Era

Cerca de 24981 frases e pensamentos: Era

Vivemos uma era em que o homem quer ser algo que ele não sabe o que é, pois vive um narcisismo que é dependente, diretamente , da aceitação do outro, o qual não sabe que ele existe.

Inserida por joseni_caminha

⁠As pessoas dizem verdades, mas elas não são Reais

Inserida por LaersonJunior

⁠Era noite
Estava a voar
Voar na escuridão
E percebi da janela uma lua minguante e estrela solitária
Foi a sensação mais bela sentida.

Inserida por kaike_machado_1

⁠A REVOLUÇÃO DIGITAL NA TRAMA POLIFÔNICA DAS GRANDES REVOLIÇÕES TECNOLÓGICAS
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“A Revolução Digital se apresenta como uma nova melodia na grande polifonia das revoluções transversais que afetaram de maneira generalizada a civilização planetária (a Revolução Agrícola, a Revolução Urbana, as duas Revoluções Industriais, e, por fim, a Revolução Digital). O principal invento que possibilita a eclosão da Revolução Digital em meados dos anos 1990 – na verdade, um invento ainda elétrico e industrial – é o computador. Mas o nível científico que a torna efetivamente possível é o da mecânica quântica, uma vez que, sem essa, não teria sido possível o vasto e extraordinário conjunto de tecnologias proporcionado pela microeletrônica, o que inclui tanto o aprimoramento dos computadores de uso pessoal como uma extensa gama de novos dispositivos eletrodomésticos, sem contar os relacionados à telefonia celular (aspecto indispensável para a nova sociedade digital).
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De fato, a mecânica quântica permitiu que as versões industriais de diversos aparelhos – como os rádios, as primeiras TVs e os próprios computadores – fossem aprimoradas em direções surpreendentes, e que seu peso e tamanho se reduzisse cada vez mais, especialmente no caso dos computadores. O dispositivo básico utilizado nas primeiras TVs, por exemplo, eram as válvulas. Da mesma forma, os primeiros computadores, como o ENIAC, também funcionavam à base de válvulas e pesavam de 20 a 30 toneladas. Então surgiram os transistores, que exerciam a mesma função das válvulas com um tamanho bem menor e sem o inconveniente de esquentarem tão rapidamente. Logo foram desenvolvidos chips que passaram a conter centenas ou mesmo milhares de transistores. Os microprocessadores comerciais começam a surgir a partir da década de 1970 e, na década de 1980, são aprimorados a tal ponto que permitem o surgimento e aperfeiçoamento dos computadores pessoais – fáceis de carregar e com capacidade invejável para desempenhar uma multiplicidade de funções. Nos anos 1990 estes se disseminam ao se tornarem acessíveis a faixas mais amplas da população. Retomaremos, em um item posterior (I-4), os esclarecimentos sobre a passagem dos grandes computadores típicos do auge da Era Industrial para os computadores que prenunciam a revolução digital. Mas por ora queremos destacar que foi a mecânica quântica – com sua nova compreensão sobre o movimento dos fótons e elétrons – que permitiu a criação do primeiro transistor e todos os seus desenvolvimentos posteriores.
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A própria tecnologia de emissão e recepção de sinais por satélites – que torna possível a interconexão necessária aos celulares e eleva a interconexão de computadores a um novo nível, já que não mais dependente da fiação telefônica fixa e tradicional – é decorrente da física quântica e da compreensão do elétron simultaneamente como partícula e como onda probabilística. Ao lado disto, o outro alicerce de compreensão científica necessário à tecnologia de interconexões através de satélites é o da Teoria da Relatividade Geral da Einstein (1915). Esta teoria geométrica da gravitação aprimorou a compreensão de que não existe um tempo único e absoluto, mas sim diversos tempos locais interferidos pela velocidade e posição de cada objeto, sendo esta última afetada pelos efeitos da gravidade. Para a transmissão de sinais via satélite, o cálculo de uma posição de transmissão ou recepção na Terra acarretaria erros de muitos quilômetros se fossem ignoradas as previsões da relatividade geral com relação às variações e distorções de cada tempo local em função da velocidade e da altura do objeto conectado, o que inviabilizaria a eficácia da comunicação da telefonia celular, os sistemas de navegação de alta precisão, e o sistema de localização GPS. Com estes e outros exemplos importantes que poderiam ser dados, pode-se dizer que a revolução digital torna-se possível a partir do nível de conhecimento atingido por duas revoluções científicas paralelas, e ainda não unificadas: a física quântica e a física relativística”
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[BARROS, José D’Assunção (org.). História Digital. Petrópolis: Editora Vozes, 2022. p.27-28].

