que só o tempo entendia.

A lucidez em demasia é a distorção da realidade em estado de insanidade.

Quando ninguém a observava ela ria com os ouvidos.

A cor da ausência é transparente e quando preenchida é um prisma de arco de íris.

A lágrima interna molha a alma.

Páaa é o som do impossível absurdo.

Se a linguagem evaporasse ela nascia de novo na chuva das palavras.

Inserida por monalisa_1

⁠Aquele era o único lugar onde ninguém estava acima da lei — e a lei que ali reinava era tal que nenhum opressor jamais poderia legislar.

Inserida por susana_luiz

⁠Ela queria um amor que a curasse.
Ele era a ferida que aprendeu a caminhar.

Ela achava que alma bonita era alma leve.
Ele sabia que as mais belas afundam em silêncio.

Marco Aurélio teria inveja da calma dele.
Epicteto entenderia seu desprezo pelo caos.
Platão veria nele a caverna —
mas Nietzsche o chamaria de fogo.

Ele não responde com gritos.
Ele vinga com presença.
Ele não precisa vencer:
já virou a dor em destino.
Já fez do abismo um espelho —
e sorriu."**
— Purificação


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⁠Era uma vez um homem que acreditava caminhar só... não por falta de passos ao redor, mas porque havia se tornado prisioneiro de muros erguidos dentro de si. Vivia entre palavras guardadas, olhares desviados e silêncios pesados como correntes. Até que um dia, como um raio de sol que ousa atravessar as frestas da cela, apareceu ela: uma amiga que não se intimidava com o seu estranho jeito de existir.

Ela o chamou de amigo, mesmo quando ele dizia que não sabia ser. Disse que ficaria, mesmo que o mundo partisse. E prometeu que, se um dia os dois se encontrassem sós no destino, ficariam sozinhos... juntos.

Ele a questionou, como quem duvida da própria liberdade, e ela o respondeu com leveza, como quem não tem medo de cuidar... nem de se deixar ser cuidado. Entre perguntas e provocações, entre o medo do amor e a esperança do abrigo, os dois descobriram que talvez a verdadeira fuga da solidão não estivesse no mundo lá fora, mas nos olhos de quem vê a alma e ainda assim decide ficar.

E assim, entre prisões internas e promessas eternas, nasceu uma história onde dois corações, marcados por feridas, aprenderam que não há maior liberdade do que encontrar repouso um no outro.

E viveram... como sabem viver os que ainda acreditam no amor que se escreve devagar.

Inserida por italo0140

⁠Teu corpo é um Oceano

Toquei a tua água sem saber que era minha.
Tua corrente me puxou —
e achei que era perigo.

Mas era abraço.

Eu achava que era um barco.
Mas era uma gota.

E sendo gota, descobri:
não precisava salvar ninguém.

Bastava dissolver.

Teu corpo era oceano,
e eu tentei controlar as ondas.
Mas agora…
deixo que as ondas me contem quem sou.

Se for tempestade,
danço molhada.
Se for calmaria,
respiro fundo.

Porque voltei a nadar.

Não como fuga.
Mas como retorno.

Inserida por Samchris44

⁠“Voltar não é regressar.
É tornar-se inteiro onde antes se era metade.”

Inserida por Samchris44