Epígrafes de Direito Tributário
“Somos raros, mas todos somos iguais perante a lei, a saúde é um dos direitos sociais que é direito de todos e dever do Estado e um dos Princípios do SUS, a Equidade, preceitua ‘tratar desigualmente os desiguais, investindo mais onde a carência é maior’. Somos dignos que preservem nossa existência nos sendo dada assistência. Nossa vida não tem preço, doença não espera e o tempo não posterga.”
NARCISO É EXTROVERSO NO ESPELHO QUE REFLETE A BOLHA VIRTUAL
As inúmeras madrugadas, espargidas no tic-tac das horas e sob o compasso das navegações virtuais estruturou uma bolha virtual sobre o navegante internauta. Ressinta-se que as imagens geradas no espelho, antes de repercutirem resultados positivos, refletiram um narcisismo extroverso, que exalta o individualismo, colidente com a marcha existencial, pontuada de diferenças sociais, que desafiam a articulação da solidariedade e tolerância na insuperável coexistência humana.
Reconhece-se por meio de lições filosóficas consolidadas que: “Ninguém é o centro do universo” e, nem tampouco, detém todos os conhecimentos, informações, para se sustentar numa perspectiva de autossuficiência. Isso se dá, acredita-se, para que a interação humana seja uma realidade, permutando informações ou produtos, e, enfim, suprindo aquilo que ainda não possui. Neste âmbito coletivo de ensaios existenciais, não obstante, depara-se com a opção de vidas no insulamento, a exemplo dos monges e ermitões. Ressalte-se, porém, nesta vertente, que o mínimo de gente, esses necessitam para garantirem as suas sobrevivências.
A vox populi continua ofertando lições gratuitas e, por isso, talvez, permaneça com o rótulo de clichê. Dela, não obstante, se colhe o axioma que ensina: “a união faz a força e “duas cabeças continuam pensando melhor que apenas uma.” Constata-se, nessas máximas, de forma ratificadora, que as grandes conquistas, descobertas, foram frutos de esforços de muitos. Aliás, grassa refletir, que nenhum combatente, sozinho, venceu os conflitos bélicos.
Exsurge, neste âmbito do coletivo em face do individual, enquanto necessário, a adoção de cautela, amiúde para evitar interpretações equivocadas, julgamentos preconcebidos e, mormente, não equivocar-se o solitário com a solidão. Há pessoas que gostam, e até necessitam de solidão momentânea para seus estudos e reflexões, no mesmo passo em que, de outro lado, há pessoas solitárias que conduzem felizes suas existências, apesar da ausência de humanos.
Cabe ponderar, neste viés da individualidade, que a superestima de conhecimento, com o ego inflado de informações, a partir das relações virtuais, estruturou em muitos a bolha da exceção social. Esse fato, com pesar, se dá semelhantemente a uma fase obsessiva de fascinação, onde o ser se isola, acreditando saber mais que todos, ou o suficiente para não necessitar mais de vida social.
Consigne, que o paradigma da nova era entre os povos tem sido o pessoalismo, num monólogo virtual, orquestrado sob a quimera de que tudo que se necessita está logo à frente na rede virtual de comunicação. Ressinta-se, que muitos ignorem que o humano é um ser eminentemente social, que necessita interagir, permutar informações, coexistir afetivamente com o sexo oposto ou não, inclusive para ampliar o sentido da sua efêmera existência.
A imagem da bolha virtual, sob a âncora da individualidade, que se reflete no espelho, não é o narciso da beleza que se propugna, antes projeta o ilusionista. Insta ponderar, aliás, que os sociólogos e humanistas admoestam que ninguém consegue viver só. Essa lógica encontra álibi entrementes na seara embrionária dos humanos, haja vista que todos nasceram por consequência biológica de, no mínimo, uma mulher e um homem.
A internet afigura-se a mais expressiva fonte de pesquisa que se dispõe na atualidade. O encurtamento das distâncias é uma realidade, mas não se justifica tantos internautas presos à navegação, quando se distanciam do calor humano. Pondere-se, que possível é ter uma vida prazerosa, simultaneamente com a assessoria da rede virtual de comunicação, sem excessos, com tempo para família, amigos e, acima de tudo, para apreciação da mãe natureza, que continua ofertando lições gratuitas acerca da arte de bem viver.
Qualquer pessoa pode chamar um homem por seu nome, mas só alguém especial pode designá-lo como filho ou irmão.
O cavalo alado dos meus sonhos
Um cavalo castanho pardo
galopa feilz ao vento.
E suas asas douradas
por desconhecidas estradas
estão levando meus sonhos
para muito além do meu tempo!
