Epígrafes de Direito Penal

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O Direito não evita o caos, apenas o organiza em prazos promocionais de estabilidade.

O Direito tenta prever comportamentos, o marketing tenta induzi-los.

A publicidade trabalha com atenção, o Direito trabalha com consequências.

O Direito traduz conflitos em linguagem que o sistema consegue processar. O marketing traduz desejos em narrativas que o consumidor aceita como verdade.

O Direito transforma conflito em procedimento, como marketing transforma desejo em jornada.

O marketing vende significado; o Direito vende estabilidade.

... a medular
liberdade de expressão
não se restringe ao justo direito
de quem a reivindica, manifesta - como
também, ao igualmente necessário e
justo direito de quem a disseca,
refutando ou não tal
conteúdo!

... a vida
é repleta de razões,
e questionar tais razões
é um direito que nos
cabe!

A culpa é uma narrativa que o Direito tenta domesticar sem jamais conseguir.

O tempo do Direito é sempre um lançamento atrasado em relação à vida.

O Direito regula comportamentos, o marketing regula percepções.

Preservar o estado democrático de direito em todo o mundo é algo que vai além das eleições democráticas. É respeitar a escolha da maioria sem desrespeitar o direito das minorias.

Os cristãos pedem respeito por suas crenças, mas raramente respeitam o direito de não acreditar.

A monogamia é o maior triunfo do direito de propriedade sobre o desejo biológico. Juramos exclusividade eterna para alguém que mal conhecemos, apenas para garantir que o nosso tédio não seja compartilhado com mais ninguém.

O verdadeiro amor é um privilégio conquistado, não um direito distribuído.

Não roube o direito que as pessoas têm de saber que o inferno existe.

O marketing constrói realidades desejadas; o Direito estabiliza realidades possíveis.

A narrativa é o ponto onde Direito e marketing se encontram sem pedir licença.

O Direito não vende sonhos, vende limites.

O Direito transforma caos em ordem; o marketing transforma ordem em desejo.