Era
Era dia, tua ausência vem me trazendo impaciência e agonia. Vesti minha roupa leve e saí mundo a fora, pra ver se tiro o estresse dessa saudade que me afoga. Vou até o meu destino; encontro um lugar calmo, chão verde e flores cor de vinho. Me deito aflito, como quem pula de paraquedas, observando o céu, vejo um lindo plano de tela. Vi nosso último beijo, já não se sabia de quem era as lágrimas caídas no chão, sua partida foi precoce, partindo meu coração. Sei que você sente minha falta, é visível tua vontade de voltar pra casa. A vida precisava nos separar? o que me resta é apenas esperar. Só quero dizer que ta difícil... não vejo a hora de brindar contigo, dizer te amo e me fazer de abrigo. ''Por AMOR, vou longe; até escrito de traz pra frente.''
Antes
Eu era só um copo...
Emborcado, sozinho
Cheio de vazio
Beijando o solo
Agora
Sou um cálice...
Aos cacos, esguio
Repleto de vinho
Vertendo em teu colo.
Era uma vez um machão, um homem forte e viril...
Quando se apaixonou ficou como um cordeirinho. Fim!
"Ai, o encanto vai embora e você percebe que o encanto era tudo e esse tudo é pouco, pois ficou faltando tanta coisa ........ faltou tudo, pois esse TUDO não era nada........"
Como pode, Senhor, antes meu mundo era tão largo, abrangente, decadente e agora meu mundo se estreitou tanto; ele é seleto, cheio de aflições e sobrenatural.
Como pode abrigar a Tua grandeza em uma pessoa tão ínfima e diminuta como eu?
" era uma vez duas meninas. Elas eram amigas e se amavam muito. Porém uma delas era dona de passarinhos. E tinha um vestido que estampava bem isso. Um vestido lindo, que a outra pobre e solitária menina admirava e sonhava em ter um.Um dia a menina rica prometeu que o vestido e todos os passarinhos seriam da menina pobre, dizendo a seguinte frase: Próxima vez em que eu te ver, te dou o vestido!
A menina pobre ficou feliz então e espera fielmente o dia em que verá a menina rica de novo, para só assim ser completa: livre como os pássaros do vestido que um dia viu e sonhou em ter igual''
Texto escrito em 1994 em um livro de biblioteca em Campo belo - MG
Quando ti vi pela primeira vez percebi que você era a mulher da minha vida. Percebi que um simples olhar seu iria fazer minha alma ser apaixonar por você.
ELA ME COMPLETA
Era uma noite fria e densa, eu já estava cansado e com uma enorme vontade de dormir, foi quando ela apareceu, seu jeito me encantou de cara, aquele jeito tímido e inseguro, pouco a pouco ia conhecendo ela, de um jeito estranho ela entendia cada palavra que eu dizia, pela minha parte a sintonia era quase total, o sorriso dela é contido, porém cheio de expressão, do jeito que atrai qualquer um, o jeito meigo dela de falar expressa o carinho que ela tem com as pessoas e de uma certa forma também mostra que por traz daquela garota decidida e cheia de ideais, tem uma linda mulher disposta a amar e ser amada de verdade.
“Você era a tempestade e eu era a tormenta. Sempre havia tensão entre nós. Não nos entendíamos e não combinávamos. Nosso amor sempre foi a confusão que éramos. Por isso sempre brigamos tanto. Você queria gritar e eu queria bater. Você implicava e eu queria responder. Você querendo me prender e eu querendo prender você. Nosso amor sempre funcionou mais na horizontal vai saber por quê. Mais era ali que as desigualdades desapareciam, as chamas surgiam, os corpos se aqueciam e a gente se entendia. O dia virava noite e a noite virava dia.
Deixa o mundo acabar, pois quando a gente se amava faísca surgia.”
Ontem, tudo que eu queria era te encontrar,
te abraçar, olhar em teus olhos,
sentir você bem perto
e ficar um bom tempo assim contigo,
sob a luz das estrelas,
sem pensar em mais absolutamente nada.
O mundo inteiro seria só eu e você...
Sabe, eu nunca estive contigo,
mas você já me faz uma falta imensa...
- Como você se vê daqui a dez anos?
- Como você se via hoje dez anos atrás?
- Eu era apenas um menino cheio de sonhos.
E quando a história começa com "Era uma vez..." a gente já até sabe o fim e nem acha ruim, mas há histórias de vida também são assim, o problema é o sentimento que nos deixa e o outro que nos traz, muitas vezes nossos finais levam a destinos incertos e nem sempre são como nos contos de fadas; ficamos só com o "Era" e contamos "mais uma vez".
Um dia me zombaram na rua dizendo que eu escrevo coisas viajantes e que tudo que eu escrevia era ilusão. Respondi você nunca vai entender o que eu escrevo se não pode sentir o que eu sinto.