E no colchim,nos meus sonhos,marrados
feixes de esperanças em flor
entre pedras, seixos e cascalhos
certamente hão de florir
quando o verdadeiro amor
definitivamente,na minha vida surgir!
E neste dia então, em cavalgada
a caravana da fecilidade
pelo amor conduzida
há de acampanhar na minha vida.
.......................................
E sob um céu pontilhado de estrelas
entre principes,fadas e princessas
Lá,bem distante,em uma cidade encantada!
Lembrem-se que na vida nada é fácil e precisamos nos esforçar nos desafios que são impostos para nós tanto desafios profissionais quanto pessoais, a vitória é constante temos pequenos treinamentos no dia-a-dia para a vida ir dando certo, ela não é constante e teremos diversos altos e baixos durante a nossa jornada, acreditar é conseguir e depende de cada um lutar por aquilo que acredita para que os desafios que encontramos na estrada da vida sejam fáceis de lidar, pois os problemas sempre teremos a diferença é a forma que você encara um problema, por isso lute, lute com todas as suas forças porque no jogo da vida só termina quando acaba.
Quebre todas as regras, e assim, verás que de nada serve os padrões impostos por uma sociedade corrompida por interesses próprios. Reinaldo Vasconcelos
Já disseram que há apenas três certezas na vida: a morte, os impostos e a bebida ruim. Mas, ao cruzar as dependências de Marblewood, Lando decidiu que poderia adicionar uma quarta certeza à lista. Quando se anda com um Wookie, as pessoas saem do caminho.
Dinheiro...
Pra que poupar pra quem deixar pro mundo consumir com impostos com aumentos maior que a inflação. Vamos gastar nosso dinheiro reter é prejuízo porem gastar é lucro agradável pagar todas as dívidas e ainda há deleite na mesa satisfação nas compras e paz em dormir ao inclinar a cabeça no seu travesseiro do sono melhor terapia..
Deus Nos Livre
A farsa tem seus propósitos
Que somente cegueira oculta
São impostos dogmas, hábitos
Mantendo o poder que resulta
E a força vem em seguida
Caso alguém discuta a prisão erguida.
Pare, observe... pense
Sobre toda essa confusão
Onde nada há que compense
Deus nos livre da religião.
Mas eles tentarão seduzir
Com promessas sem garantias
Ou até ao medo induzir
Por meio de falsas profecias
Estórias, hipocrisias
Contos, fantasias.
Bem comum só é comum para líderes
Ao resto resta guerra pela melhor ilusão
Homens desejando serem mártires
Caem na vala depois da explosão
O futuro paraíso prometido, enfim,
É falho... escuro... é nenhum.
Pare, observe... pense
Sobre toda essa confusão
Onde nada há que compense
Deus nos livre da religião
(Deuses nos livrem).
ORDEM E PROGRESSO !!!
ENQUANTO O PROGRESSO NÃO VEM, VOU CUMPRINDO A ORDEM, PAGANDO OS IMPOSTOS COMO UM BOM CIDADÃO.
"No Brasil é assim, acumula-se fortunas com a corrupção e sonegação de impostos, depois são condenados a pagar uma cesta básica".
Hoje o cidadão honesto, trabalha apenas para pagar impostos para sustentar o Estado e seu funcionalismo público com suas regalias indecentes e vergonhosas e em troca nos oferecem serviços piores que de países africanos em guerra civil....
A Virgem Maria
O oficial do registro civil, o coletor de impostos, o mordomo
da Santa Casa e o administrador do cemitério de S. João
Batista
Cavaram com enxada
Com pás
Com as unhas
Com os dentes
Cavaram uma cova mais funda que o meu suspiro de renúncia
Depois me botaram lá dentro
E puseram por cima
As Tábuas da Lei
Mas de lá de dentro do fundo da treva do chão da cova
Eu ouvia a vozinha da Virgem Maria
Dizer que fazia sol lá fora
Dizer i n s i s t e n t e m e n t e
Que fazia sol lá fora.
Um país no qual falta saúde, educação, segurança e onde se paga os impostos mais alto do mundo precisa ser repensado.
Das loucuras diárias, certezas improváveis, vícios extremos, dúvidas infundadas, males impostos, amores não conquistados, sonhos não concretizados, desejos não atingidos, posso dizer que o mundo continua sendo pra mim um terreno inóspito, mas minha admiração não diminui, e cada dia tenho mais certezas do que dúvidas, viver ainda é á melhor solução, julgamentos e pré julgamentos vão sempre existir.
O maior obstáculo para o ser alternativo não é romper com os padrões impostos pela sociedade (a natureza desse ato já está inserida no ser), mas romper com o padrão do próprio idealismo...
Todo cidadão de uma nação tem a obrigação de pagar os seus impostos, mas sem ser explorado e confiscado pelo governo.