Inserida por joseassun

⁠Vivemos na era das vidas filtradas, onde o que importa não é ser feliz, mas parecer feliz. A ilusão digital nos conecta ao mundo e, ironicamente, nos desconecta de nós mesmos.

Inserida por darcicley

⁠As redes sociais não ampliam nossa visão, apenas reforçam o que já acreditamos. No fim, não estamos buscando verdade, apenas um reflexo mais bonito das nossas certezas.

Inserida por darcicley

⁠Nunca estivemos tão conectados e tão solitários. Presos a telas, perdemos o que acontece fora delas. O problema nunca foi a tecnologia, mas o que escolhemos fazer com ela.

Inserida por darcicley

⁠Que a gente nunca se abandone por nada, pois o que era tudo pode ser uma mentira.

Escrita para viver.

Inserida por dikson_vidal_vieira

⁠Era noite
E a lua era minguante
Início de noite
Ainda tinham pássaros a cantar
A tranquilidade em passos
De quem contempla os detalhes.

Inserida por kaike_machado_1

⁠Era uma vez

Era… foi um sonho!
Uma vez sonhei que te beijava
Vez que outra, no sonho, te abraçava

Era uma vez… sorrisos
Uma vez mais… sonhos!
Vez?

Era uma vez
Uma noite
Um sonho

Era uma vez.

Inserida por thiago_biscarde_nunes

⁠Na era atual, a verdadeira liberdade está em libertar-se das amarras da opinião dos outros e viver de acordo com a nossa verdade interior."

Inserida por eraldocosta13

⁠Percebeu como os dias passam por você rapidamente. É na correria da busca do conhecimento que apressa-se a liberação do selo que lacra o livro, declarando o fim dessa era.

Inserida por Janbres

⁠ontem me apaixonei por andrômeda.
hoje vou casar com a ursa maior,
amanhã com as três marias.
para que elas possam dividir
o brilho delas comigo e esquecer
de tudo aquilo que eu não consigo.
aqui, me sinto mais vivo.
por mais que eu seja
só mais um ponto de luz
no meio de toda a escuridão.
sei que aqui: o céu, as estrelas,
sempre seguraram a minha mão.
de cima, posso avistar cada grão,
as rachaduras no chão,
pessoas abraçando umas as outras,
falando que prometem eternidade
e que se veem em outras vidas,
mesmo sabendo que não são infinitas.
hoje eu sei.
sei que prometer demais, dói.
sei que jurar amor eterno,
não torna ninguém um herói.
não precisa falar que ama,
sabendo que o seu amor já constrói.
tudo isso pra mim veio de frutos.
aprendendo da melhor forma, na prática.
e posso dizer que nunca é tarde.
foi assim que cheguei aqui,
deixando o lado covarde.
daqui de cima, estou olhando todos.
com os pensamentos no ar,
Deus para eu conversar.
o fim é um novo começo a se iniciar.
aqui em cima é o nosso lugar.
Deus, obrigado por tudo, pelo apoio
de sempre poder recomeçar.
vejo que o caos acabou.
o céu abriu, o sol sorriu.
até os pássaros comemoram a vida.
desci para ver o que aconteceu.
finalmente, sinto que posso ser eu.
espero que dessa vez,
pessoas não magoem e o mundo perdõe
pelos ocorridos passados, que as lágrimas
consertem os corações quebrados.
ladrilhos e constelações.
já esqueci dos inimigos, das brigas,
da queda dos aviões.
vamos desfrutar do mundo novo,
pensar num falso futuro
e achar que podemos mudar o mundo.
as ruas ainda estão vazias,
mas aos poucos, todos irão aparecer.
ainda espero que entre eles,
eu consiga encontrar
versões melhores de todos vocês.

