Epígrafes de Direito Administrativo

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⁠Quem toma remédio sem olhar direito a bula,pode está se envenenando.

⁠Os caminhos do coração são estreitos,se não percorre-los direito tropeços podem surgir, e feridas podem se abrir.

Exerça seu direito,
De ir e rir.
Se não der,
Voltar e chorar.

Todo mundo quer exigir seu direito de ser respeitado, mas quase sempre esquecem do seu dever.

Sobre meu sumiço conta a história direito,
Sem pular a parte sobre prioridade e opção.

Seus limites só afastam,
Quem achava que tinha algum direito sobre você.

A máquina pode prever o crime; o Direito ainda precisa compreender a culpa.

Quando a máquina decide, o Direito precisa perguntar quem ainda responde.

O algoritmo conhece padrões; o Direito conhece exceções.

Onde a máquina vê probabilidade, o Direito deve continuar vendo dignidade.

O Direito começa onde termina a obediência cega ao algoritmo.

O futuro do Direito não será homem contra máquina, mas homem decidindo que máquinas jamais poderão decidir.

Quanto mais invisível é o algoritmo, maior deve ser a luz do Direito.

A inteligência artificial aprende com o passado; o Direito existe para impedir que o passado determine inteiramente o futuro.

A máquina não precisa de consciência para exercer poder; por isso o Direito precisa de consciência para limitá-la.

O algoritmo pode encontrar a resposta; somente o Direito pode perguntar se a pergunta era justa.

“Não roube das pessoas o direito de saber que o inferno existe.”

O Direito do futuro não protegerá apenas aquilo que fazemos na rede, mas também aquilo que a rede aprende sobre nós quando não fazemos nada.

A tecnologia aproximou os corpos, mas o Direito ainda procura uma linguagem para proteger as distâncias da alma.

O Direito protege a pessoa contra a violência dos outros; no mundo digital, terá também de protegê-la contra a violência da própria ausência.