Epígrafes de Direito Administrativo

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Rumo ao tetra!
Não gostar do Lula é um direito! Lutar contra o fascismo é um dever! E abominar o clã é obrigação!

O Direito que não dialoga com a filosofia torna-se mero tecnicismo. O Direito que não dialoga com a vida torna-se formalismo. O Direito que não dialoga com o futuro torna-se obsolescência.

Seus traumas explicam suas feridas, mas não dão a você o direito de ferir os outros.

O Direito perde sua autoridade quando sua aplicação depende da posição de quem está diante dele.

O Direito nasce para limitar o poder; a corrupção nasce quando o poder aprende a contornar o Direito.

Não existe Estado de Direito onde a lei é rigorosa para os fracos e negociável para os poderosos.

A primeira derrota do Direito ocorre quando a sociedade deixa de acreditar que a lei vale a pena.

O Direito é civilização porque substitui a força pelo procedimento; a corrupção é barbárie quando devolve o procedimento ao domínio da força.

O lado direito e o lado esquerdo fragmentam a ação, mas como ambidestro unifico a força de ambos os membros no talento oculto; não escondo a minha potência, mas uso os dois lados do corpo para multiplicar a obra e extrair do barro o fruto que justifica a minha capacidade.

O lado direito e o lado esquerdo dividem o mundo em partilhas, mas como ambidestro, uno ambos os meus braços no mesmo ofício do carpinteiro: moldo a matéria com a sabedoria da paciência e extraio do barro a unidade da Verdade que edifica a vida.

A justiça climática é a tentativa do Direito de corrigir uma assimetria que a física tornou impossível esconder.

A economia mede o preço das coisas; o Direito deve perguntar quem pagará o preço de perdê-las.

Não há direito adquirido à destruição ambiental.

Quando a ciência anuncia um limite, o Direito não deveria perguntar quanto podemos ultrapassá-lo, mas como podemos respeitá-lo.

O Direito ambiental é, em última instância, uma disciplina sobre limites: limites ao poder, ao consumo, ao lucro e à capacidade humana de destruir.

A tragédia climática começa quando o Direito confunde a ausência de proibição com a existência de legitimidade.

Talvez a mais profunda função do Direito climático seja ensinar à humanidade que poder sem limite é apenas outra forma de vulnerabilidade.

Quem é direito não vota na direita!

O Direito do futuro será julgado menos por sua capacidade de punir o passado do que por sua capacidade de impedir danos irreversíveis.

A natureza não precisa de representação simbólica; precisa que o Direito reconheça sua indispensabilidade.