Era
Era necessário coragem para viver uma vida imortal e não fechar o seu coração e mente para qualquer experiência ou pessoa nova. Porque o que era nova quase sempre era temporário. E o que era temporário, partia o seu coração.
(Cidade de Fogo Celestial)
Eu sabia que a vida nunca era tão fácil, que em vez de as portas serem abertas a você, você precisava pular cercas para chegar a algum lugar.
Mas era o perfume, não a luz, que provocava suspiros. Tão intenso era que, por um momento, ninguém conseguiu pensar em nada.
(As Crônicas de Nárnia)
Fazia drama como ninguém. Um dia era pura tragédia, no outro só comédia. E assim vivemos nosso amor de verão.
Quando era jovem tentei me matar várias vezes, mas aí percebi que cuidar do próximo é a melhor forma de esquecer os próprios problemas e, melhor ainda, se isto for feito com muito bom humor e principalmente amor
O passado já era, passou, acabou. Não adianta tentar reviver momentos, emoções e lembranças – eles não vão voltar só porque você quer. Ao olhar sempre pra trás, você nunca vai enxergar as pessoas que querem te colocar pra frente.
"O oposto do amor não é o ódio e sim a indiferença"
Ela só conseguia pensar em como aquele dia tinha sido especial, em como ele era especial, e minutos depois, quando os dois já estavam voltando para casa, ele segurou a mão dela, e por todo o caminho ela sentiu a maneira como o toque dele a aquecia.
A vida era imaginar, sem ter razões, se preocupar, os
corações pra desvendar
mas percebi de lá pra cá, que tudo muda de lugar
cada minuto é só olhar
tudo que passou já era.
Minha vida era a meia-noite, sem mudanças, sem fim. Deveria, por necessidade, sempre ser a meia-noite para mim. Então como era possível que o sol estivesse nascendo agora, bem no meio da meia-noite? (Edward Cullen)
Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Sabedoria e todos os outros sentimentos. Por fim o amor. Mas, um dia, foi avisado aos moradores que aquela ilha iria afundar. Todos os sentimentos apressaram-se para sair da ilha.
Pegaram seus barcos e partiram. Mas o amor ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha, antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase se afogando, o Amor começou a pedir ajuda. Nesse momento estava passando a Riqueza, em um lindo barco. O Amor disse:
- Riqueza, leve-me com você.
- Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para você.
Ele pediu ajuda a Vaidade, que também vinha passando.
- Vaidade, por favor, me ajude.
- Não posso te ajudar, Amor, você esta todo molhado e poderia estragar meu barco novo.
Então, o amor pediu ajuda a Tristeza.
- Tristeza, leve-me com você.
- Ah! Amor, estou tão triste, que prefiro ir sozinha.
Também passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamá-la.
Já desesperado, o Amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar:
- Vem Amor, eu levo você!
Era um velhinho. O Amor ficou tão feliz que esqueceu-se de perguntar o nome do velhinho. Chegando do outro lado da praia, ele perguntou a Sabedoria.
- Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?
A Sabedoria respondeu:
- Era o TEMPO.
- O Tempo? Mas porque só o Tempo me trouxe?
- Porque só o Tempo é capaz de entender o "AMOR"."
Escrevo a miséria e a vida infausta dos favelados. Eu era revoltada, não acreditava em ninguém. Odiava os políticos e os patrões, porque o meu sonho era escrever e o pobre não pode ter ideal nobre. Eu sabia que ia angariar inimigos, porque ninguém está habituado a esse tipo de literatura. Seja o que Deus quiser. Eu escrevi a realidade.
Era o meu aniversário. Damon e eu tínhamos passado o verão procurando o Stefan. Eu estava tentando fazer uma cara boa porque a Caroline tinha organizado uma festa, mas eu estava muito triste. Eu estava quase decidindo que eu não iria sair do quarto, então o Damon apareceu pra me dar um presente de aniversário. Era o colar que o Stefan tinha me dado, tinha perdido e o Damon sabia o que o colar era pra mim, o que era pelo que eu sentia pelo Stefan. Mesmo me amando, ele me deu a única coisa que representava esperança para mim e para o irmão dele. Eu sei como doeu nele, mas ele fez isso. Foi a coisa mais altruísta que eu já vi na vida e, naquele momento, eu o amei.
Porque o abraço dele era porta fechada. E nem todas as armas e armadilhas podiam alcançá-la dentro daqueles braços. O mundo e o medo ficavam lá fora. E os pensamentos que sussurravam ameaças ao pé do ouvido iam silenciando a cada batida do coração. Dele, que era dela. Quando algum sentimento perigosamente falava mais alto, ela o apertava ainda mais forte, como se tentasse atravessar de uma pele pra outra e deixar a sua vida ali, perdida na dele.
Esse não era o papel que eu queria, pode ter certeza. Queria fazer valer seus instantes perdidos me observando numa festa cheia e tentando entender meus enigmas. Eu sou uma decepção. Parecia tão interessante, tão cheia de luz. E agora sou essa criança que só quer agarrar você e proibir de brincar com os outros amiguinhos. Só meu, não empresto.
