Epigrafes sobre Arte Medieval
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O amor não é um sentimento, é uma arte.
A moral da arte reside na sua própria beleza.
Qualquer fim moral, quer dizer, de interesse por parte do artista, mata todas as obras de arte.
Pintura é a arte de proteger superfícies planas contra o tempo e de expô-las ao crítico.
Para que uma obra de arte seja realmente bela, é preciso que nela o autor se esqueça de si mesmo e me permita esquecê-lo.
Em arte a beleza é muitas vezes o feio mitigado.
A arte de um autor está em rasurar.
É preciso recorrer à arte quando a natureza é avara.
A verdadeira arte não é só a expressão de um sentimento, mas também o resultado de uma inteligência viva.
A verdadeira obra de arte é apenas uma sombra da perfeição divina.
Uma obra de arte é um canto da criação visto através de um temperamento.
A imortalidade é a arte de se morrer em tempo.
O objetivo da nossa bonita arte não é a imitação, mas a criação.
A arte não é outra coisa senão a força de sugestão de um detalhe.
A arte verdadeira situa a beleza em todo o lado.
O difícil em arte é criar-se emoção sem se mostrar que se está emocionado. Ou estar emocionado para antes e depois de se estar. Ou ter a emoção ao lado para nela ir enchendo a caneta.
Nunca falar de si mesmo aos outros, e falar-lhes sempre deles mesmos, é a essência da arte de agradar. Cada um o sabe e todos o esquecem.
Há um ponto elevado em que a arte, a natureza e a moral se confundem e são simplesmente uma só coisa.
Arte estranha a pintura, em que toda a novidade, mais violentamente ainda que na música, espanta, repele e irrita não somente o público, mas a maior parte dos amadores e dos críticos.
Os anúncios são a arte das cavernas do século XX.
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