Epígrafe sobre a Consciência

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Se temos a vida de Deus, sentimos a consciência desta vida.

Aquele que não tem vida de Deus e consciência interior desta vida não é um cristão.

A consciência é nosso tesouro, nossa força, nosso apoio.

A consciência não amadurece por acúmulo, mas por desapego. Tudo o que pesa demais — certezas, rótulos, expectativas — acaba por deformar o olhar. O ser lúcido aprende a caminhar mais leve, não por indiferença, mas porque entendeu que apenas o essencial atravessa intacto o tempo.

⁠A maior obra de uma pessoa é a consciência.

A consciência deve ser livre. Ninguém pode ser obrigado a ser de esquerda ou de direita. Eu mesma não suporto nenhuma das duas correntes ideológicas semeadas aqui no Brasil, mas me dou bem com as pessoas das duas matizes.

Quando se tem consciência
Na força da coletividade
Entende-se que a união
Faz diferença de verdade
É saber que se pode contar
Com muita gente para lutar
Com fé, energia, positividade.

⁠"Despertar é sentir cada vez mais os espinhos da consciência"

A tirania prospera quando o pensamento se rende; a liberdade nasce quando a consciência se recusa a ajoelhar.

A crença em deus não salva o mundo; salva apenas a consciência suja de quem se recusa a mudá-lo.

A consciência amplia o campo da responsabilidade, mas infelizmente não cria, por si só, nenhum compromisso ético.

A moralidade humana nunca foi revelada, ela só reinventada em cada crise de consciência.

A moral não nasce do medo de ser punido, mas da consciência de que o outro importa.

A consciência não grita; ela sussurra, e por isso é tão fácil ignorá-la.

A consciência não é o acúmulo de dados, mas a arte de saber o que esquecer para que a memória possa, enfim, criar.

Ele sempre vem à consciência através das situações.⁠

“Há tantas possibilidades para emagrecer, uma delas, é evitar informação que engorda a consciência.”

“Não há como seguir em frente com uma consciência cega.”

Deus não é limitado por incredulidade, mas por consciência fragmentada.

A consciência dos ciclos da vida não elimina a perda,
mas nos ensina a atravessar, com lucidez, o que vem e o que se vai.


William Contraponto