Era
Vi naquela noite, aos meus olhos um rastro de luz que se era tão tocável, incrivelmente. Essa luz pode ser tida como aquela que te cega e o faz cair num abismo sem fim, mas sabemos nós, nós àqueles que suportam ideias, aqueles que temem, por todo sonho que se esvaiu em constante dor promovida pelo desprazer cotidiano. Era ela minha luz, que mesmo ainda cego, minha intenção era cair no abismo, de lá eu não veria mais nada e nem ouviria as murmurações e chiliques dos ignorantes, aqueles todos quais não tem alma em espírito, então só carne. Vi minha maravilhosa chama incendiando meu coração a tentar contra a dor que me fez amiga, cônjuge se preferir, convivíamos nós, todo dia, ela saboreava minhas reações e minhas ambições me deixarem, era tóxica e ciumenta, queria me ter totalmente, enquanto já eu, permanecia parada ao seu lado, por incapacidade de fazê-la me deixar.
Outrora era sem sentido
jogado para o lado
Amar o quê?
Ou para quê?
Até que o amor me encontrou
me atacou com doçura e calor
cheia de pureza, me enfrentou
e cheio de astúcia, fui vencido
fui curado, fui amado
e amar ganhou sentido
deixei de ser sozinho
passei a ser seu e você ser minha
sem ser posse, apenas pertencimento
e a Andressa me fiz pertencer.
Autoconsciência é o que a nova era de aquários pede, emana, ancora. Nunca existiu "receita de bolo" perfeita para o amor. Agora, só não dá pra ficar carregando o passado nas costas o tempo todo, por toda vida. É preciso libertar-se das amarras emocionais de antigos "amores".
Jesus era tão parecido com seus discípulos, que a única forma que Judas Iscariotes encontrou de entregá-lo foi sinalizando com um beijo. Autoridade e respeito não vêem de destaque, vêem do convívio.
Ouvi um barulho: tum tum tum...Era o meu coração
Mas, não sabia o que era essa sensação...
Na angústia de descobrir
Deixei minhas emoções se submergir
Até que eu descobri
Que era o Amor que batia por ti
Era tudo tão lindo que nem coube nos seus pequenos sonhos. Ela precisou aprender a sonhar mais.
Na calmaria, sem entender o que me acontecia
No quarto, com pouca luz do dia
Percebi que era tarde, o estômago já vazio
Entre o calor e frio, dormindo pela metade.
Diante da saudade, com celular na mão, uma vontade me abraçava, apertando meu coração. Um desejo de ficar, curtir, permanecer, desligar o aparelho , novamente adormecer.
Sonhar com vc, lembrar dos bons momentos, viajar nos sentimentos, criar mais uma expectativa, fugir da realidade, sem medo de ser covarde, ignorar a vaidade, falar só a verdade ter a chance de te amar.
Enquanto na rua deserta, sob a luz que se esvai,
Caminho solitário, a saudade me atrai.
Celular nas mãos, sombras da solidão,
Entre passos lentos, ecoa a minha aflição.
Na penumbra das memórias, onde o tempo se desfaz,
O quarto vazio, ecoando o eco da paz.
Percebo a distância, o coração em descompasso,
Entre o frio da noite, um suspiro no espaço.
No celular, mensagens não enviadas, não lidas,
A cidade silenciosa, testemunha das despedidas.
Sigo na melodia triste, entre sombras a vagar,
Na rua da saudade, onde a dor vem repousar.
Cada lágrima se transformava em linha, cada corpo era um confronto, acordo, quando acordo me ouço, sou reflexo do que torço, contorço, flexível ao ponto, encontro, plebiscito, sinto, minto, sou eu quando reflito, permito, indireto, incisivo, quero viver um sonho lindo no paraíso, pirâmides do Egito, sou fragmentos de estrelas do infinito, cruzei os mares, fechei os bares, brilhei em olhares, somei ao todo.
Pensava que a fé era apenas contos da imaginação, mas vendo Jesus na antiguidade foi uma revelação, ao voltar ao presente percebo que foi mais uma ilusão.
