Era
Podes ter mil mulheres, isso não nos importa, era pra corrigir falsas contas, que mexiam e, nada faziam, mas, em mil casos jaziam em choros, que em mim ainda conduziam, colocando falsas tristezas em tempos e, templos que se perdiam.
A exigência da perfeição era das fêmeas e, seus cachorros, não possuiam a medida exata, tudo bem, ainda é bem, por isso o amor sempre convêm.
A política era para ser o lugar que surge as grandes soluções, mas é o lugar que fazem e surge os grandes problemas
Era uma vez, um casal que unidos pelo amor, casaram e formaram uma linda família.
Logo de início, Deus os concedeu um lindo anjo, que de tão abençoado e especial, cedo voltou para ao braços do pai.
Mas como Deus é maravilhoso e misericordioso os presenteou com mais duas lindas filhas.
A vida não foi muito fácil, mas nunca faltou amor, carinho, dedicação e uma criação voltada para desígnos do “Senhor”
O tempo passou...a filha mais velha, namorando, recebeu a notícia inesperada de uma gravidez não planejada. Tão nova e imatura, assustou a família que naquela ocasião sofreu, mas reagiu e a acolheu com bravura.
Nasceu o primeiro neto, que completou felicidade desta família. Ele foi criado como filho, um filho muito amado. A vida é isso...caminhos traçados e mistérios inesperados. Nada é por acaso e tudo é magia!
Este menino cresceu, se tornou um rapaz trabalhador, aprendeu a dirigir, comprou seu carro.... Que felicidade! Uma vida ativa, rodeado sempre de amigos, namorando, com promessas divinas...um certo dia se viu protagonista de um episódio muito triste e dramático, que quase lhe tirou a vida.
Mas Deus estava lá, pra quem crê, ele sempre estará e sua mão protetora abençoará.
Foram dias muito difíceis, foram dias amargos, de dor, de pavor, de agonia, de oração, de fé,..que só quem passa por momentos como este, sabem descrever como é a espera de um milagre e como se manter de pé.
Deus mostrou mais uma vez, que se pode continuar confiando nele, ele mostra a luz e o caminho conduz; além da maravilhosa e surpreendente recuperação, Deus agora enviou a este filho amado e toda a família, outro presente; um ser pequenino, que através do ventre de uma moça linda, vem contemplar as bençãos de Deus e será a prova de mais uma grande felicidade e vitória para a formação e história de uma família que crê, vence e ora.
Que Deus os abençoe sempre. 🙏🏼
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
Ele me pediu se já era a hora do beijo e eu fiquei mole igual gelatina e quis largar meus materiais em cima da carteira e correr para os braços dele e beijá-lo até o deixar tonto, até minhas pernas tremerem, até a noite se tornar pequena para nós dois.
Nas mais belas intenções colocastes nosso amor, mesmo dormindo, nosso acordo era sorrindo, nos vimos e, poucos se lembrou, e o tempo passou, recordamos nossas despedidas, sem fim, pois, somos intocáveis, exceto por um tipo de imã, talvez uma espécie de antídoto, que brinda seres humanos, são postos de loucura, corrigindo estabilidades das verdades, que nos bate à porta do coração, será que é uma busca perdão, ou, limpeza de cordão, foi assim pelo tempo, escrevendo em outras mãos, pra ti ler nas linhas, o já daquilo que não é tardio amar.
Aproveite a vida!
Um dia você vai ter saudade, do que se viveu de verdade, do que era felicidade, o que deixou pela metade e daquilo que nem te deu vontade.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
Hoje o dia amanheceu cinza
A natureza chora
Os passaros no silêncio ao luto
E Tudo que era livre se prendeu a tristeza
Ponte de macarrão
( Crônica )
Em estudos de engenharia quando a situação ficava tensa era fácil de saber: o semblante se recolhia e da sala folheando sem parar as mesmas páginas de um livro HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais; o estudante, operário metalúrgico rondava de um lado pra outro, pensativo e silencioso; em seu eu, de solidão em punho, o coração acelerava as batidas, tremulando acordes desconexos e desafinadas... Enfim, criando um som alto e desigual, cujo objetivo era apenas atiçar o ambiente daquele espaço chamado “estudar” com as minhas provocações. O coração parecia dizer em alto e bom som: ei estudante... Largue esse maldito livro e grite as suas mágoas para o seu mundo, vamos! A Mão tremia sob a minha aflição desconcertante; era visível que resistia, o quanto possível, em tocar fogo nos rascunhos quando se tratava de refazer exercícios difíceis, nunca explicados na sala de aula. Pode-se dizer que os estudos gastam todo o tempo da mente.