Inserida por davilimagunther

⁠"Somos gratos por pertencer à geração que viveu a verdadeira essência da felicidade—quando a diversão não precisava de tecnologia, as boas músicas embalavam nossos dias, as conversas eram profundas e as amizades, sinceras. Uma era dourada, onde a simplicidade fazia tudo valer a pena."

Roberto Y Ikeda

Inserida por RobertoIkeda

⁠Em campos com gramíneas verdejantes, pensamentos do que era, são.

Inserida por AdrielLucasVolovitch

⁠Os anos 80 de hoje, tem uma assinatura própria, íntima e particular;
onde a estética também pode ser vista como símbolo de uma nova geração!

Inserida por eliana_oliveira_3

⁠Era uma vez uma pequena aldeia

Era uma vez uma pequena aldeia cercada por uma vasta e exuberante natureza. Nessa aldeia vivia um jovem chamado Lucas, que sempre se sentia deslocado e incompreendido. Enquanto todos ao seu redor seguiam as tradições e crenças religiosas da comunidade, Lucas tinha uma perspectiva diferente. Ele não conseguia se identificar com a visão convencional do Cristo centrado na igreja e nos rituais formais.

Em suas caminhadas solitárias pela floresta, Lucas encontrava consolo e inspiração na grandiosidade da natureza ao seu redor. Sentia que a presença de Deus era mais evidente ali, nas árvores majestosas, nos rios cristalinos e no canto dos pássaros, do que em qualquer construção humana.

Um dia, ao mergulhar na leitura da Bíblia sob a sombra de uma árvore centenária, Lucas deparou-se com um versículo que o tocou profundamente:
"Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos." (Salmos 19:1)

A partir desse momento, Lucas encontrou a conexão que tanto buscava entre sua espiritualidade e a natureza que tanto amava. Ele compreendeu que a presença de Deus não estava confinada a um templo ou a um sistema religioso específico, mas sim em toda a criação que se desdobrava à sua volta.

Determinado a compartilhar sua visão com os outros, Lucas começou a reunir os habitantes da aldeia para expor suas descobertas. Alguns ficaram intrigados e curiosos, mas outros rejeitaram suas ideias, apegando-se firmemente às tradições estabelecidas.

Não desanimado, Lucas decidiu criar encontros ao ar livre, onde todos pudessem vivenciar a espiritualidade em meio à natureza. Reuniu grupos para apreciar o nascer e o pôr do sol, meditar ao som do vento nas folhas das árvores e orar junto às cachoeiras.

Conforme as pessoas experimentavam esses momentos singulares de conexão com a natureza, muitas começaram a enxergar a espiritualidade de forma mais ampla e libertadora. O coração de Lucas se enchia de alegria ao ver seus conterrâneos abrindo suas mentes para a beleza e o poder divino presentes em cada elemento da criação.

A fama das reuniões do "Cristo Acêntrico" espalhou-se além da aldeia, atraindo visitantes de outras localidades. Lucas continuou a liderar suas celebrações, e sua mensagem de amor pela natureza e pela conexão espiritual tocou cada vez mais pessoas

Com o tempo, a aldeia que antes o considerava um estranho passou a respeitar e valorizar a perspectiva única de Lucas. O "Cristo Acêntrico" tornou-se um símbolo de esperança, lembrando a todos que a presença divina pode ser encontrada nas paisagens mais simples e que a natureza é um templo sagrado, um verdadeiro presente de Deus

Assim, Lucas e sua comunidade aprenderam que a espiritualidade não tinha fronteiras e que cada coração podia abrigar o amor e a fé em Deus, independentemente da forma como O enxergassem. Juntos, caminharam na jornada de redescoberta, compreendendo que a natureza é uma manifestação da divindade, convidando-os a celebrar, proteger e amar tudo o que Deus criou

Inserida por MoisesRibero

⁠Vivemos em uma era de muita flexão e pouca reflexão.

Inserida por evermondo

⁠Foi o último sol.
depois,
o inverno chegou.
A brisa
cobriu a vida.
Nada mais era visível
e o que se via
não nos via.
O branco foi cobrindo
os olhos fechados.
Silenciados.
E os sonhos dormiram
eternamente.

Inserida por MoacirLuisAraldi

⁠– Como se atravessa o silêncio?
– Atravessando-o.

Inserida por sandrasantospoesia