Onde eu nasci, ela era casada e tinha filhos. Seu nome?
S-A-U-D-A-D-E
Vivia com um senhor chamado "Distância".
E ainda amamentava duas crias, gêmeas, nascidas prematuramente.
Uma garotinha chamada "Vontade de viver", saiu do ventre primeiro, toda faceira e de gênio forte. A outra, quase não vingou, só veio ao mundo no último instante... Fraca, mas guerreira e vive até hoje às duras penas. Essa recebeu o nome de "Esperança".
Alguns não gostam deles. Mas posso dizer que são uma boa família.
Eles têm fama de fazerem as pessoas chorarem. Não por maldade, é claro. Mas porque é da sua essência.
Durante algum tempo eles vivem livres, mas na maioria das vezes, quando o senhor Distância e dona Saudade precisam trabalhar, eles guardam as filhas no lugar mais seguro que existe. O nosso coração.
Quando eu era criança, eu não conseguia viver. Eu era um demônio na infância, como eu poderia viver?
A minha ilha estava querendo minha cabeça eu só era uma garotinha pequena! Mas por que nessa puberdade todo mundo me odeia? Eu não aguento mais esse lugar pequeno, mas um dia minha ilha pegou fogo, todo mundo morrendo e só sobrando os ossos. Só eu estava viva e aprendi com meu gigante que eu vou ter companheiros que vão me ajudar. Então, Luffy, eu vou querer viver!
(Robin)
Me perdi em mim quando tentei me encontrar em você, pois o amor era unilateral, mas somente você sabia disso.
Você tem que aprender
A escrever a sua própria história
Era pra manhã, vê se não demora
Pode ser agora, vê se não demora
Pode ser agora, dizia a minha mãe...
Eu vou, eu vou, eu vou
Eu vou, eu vou seguir com fé
Então seja aí o que o meu Deus quiser Dizia a minha mãe, a minha mãe é, a minha mãe é, dizia a minha mãe...
"Eu soube que era sentimento, quando você apareceu naquele meu dia chuvoso e, de uma hora pra outra, o sol apareceuparadançar”
O Evangelho Oculto da Nova Era
"Quando o Cristo for tirado do altar e plantado no coração, o sistema tremerá."
Houve um tempo em que o verbo caminhou entre os homens.
Trouxe cura, amor, verdade.
Foi rejeitado pelos mestres da lei, traído pelos templos, e crucificado pelo império.
Mas o espírito Dele não morreu.
Foi semeado no tempo.
Passaram-se séculos.
E os mesmos que o mataram ergueram catedrais em seu nome.
Trocaram espinhos por coroas de ouro, túnicas simples por mantos de opulência.
Transformaram o ensinamento em dogma, e o milagre em moeda.
A Igreja — agora poderosa — tornou-se Roma reencarnada.
Perseguindo o espírito com o nome do espírito.
Guardando a luz em cofres, como se pudesse ser vendida.
Mas o plano maior… nunca foi frustrado.
O Cristo não voltaria montado em cavalos ou entre nuvens de fogo.
Ele voltaria através de cada um que despertasse.
No menino que sente além, na mulher que cura com a palavra, no andarilho que fala com os céus, no pai de família que escolhe o amor mesmo em meio ao caos.
E então, em plena Páscoa…
Quando o mundo celebrava sua ressurreição…
Caiu o trono do representante terreno.
O símbolo do império… se desfez.
Coincidência? Ou o anúncio silencioso do começo do fim?
Talvez o universo tenha sussurrado:
“O tempo acabou.”
O véu caiu. A Mãe Terra grita. Os selos se rompem.
E os puros, os pequenos e os despertos assumem seu lugar.
Essa é a verdadeira volta.
Não aquela prometida nas profecias adulteradas…
Mas aquela que começa no coração em chamas, no olhar que enxerga o invisível, no corpo que pulsa com a verdade do Espírito.
Cristo está voltando.
Mas agora… dentro de nós.