Para a Universidade aquelas ausências acumuladas do Poeta, que antes lhe soavam como um sussurro carinhoso, agora explodiam. Explodiam e apunhalavam. E, por certo, doíam-lhe como nunca! ... Em casa quando a situação ficava, assim, tensa, eu, sem saber o porquê, gritava aqueles acordes do coração e disparava as minhas farpas todas contra a poesia. Fel puro e desprezo, as minhas palavras. Nascia em mim uma vontade mesquinha que me levava a provocar os mais doces versos, para ironizar, a trucidá-lo até, se preciso. Tantas vezes, tanto fiz. E tanto fiz, tanto fiz, que naquele dia a mão temia também soltou todos os seus desatinos em inspiração. O medo aliou-se a mim disparando estilhaços por todos os lados, os seus golpes mais profundos. Palavras duras e cruéis as de um autor para sua obra. A mão esbravejava, parecendo tirar das páginas do livro aberto em suas mãos, todos os seus ais, as suas mágoas e as suas dores: para você, somente os amigos, os amigos e as competições: A mais falada na então época: “ o concurso da ponte de macarrão “. O coração falava em altos brados e eu sorria por dentro. E vitorioso, como se desafinasse a minha voz acompanhando o estudante de engenharia, eu insistia sem trégua naquele sonho de ser campeão.
Viu minha carteira? ... cadê meu dinheiro de operário metalúrgico? Eu? Eu que me lixasse nesse abandono, nessa sala que mais parece um laboratório, afinal também sou químico de formação ... Antes, antes eu tivesse deixado de ser
Poeta, por uns tempos para projetos maiores, como esse da ponte de macarrão. À noite, muitas noites, quando eu mais te queria, era ser campeão. Eu no meu quarto, sozinho sonhando em vencer. E daí?
Naqueles dias, enquanto a minha emoção espezinhava o meu sono, extravasava sua raiva, fazendo desabar sob nossos pés ali na sala, no quarto ou na varanda de minha casa, meu laboratório.
Em meio à guerra que lhe fazíamos, aquilo que durante dias fora para mim os “louros da vitória”, agora, acomodavam-se de qualquer jeito em duas grandes vitórias no concurso de pontes de macarrão. Os adversários sem dizer uma palavra, como um autômato, pouco-a-pouco livrava as nossas visões de seus semblantes tristonhos de fracasso, diante de tão avassaladora vitória. Mas poucos sabem quer foram dias de muita luta, noites de dias de trabalho árduo, cálculos, rascunhos, testes e mais testes.
Olhar não é bem o termo, eu jurava que naquele momento, que tinha visão de águia, capaz de contemplar, minuciosamente, cada um daqueles objetos, os quais tanto estudei, dediquei.
Eu era um especialista.
Por isso, dissimulando o tanto exato, a emoção seguia a tudo com os olhos pregados no concurso, mas era visível, era nítido pelos meus gestos, que estava a poucos instantes de se tornar o mestre. O Povo por certo também enxergou entre as suas “honrarias”, lá embaixo, o troféu universitário, homenagem a uma referência do concurso na faculdade de Araxá- MG, no triangulo mineiro.
Por vezes, a mente mirava meus sonhos reticentes endereçados a meu sucesso, mas em poucos instantes deixava-nos ao abandono, negligenciava-nos, demonstrando que na lixeira da rua continuava a razão de ser de toda a sua vida; o Alimento. Apoiado no beiral de uma das janelas da sala, eu pude ver quando os ruídos da rua me estamparam um sorriso no rosto. Primeiro, o desejo olhou para os lados, depois subiu os olhos como quem tivesse algo a conferir naquele sonho a sua frente, e enfim a vitória.
Chegou a hora de ganhar.
Amizade
Era
Era um grão
Era um grão de areia
Era um grão que se uniu a outro e a outro e a outro...
Hoje formam um belo tapete de areia
Era
Era uma gota
Era uma gota de chuva
Era uma gota que se uniu a outra gota e a outra e a outra gota...
Hoje formam um oceano infinito
Era
Era uma flor
Era uma flor sozinha
Era uma flor que se uniu a outra flor e a outra e a outra flor...
Hoje formam um admirável jardim
Era
Era uma pessoa
Era uma pessoa que não se conhecia
Era uma pessoa que se uniu a outra pessoa e a outra pessoa....
Hoje formam um elo de amizade que não tem fim
Amizade
Era para escrever dor
Mas você apareceu
Logo escrevi amor
Era para escrever decepção
Mas você apareceu
Logo escrevi satisfação
Era para escrever tristeza
Mas você apareceu
Logo escrevi vida
Era para escrever redação
Mas você apareceu
Logo escrevi poesia
Era uma vez uma linda Princesa, que morava sozinha em seu castelo. Ela não precisava ser salva e era muito feliz.
Fim!
Naquele dia, entrelaçada naqueles braços, ela sentia; sua intuição dizia: era uma abraço de despedida.
Com o coração apertado, ela seguiu adiante... Entendeu que a chegada traz também a despedida.
Entendeu que nem sempre é amor, às vezes pode ser um vício.
Ela compreendeu que a dor é necessária, para que chegue a cura.
Que a tristeza vem para trazer a alegria.
Que o sol nasce para trazer
O novo dia.
Entretenimento suicida!
Olhar você era algo fantástico.
Pensar em você mais ainda.
Perdi a conta de quantas vezes me masturbei pensando em você.
Você era como um quadro de Picasso que passamos horas horas observando.
Te vi ontem e pela ultima vez
Estava mais linda que nunca, cabelo solto. mini saia e top, era perfeita em todos os sentidos.
Fiquei atras de você ouvindo sua voz doce e carismática, estava super divertida, tinha um sorriso lindo.
Der repente ele te deu um beijo e passou a mão nos seus seios.
Parti dali e morri!
